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 Magical Chronicles I - O despertar da Magia.

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Bianca
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MensagemAssunto: Magical Chronicles I - O despertar da Magia.   Seg Ago 22, 2011 12:20 pm

Não vou por sinopse que é chato. Pra quem já leu eu aviso que estou revisando, arrumando umas coisas, mudando uns termos e etc. Mas nada demais. Só uma adaptação para deixar pronto o meu projeto futuro. Minha amiga Jennifer não vai parar de me importunar enquanto eu não arrumar essa estória e levar o primeiro livro completo para uma editora. Penso que poderia ser presunção, mas já que ela me perturba tanto acho que não custa tentar.
Mesmo com o projeto eu vou postar aqui, claro. Gosto de ver opiniões e como alguns liam no Nyah (que se perdeu pois exclui minha conta) creio que não seja justo não deixar que vejam a conclusão da primeira etapa da estória dos meus merlinianos.

Vou revisar um por um e ir postando com as alterações aqui. Sério, meus textos no começo dessa fic tinham muito mais erros do que agora então eu realmente PRECISO revisá-los.

Eu tenho informações de Kherf, fichas dos personagens, fotos que podem auxiliar e mais no meu pc. Mas isso eu vou expor no blog que a Mah insistiu em começar a montar pra mim. Vou pedir ajudar da Espilotro e ver se ela faz um designe legal. Sim, eu planejo investir, muita gente no meu pé dá nisso. Quando tiver informações eu falo.



E ai vai o primeiro capítulo revisado.





---



Magical Chronicles

Primeiro cápitulo
The awakening of magic


Acordar com uma faca em seu rosto e ter que correr com um estranho para um lugar desconhecido não é nada normal, aliás, naturalidade é algo que nunca estará presente na minha vida. Quem sou eu? É verdade, que vacilo eu dei agora... Sou Derick Thompson e isso é algo totalmente irrelevante no momento já que um maluco me amarrou e me jogou em cima de um dragão de pedra que está sobrevoando a cidade de Nova York nesse exato minuto.

– Dá pra explicar porque raios eu estou amarrado e como eu fui amarrado? E aliás, como esse dragão voa?! – questionei exaltado.

Eu estava exaltado, como não estar? O homem de aparência mais velha, uns 46 anos por ai, me olhou diretamente rindo em deboche. Legal ele me sequestra e tira uma com a minha cara.

– Sr. Thompson, ainda vamos falar sobre isso. Agora não se mexa muito senão vai acabar caindo.

Olhei para baixo e vi que estávamos nesse exato momento vendo o Empire State Building. De cima.

– Oh droga... – murmurei voltando a olhar para frente, eu acho que não expliquei como tenho pavor de altura.

– Vai ter que se acostumar e, aliás, desculpe minha falta de educação. Sou Baltazar, seu instrutor de magia.


Magia?


Okay, essa parada ta confusa demais, voltemos à manhã desse dia, sim?


New York City – 07:45h


O despertador tocou em um som alto e estridente fazendo o garoto levantar assustado e bater na cabeça na cama de cima do beliche.

– Droga... – murmurou esfregando os olhos e se jogando para o lado pra sair da cama com a outra mão na cabeça.

Ele levantou-se descalço e foi até o banheiro para fazer sua higiene matinal, olhou no espelho para ver o galo que se formara no local da batida. O rapaz é Derick, o mesmo maluco que estava berrando enquanto era “sequestrado por Baltazar”.
Derick olhou bem para o espelho analisando o próprio rosto, seus olhos verdes brilhando como duas esmeraldas. Os detalhes deles muito destacados. Confuso porque começavam a parecer-lhe olhos de algum tipo de animal¹. Ele jurava ter olhos azuis e de repente algo do tipo o pega desprevenido. Coisas assim estavam acontecendo com frequência, seus olhos tornavam-se intensamente verdes e de repente algo estava levitando em pleno ar como se fosse telepatia. Ou até coisas piores como ele mesmo começar a levitar.
O rapaz olhou para o lado e se deparou com sua escova de dente flutuando, bufou e a pegou no ar para continuar sua rotina.

“Porque isso ‘ta rolando?”
. Ele pensava enquanto encarava seu reflexo.

– Oi Derick.

Ele saltou para trás com uma expressão de pavor. Em um momento era seu reflexo descabelado ao espelho e agora uma garota o encarava sorridente depois de chamá-lo.

– Elisabeth, o que... Como?! – questionou ele gaguejando e engasgando um pouco. Sua boca com espuma e a face ainda sonolenta.

– É Elly! Não Elisabeth! – A garota o corrigiu, evidentemente irritada. Odiava ser chamada pelo nome.

– ‘Ta. Que seja. Elly, Lizzie, Liza, Elisabeth, todas são você. Agora me explique uma coisa. Como minha prima foi parar dentro do meu espelho, sua doente?!

Elisabeth suspirou e começou a rir. Sua face alva estava coberta por alguns dos fios negros de seu cabelo comprido, ela os colocou atrás da orelha e depois enrolou o cabelo na mão jogando-o para o lado revelando a tatuagem de um pequeno dragão no pescoço e os três brincos na orelha fora o piercing transversal que parecia uma flecha.
Ela era bonita. Muito bonita e com alguns traços parecidos com os de Derick. Ambos têm a pele bem clara e os olhos com derivados de azul. Os de Derick em um azul celeste, os de Elly em um azul cinzento.
Os traços da garota eram mais fortes que os do rapaz. Os lábios vermelhos e carnudos bem desenhados e sensuais que com o olhar penetrante e sério causavam arrepios a quem lhe encarava. O nariz fino e delicado e a face que poderia ser vista como de uma boneca, sendo tomada por uma expressão imponente e de atitude.

– Vem pra frente da sua escola que eu preciso falar com você. – disse ela praticamente ignorando a pergunta anterior do primo. Derick era lerdo, ela não gostaria de explicar a ele tudo o que acontecia pelo espelho.

– Falar o quê? Sério. Eu acho que ‘to brisado. – começou ele a pensar alto. Tentava achar uma explicação para aqueles ocorridos e para a prima lhe aparecer assim, no espelho – Eu bebi demais, deve ser. Ontem eu bebi. – O efeito do álcool era algo plausível. É, Derick poderia estar bêbado. – Sabia que não deveria beber durante a semana. Por isso menores não podem beber, eu não deveria ter...

– Cale a boca, seu idiota. – Ela o interrompeu com um tom rude. A imagem de Elly bufou de impaciência com seus olhos cinza-azulados ardentes de raiva – Você é tão irritante! Não sei por que Narcísea insiste em te recrutar.

– Recrutar? Pra que recrutar? Quem é Narcísea? – Derick estava realmente confuso. Confuso, sujo de pasta de dentes, com um galo na cabeça e atrasado. – Droga estou atrasado! – levantou limpando-se e ignorando a imagem da prima. Estava certo de que era uma ilusão, mesmo que parecesse mais que real.

A imagem de Elly estremeceu e com um murmúrio de raiva ela desapareceu de vez. Derick corria para o quarto, meio perdido e já achando que realmente tudo o que fez a sua manhã começar foi o efeito do álcool. Fuçou as gavetas procurando meias limpas, as calçou e foi colocar a calça por cima do samba canção que vestia. Pegou a calça jeans ainda surrada e meio suja –pois era a mesma que usara a semana inteira–, abriu o armário e jogou todas as roupas pra cima até encontrar a camiseta do Linkin Park que tanto lhe agradava –a que a estampa é a capa do CD Meteora. Vestiu a roupa e calçou o tênis sem amarrá-lo. Desceu as escadas correndo quase tropeçando nos cadarços que percebeu serem problemas, sentou a cadeira para amarrar os sapatos e pegou uma maçã da fruteira saindo às pressas do loft² em que morava com o skate na outra mão.

Derick foi de skate como sempre até a escola, dessa vez mais rápido do que de costume e sem seus Donnuts matinais. Ou seja, Derick atrasado, sem açúcar no organismo e intrigado com a prima maluca ser talvez uma ilusão é igual a Derick mal humorado.

– Bom dia, Derick – Renée falou sonoramente sorrindo pra ele enquanto o rapaz colocava o skate na mochila.

– Não tem nada de bom nesse dia maldito. – ele retrucou de cara fechada.


Esse é o resultado da combinação fatal.

– Credo, que bicho te mordeu? – a pequena perguntou encarando-o com um bico.

Renée estuda com Derick desde a primeira série, com os 17 anos atuais e o curso do último ano de colegial no início é perceptível que os dois são amigos há muito tempo. A garota é pequena, mas bem pequena mesmo para a idade. O que só deixa Derick mais alto do que já é aos olhos dela. Ela tem cabelos cacheados até a cintura em um tom semelhante a mel, seus olhos são pretos e sua face delicada. Resumindo, ela parece uma garotinha de 12 anos e continua a ser linda.

-Eu. Estou. Sem. Humor! – falou pausadamente em tom de irritação para dar ênfase ao dito – Até parece que não me conhece há anos, Renée! – resmungou abrindo o armário e procurando algo lá dentro.

– Eu te conheço bem, por isso mesmo sei que você acabou com todos os seus chocolates semana passada, Derick. Não sei como não engorda comendo tanto doce. – ela comentou e deu um riso de deboche batendo de leve a mão na barriga dele.

– Eu sou um atleta, se engordasse seria anormal. – falou o rapaz fechando o armário e pegando um caderno para a próxima aula.

-Aham, sei. E seu esporte qual seria? – ela questionou e em seguida fez questão de acrescentar – Skate não conta! – berrou ao vê-lo abrir a boca pra responder e sorrindo consigo mesma por ter sido mais rápida.

-Então... Baseball é esporte. – concluiu ele começando a andar ao lado dela.

– Você não joga baseball... – murmurou a garota arrancando um riso alto do rapaz.

– Assisto. – Esclareceu sua forma de raciocínio e riu de canto olhando-a.

– Não vale! – ela fez bico parecendo ainda mais infantil. E cruzou os braços de irritação recostando ao lado dele que havia parado no bebedouro.

– Tudo bem então. Prometo que vou fazer um esporte esse ano. A seleção dos grupos de atividades extracurriculares começa hoje.

– Ah sim e você como um veterano que nunca participou de nada vai entrar de penetra em um dos times já formados da nossa amada escola?

– É – Derick sorriu e Renée fez uma cara irritada, odiava quando ele não levava a sério o que ela falava e principalmente quando ele bagunçava o cabelo dela como se ela fosse uma criança.

Que culpa ela tinha dele ter 1,92 de altura e ela com seus míseros 1,56 parecer ainda mais infantil perto dele? Que culpa a pobre tinha dele ser o único amigo que ela conseguiu manter simplesmente por um dia ter descoberto que nasceu com AIDS e o preconceito ter batido a sua porta? Apesar de tudo, de ser totalmente irresponsável, relaxado, irritante e problemático, Derick é um ótimo amigo, uma boa pessoa, totalmente preocupado com que lhe importa e um gênio, literalmente. Ele é relaxado porque tem facilidade, ele já sabe toda a matéria e por acaso poderia ter se formado com 4 anos de antecedência, mas Derick nunca deixaria Renée a mercê da implicância dos colegas ignorantes, ele nunca a deixaria sozinha.


---

As aulas terminaram mais cedo para que os alunos pudessem se inscrever nos clubes da feira de atividades extracurriculares.
Os dois amigos saíram da sala sem pressa alguma. Nenhum dos dois se importava realmente com essas coisas, mas Renée lembrou a Derick que ele havia prometido uma participação maior nas atividades. E o rapaz teve que quebrar a cabeça e começar a ver o que seria melhor para si. Os dois se separaram e enquanto Renée se colocava em seu lugar natural como revisora do jornal da escola – atividade que não é necessário contato com ninguém e que ninguém poderia tirar dela – o amigo descobria suas possibilidades.
Mais tarde os dois se encontraram em meio a toda aquela movimentação. Derick com um papel em mãos e Renée totalmente curiosa com o feito.

– Vou jogar futebol – Derick sorria mostrando o formulário e apontava para roupa de ginástica.

– Vai morrer! – protestou a amiga preocupada pela falta de exercícios dele, que idiota, vai se arriscar tanto em um esporte de força.

– Vou bater! – retrucou rindo.

– Boa morte pra você – Renée falou e virou-se para ir embora.

– Espera, não vai ver meu teste? – questionou desapontado, arriscando alguns passos atrás dela.

– Não. – ela o respondeu direta e ele pareceu não se agradar.

– Porque não, Renée? – perguntou intrigado – Você... Vai me abandonar?

Tudo bem que a chantagem geralmente funcionava, mas antes que Renée pudesse respondê-lo Derick arregalou os olhos e correu para a porta do ginásio murmurando um “Nos vemos depois” largando uma Renée confusa e irritada a qual teria que lidar mais tarde.

Ele parou a porta um momento e viu que Renée ia embora entre protestos. Condenou-se pelo feito, mas lembrou o que havia visto e então se colocou a correr para dentro do local fechado.

– O que está fazendo aqui? – questionou ao se aproximar daquela figura tão excêntrica no meio do ginásio.

– Você não me esperou, sabe como eu me irrito por ter furado comigo? Tive que esperar todas suas aulas acabarem. – murmurou Elisabeth indiferente sentada na cadeira do técnico que ficava entre as arquibancadas.

– Você falou mesmo comigo no espelho? – ele perguntou assustado. Não era efeito do álcool no final das contas.

-Não idiota, era sua mãe lá! Claro que era eu no espelho de manhã falando com você! – Elly se exaltou chamando a atenção dos outros alunos e logo Derick tapou a boca dela.

– O que você quer? – sussurrou ainda tapando a boca da moça.

Elly arqueou uma sobrancelha, como responderia se ele estava tapando a boca dela? Para um gênio Derick era bem tapado.

A menina impaciente mordeu a mão do rapaz para ele solta-la e logo em seguida riu da cara e dos xingamentos do primo que praguejava alto.

– Maldita! Porque me mordeu?

– Como queria que eu falasse se você tapava minha boca? – perguntou irônica.

– Ahn... – Derick ficou em silêncio, obviamente constrangido. Às vezes era tão impulsivo que não pensava em seus atos. Matemática nessas horas era tão mais simples. Pessoas são complicadas de se lidar.

– Gênio tapado. – provocou-lhe a moça rindo de escárnio.

Ele bufou de impaciência e irritação. Não era legal estar confuso assim e ser provocado. Elly sempre fazia isso, sempre o provocava e eles saiam dos locais em meio à brigas.

– Fale o que quer! – incentivou já mostrando tanta irritação quanto ela. Seu tom estava mais alto e ela riu baixinho de satisfação.

– Não é o momento, nem o lugar. Se quiser saber sobre a magia e sobre Narcísea venha até o Brooklin à tarde, nesse endereço.


Elly estendeu um papel para ele que a olhou desconfiado, a garota lhe olhou com uma expressão mais impaciente e ele enfim resolveu pegar o endereço que lhe era oferecido.

– Tudo bem. Talvez eu vá.

– Não é talvez. Você deve ir se assumir um compromisso.

– Não assumo nada, não prometo nada.

– Irresponsável, idiota, geniozinho tapado. – Murmurou ela entre dentes cerrando os punhos.

Derick riu e deu tapinhas de leve no ombro da prima.

– Elly, Elly, Elly... Minha querida Elisabeth. Tenho mais o que fazer agora então tchau – e virou-se em direção ao campo externo para o teste.

A mais velha bateu o pé no chão e socou a parede ao seu lado. Olhou para o alto e praguejou.

– Narcísea! Você me paga por querê-lo no pelotão. – logo desapareceu, simplesmente assim, desapareceu no nada.

Derick olhou para trás surpreso por não ver a prima no lugar onde ela se encontrava 5 segundos antes. Procurou em volta passando o olho em toda a quadra. Não a encontrando chacoalhou a cabeça como se tentasse voltar a si com o gesto.

– Maldito álcool, maldito, maldito...

---

Derick fez os testes e passou. Qual a surpresa? Os seus olhos se iluminaram e ele empurrou 3 jogadores com uma facilidade imensa. Está no bloqueio do time e enfim poderá jogar na cara de Renée que é realmente um atleta.
Falando nisso, ele se recordou de Renée. Deixou a garota realmente confusa mais cedo, mas agora era tarde e ele estava perto de casa, não iria vê-la tão cedo. Talvez quando anoitecesse e ele tomasse coragem de caminhar 4 quadras até a casa da amiga pudesse explicar alguns ocorridos.

O rapaz desceu do skate e passou a mão pela testa notando que pelo suor os cabelos pretos, normalmente arrepiados, estavam no momento colados na pele. Bufou, deveria estar ridículo com o cabelo escorrido.

“Nunca deixe o cabelo sem gel, senão ficará como um Justin Bieber de cabelos pretos” pensava enquanto subia as escadas. Bufou sozinho com o pensamento e subiu as escadas para o seu loft, no último andar.


Ele tomou um banho e colocou apenas uma bermuda para ficar em casa. Abriu todas as janelas e se jogou na cama com o ventilador ligado.

“Que droga de calor é esse?”
pensava enquanto fitava o teto.

Não demorou muito caiu no sono acordando apenas mais tarde ao sentir a lâmina no rosto e encarar o sorriso de Baltazar que o sequestrara em seguida.





Notas:

animal¹: A co-relação com os dragões me fez colocar essa insinuação. Pois bem, já que estamos na fase de internet da estória eu creio que posso ilustrar, não?

Quando citados nesses momentos os olhos dos merlinianos serão mais ou menos como na imagem.

Spoiler:
 

loft²: Quem já viu filmes e seriados que são retratados em NY podem ter mais ou menos noção do que estou falando. Ou quem sabe o que é um loft também serve, mas os lofts são característicos em New York.
São apartamentos maiores, podendo ou não ter divisão de andares por escadas. Não são como um duplex (errata na primeira publicação da fic que eu havia colocado um duplex como casa do Derick) pois não são duas casas separadas. São como prédios, podendo ter todos os apartamentos com dois andares, ou um só apartamento com mais andares. É algo meio confuso de se explicar, então vai uma ilustração.

Spoiler:
 

Quem já viu desses em reportagens, filmes e séries e não sabia que são as faixadas de lofts fique surpreso com a quantidade disso que tem nos EUA.
O Loft do Derick é algo mais simples, mas pra ver como seria mais ou menos o interior de um posso colocar isso:

Spoiler:
 

São divisões com os andares de cima abertos. Sendo que o Derick mora no último andar, ele é quem tem acesso ao terraço.
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