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 Obscure Origins

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Sophia Blood

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MensagemAssunto: Obscure Origins   Sex Dez 23, 2011 8:03 am

É uma oneshot, que conta o passado da Sophia com a situação atual ;D


Há exatos 26 anos, eu nasci. Porém, por algum motivo eu não movia nenhuma parte de meu corpo. Minha mãe, em um ato desesperado, recorreu aos medicamentos da corporação farmacêutica Umbrella.
O problema foi que eles me tomaram de minha mãe, e foram iniciados testes com a mais nova criação deles: o T-Vírus. Em mim, os testes foram um sucesso, eu comecei a me mover, e meu corpo era mais resistente que os das outras crianças.
19 anos depois, foram criados clones, para que meu corpo original não se desgastasse. A primeira clone passou nos testes com êxito, então seu teste final era sobreviver a Racoon durante a catástrofe que lá acorreu. Ela deveria sair da cidade, caso contrário morreria e o projeto seria abandonado. Claro que nem tudo saiu como o planejado...
----------------
Três e meia da manhã, eu ouço gritos. Provavelmente o pessoal da produção tirando sarro dos slickers. Detesto estas invenções da Umbrella... Viro para o outro lado e volto a dormir.
Já são dez da noite, como eu dormi tanto?! Eu me levanto e troco de roupa, quando abro a porta, o corredor estava vazio, mais adiante, vejo o que eu mais temia: Infectados!
Corro de volta para meu quarto, tranco a porta. Eu sabia que aquelas aberrações não sabiam nem abrir uma porta, abro a primeira gaveta e retiro todas as minhas roupas de dentro. Retiro o fundo falso e pego minha pistola, ela já está carregada, então pego o cinturão de pentes, e também minha katana de prata. Na pior das hipóteses, eu posso decapitá-los.
Saio do quarto, mas não demoro muito para encontrar os primeiros infectados, logo os derrubo. Continuo andando pelos inúmeros corredores, derrubando mais e mais infectados. Porém, quando chego à ala de testes, começo a me preocupar. Se os Slickers estão a solta, terei de correr o mais rápido possível, ou então, serei devorada viva!
Quando finalmente chego à superfície, há muito mais infectados do que lá em baixo, corro pela cidade que até ontem era completamente normal, tentando não pegar nenhum beco escuro ou alguma rota que possa me fazer ser encurralada.
Ouço tiros, corro imediatamente até o local, e vejo um policial sendo encurralado por infectados, então decido ajudá-lo. Quando começo a atirar, ele rapidamente olha em minha direção.
-Ei! Seu inútil dá pra me ajudar aqui ou ta difícil?! – Ele se assustou pelo tem que eu usei, mas a única coisa que eu queria era dar o fora dali.
-Ta, venha comigo! – Recomecei a atirar em infectados, então conseguimos fugir, o problema é que eu tive que gastar três pentes... Nesse ritmo, minha munição acabaria logo.
-A propósito – Eu disse depois de encontrarmos um bom lugar para descansar – Qual é seu nome?
-Leon. E você, como se chama?
-Sophia Blood.
Lembro-me dos diversos testes realizados pela Umbrella em mim. Um deles era incrivelmente traumatizante: Consistia em drenar 3/5 de meu sangue para análise, aquilo me deixava vulnerável, e com muito medo. Muitos dos cientistas me olhavam de maneira suspeita, então eu os temia mais que tudo. Porém, quando conheci Neal, ele prometeu me proteger, a qualquer custo. Então fizemos um acordo: eu ficaria junto dele, e ele por sua vez, me protegeria caso necessário.
O que eu não imaginava, era que ele se apaixonaria por mim! E o pior, por um tempo eu me senti atraída por Neal, mas depois de eu me juntar ao exército, tudo mudou. Minha única fixação era derrubar a Umbrella, e não havia restado espaço para sentimentos em meu coração.
Mas, como sempre, o destino muda tudo, e eu acabei conhecendo Leon. Por um tempo, eu o achei ingênuo e irritante, com aquele otimismo constante, e sua ideia de “vida tranqüila”. Aquilo simplesmente me irritava!
Quando comecei a morar com ele, vi como ele mudou desde Racoon, aquele simples policial havia se tornado não só um militar, mas meu superior. E com o tempo, descobri que tínhamos mais em comum do que eu havia pensado. Mas eu mantive minha promessa com Neal, embora Leon pareça se interessar por Ada Wong, o que me deixa irada, já que aquela mulher só vai usá-lo.
Mas com você será diferente? – Eu me perguntava sempre que tinha esses pensamentos em mente. Certamente que não seria diferente, eu o usaria para destruir a Umbrella e depois o deixaria. Mas foi completamente diferente, e Leon passou a ser mais do que apenas meu superior para mim, ele passou a ser um exemplo. E devo dizer, eu aprendi muito com ele...
-Sophia... – Hunnigan conseguiu meu atual número, depois da 15ª chamada seguida eu resolvi atender. – Neal e os outros foram mortos...
-O quê?! – Aquela notícia me abalou como nunca, eu senti parte de mim se despedaçar, como se um enorme buraco fosse criado dentro de mim. – Quando?
-Ontem. Preciso de você.
-Por quê? – O que ela me falou, me fez todos aqueles sentimentos virem a tona...
-Pois eu não consigo falar com Leon há três horas... – Peguei minhas coisas e saí correndo.
-Chego em 12 minutos! – Desliguei e entrei em meu carro, já ligando-o e indo em direção a Harvardville.

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