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 David Backerson, detetive (Originais) - Livre

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Sam

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MensagemAssunto: David Backerson, detetive (Originais) - Livre   Qui Set 23, 2010 1:54 pm

Título: David Backerson, detetive.
Categoria: Originais, comédia, mistério.
Censura: Livre.
Avisos: Nenhum.

Sinopse: Meu nome é David Backerson, 18 anos, profissão? Detetive particular.

Um detetive meio diferente...
"-Ok. Se eu fosse um cadáver, quem teria me matado?"

...um chefe de polícia nervoso...
"-Seu idiota! Esse é um caso sério, caso ainda não tenha notado! –Nick me repreendeu."

... e um assasinato.
"-A senhora Jasmine White foi encontrada morta em um quarto de hotel, umas duas horas após o próprio casamento."

Comentários: Se alguém quiser comentar (se é que essa fic vai ter leitores -////-'''') é só ir na minha Home, lá tem o tópico para os comentários ^^
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MensagemAssunto: Capítulo 1   Qui Set 23, 2010 1:57 pm

Eu estou em uma situação meio engraçada, sabe. Ah! Desculpe, esqueci de me apresentar, meu nome é David, David Backerson, dezoito anos. Profissão? Detetive particular. E atualmente estou com um revólver calibre 38 apontado para a minha cabeça, com uma maluca segurando o gatilho. Sim, essa é a situação engraçada. Mas sabe de uma coisa? Não estou nervoso ou com medo, muito pelo contrário, já até me acostumei, tiros daqui... facadas dali... Quem nunca passou por isso alguma vez na vida? Está bem, eu sei, isso não é algo lá muito normal... mas fazer o quê, não é?

Quer saber como tudo isso começou? Se não quiser é só não me escutar, pois vou contar do mesmo jeito.

Era uma quinta-feira, eu estava muito ocupado no meu escritório, jogando vídeo game, quando o meu celular tocou. Era o chefe da policia local, Nicolas, um homem de uns quarenta e dois anos, chamado carinhosamente por todos como Nick.

-Nick! Não podia ter ligado outra hora? Eu tô ocupado. –Eu disse enquanto matava uns bichinhos meio loucos no jogo.

-Isso não é hora para brincadeiras Backerson, tenho um caso para você. –Ele respondeu sem nem mesmo um único pingo de humor. Na verdade eu não trabalho para a policia, mas o Nick a-d-o-r-a achar que sim...

-Qual é o galho? –Eu perguntei sem o mínimo interesse, meu game estava mais interessante.

-O “galho”-ele disse irritado- É um assassinato na cidade vizinha.

-Então por que o detetive de lá não resolve? -Perguntei com um visível desinteresse.

-Talvez por que, como você já sabe, você é o único detetive da região. -Ele me respondeu dando um grande, ou melhor, ENORME ênfase na parte do “já sabe”.

-Eu tenho mesmo q...

-VENHA PRA CÁ AGORA MESMO!! –Ele respondeu enquanto delicadamente batia o telefone na minha cara.

Ok. Agora ele ficou zangado. Desliguei meu videogame, peguei meu sobretudo e minha pistola (nunca se sabe...) e fui voando até a delegacia.



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MensagemAssunto: Capítulo 2   Sex Set 24, 2010 1:11 pm

Chegando lá me deparei com a belíssima nova secretária... E com um Nick furioso que me arrastou pela gola do sobretudo até seu escritório enquanto murmurava algo como “projeto de detetive inútil” ou algo do gênero. Eu me sentei confortavelmente na cadeira e apoiei os pés cruzados sobre a borda da mesa. Infelizmente um olhar reprovador do Nick me fez sair da minha confortável posição, fui até outra cadeira e me sentei.

-Ok, o que aconteceu? –Perguntei.

-A senhora Jasmine White foi encontrada morta em um quarto de hotel, umas duas horas após o próprio casamento.

-Provavelmente ela estava no hotel esperando o noivo, certo?. –Conclui.

-Estava. O noivo, Alberto White, disse que pretendiam passar a lua-de-mel no hotel em questão. Quando entrou no quarto encontrou sua esposa morta.

-Nenhuma prova de que tenha sido ele? –Perguntei curioso.

-Aparentemente não.

-Certo, quem você acha que é o culpado?

-Ora, se eu soubesse não teria chamado você! –Ele respondeu com um MUITO visível descontentamento.

-Posso analisar a cena do crime? Posso? Posso?Posso? –Pedi com os olhos brilhando.

-Isso é o seu trabalho! Você ainda me pede? –Respondeu ele irritado, irritar o Nick é um dos meus passatempos prediletos.

-Então mãos à obra, esse caso não vai se resolver sozinho! –Levantei decidido, subi na minha moto e fui. Poucos segundos depois voltei à delegacia, esqueci de pedir o endereço.





..::---//---//---//---//---//---//---::..


Cheguei a cena do crime. A noiva estava estirada no chão, tinha sido esfaqueada nas costas, as marcas do sangue manchavam o vestido branco. O quarto estava intacto, tudo no seu devido lugar. A cama ainda estava arrumada, a porta não tinha sinais de arrombamento. Juro que se não fosse aquela mulher morta no chão, aquele não pareceria o cenário de um crime.

-E então? Concluiu alguma coisa? –Perguntou um Nick muito curioso.

-Sim. –Respondi sério.

-O que? Fale homem! –Disse Nick.

-Que ela tinha um péssimo gosto para vestidos de casamento, a saia desse aí parece um pára-quedas... -Respondi enquanto balançava a cabeça negativamente.

Bem, pelos meus cálculos foram precisos quatro policiais para impedir que o Nick causasse um novo assassinato naquele quarto...

Pedi que levassem o corpo para outro local, fui atendido prontamente. Então, deitei-me exatamente onde o corpo estivera a alguns minutos.

-O que você está fazendo? –Perguntou meu curioso amigo.

Sem responder sua pergunta, pensei alto:

-Ok. Se eu fosse um cadáver, quem teria me matado?

Novamente os quatro policiais foram necessários...

-Seu idiota! Esse é um caso sério, caso ainda não tenha notado! –Nick me repreendeu.

-Ora, não se estresse tanto Nick...

-“Não se estresse tanto” você disse?!

-Olha, se isso te acalma, eu achei uma pista... -Falei enquanto fazia uma carinha angelical. - Você notou que o cadáver estava sem a aliança? Quem quer que seja o assassino, levou a aliança junto...

Nick ficou sério, alguns segundos depois ele concordou com a minha afirmação.

Certo, eu já tinha uma pista. Mas o que o velho Nick não sabia, é que não era a única. Após eu ter uma pequena conversa em particular com o gerente do hotel, nos fomos falar com alguém muito importante. Alberto White, o jovem viúvo.
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MensagemAssunto: Capítulo 3   Sab Set 25, 2010 11:34 am

Fomos bem recebidos na casa do rapaz, fomos convidados a entrar e nos dirigimos até a sala de estar. Alberto nos ofereceu uma bebida, mas eu recusei, afinal queria estar bem sóbrio para lhe fazer algumas perguntas.

-Bem Sr. White, posso chamá-lo de Alberto? –Perguntei. Ele concordou.

-Certo, onde você estava na manhã de 31 de agosto de 1562? –Eu não resisti a fazer uma piada... E o Nick não resistiu a me dar um belo tapa na cabeça por isso. –Certo, certo. Onde você estava enquanto sua esposa o esperava no quarto do hotel?

-Eu estava conversando com alguns dos convidados da festa, quando lembrei que ela estava me esperando eu sai da festa e fui até o hotel. –Ele disse.

-Tem alguma testemunha desse fato? –Indaguei, queria ver se ele cairia em um pequeno teste...

-Tenho Sr. Backerson, alguns amigos e parentes com quem eu estava conversando, se quiser pode até perguntar para eles. –Ele respondeu um pouco nervoso. Você sabia que nem sempre quem não deve não teme? É da natureza humana ficar nervoso quando somos acusados de termos feito algo que não fizemos.

Eu já ia chamar meu amigo para irmos embora, afinal não tínhamos muita coisa para fazer lá, eu tinha certeza de que ele não tinha nada a ver com o assassinato. Mas algo, ou melhor, alguém me deteve. Uma bela garota ruiva de olhos verdes entrou na sala. Pergunto-me se devo citar o fato dela ter tecnicamente se jogado em cima do jovem viúvo. Ela nos cumprimentou formalmente, e após lançar um olhar um tanto quanto “diferente” sobre o pobre Alberto, que nem ao menos percebera, saiu da sala.

-Quem era ela? –Perguntei ao rapaz.

-Ah! Ela é a Saphira, uma ex-namorada minha, foi dama-de-honra no casamento. –Ele respondeu com indiferença. –Está se mudando para uma casa nessa rua, e até tudo estar arrumado ela vai ficar uns tempos aqui.

Interessante, muito interessante...

-ORA, ORA!! Nick!! Veja como está tarde! – Eu disse descaradamente – Acho que é melhor irmos indo!! TCHAU SR. ALBERTO!! –Eu falei na maior cara de pau enquanto puxava o Nick pela manga do casaco com uma mão e acenava frenéticamente com a outra.

-O que deu em você? Seu projeto mal feito de detetive! –Disse meu nervoso colega. –Podia ter sido mais educado!

-Não contrarie meus métodos. Você não notou nada de interessante lá dentro? –Perguntei.

-Fora a falta de pano na saia da senhorita Saphira? –Ele perguntou brincando, enquanto dirigia até o meu escritório. Coitado, mal faz piadas e quando faz são péssimas.

-Isso também, mas não percebeu uma ligação maior entre os fatos?

-Ela ter sido ex-namorada dele? Sr. Backerson! Isso não quer dizer nada!! –Ele respondeu enquanto estacionava o carro na garagem do meu prédio. Por falar nisso, já falei como eu ODEIO que me chamem de “senhor”? Faz eu parecer velho!

-Veremos, caro Nick. Veremos...


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MensagemAssunto: Capítulo 4   Dom Set 26, 2010 11:29 am


Chegamos ao meu escritório/apartamento. Nem preciso dizer a cara que o Nick fez quando viu o estado do meu escritório não é? Digamos que eu trabalho melhor na bagunça...

-Se importa se eu disser que esse lugar parece uma lata de lixo gigante? –Disse meu “adorado” Nick.

-Não, não. Nem se preocupe. Se importa se eu disser a sua mulher como você se dá “bem” com suas secretárias? –Eu disse sarcasticamente. Eu juraria que o rosto dele era uma palheta de cores, eu nunca vi tantos tons de vermelho juntos!!

-Posso fazer uma perguntinha? –Eu disse com uma carinha tão inocente que faria até o Hitler ficar comovido.

-Fala Backerson. –Ele respondeu, ainda vermelho.

-A família da noiva tinha algum tipo de mordomo? –Perguntei ainda com a minha carinha inocente.

-Tinha, por que?

-E o nome dele era...

-James, por que?

-FOI ELE!! –Esclamei, quase caindo da cadeira, de um jeito que fez com que meu amigo largasse o meu videogame (no qual ele estava mexericando) no chão.

-Meu psp!! –Eu disse enquanto ia socorrer meu pobre videogame.

-Como pode ter tanta certeza? Você nem ao menos falou com ele! –Perguntou meu espantado colega.

-Meu caro amigo que não lê livros, deixe-me explicar, o mordomo SEMPRE é o culpado. Ainda mais quando se chama James! –Eu lhe respondi com um ar de superioridade.

-Onde eu fui me meter –Disse Nick enquanto batia a cabeça na parede. Acho que esse cara está ficando louco...

-Tá, ta. Parei com a brincadeira. –Eu lhe falei. Falei pelo bem da minha parede, ela estava começando a rachar...

-O que você queria falar antes de virmos mesmo? –Ele perguntou, enquanto sentava no sofá.

-Ah! Lembrei! Tem uma folha de papel? –Eu perguntei com uma caneta na mão.

-O apartamento, ou escritório sei lá, é seu! Como quer que eu tenha?

-Não seja por isso –Eu fiquei de pé em frente a parede e comecei a fazer algumas anotações nela.

-Você não é meio grandinho para ficar riscando as paredes? -Zombou meu irritante amigo.

-Você não é meio velhinho para ser tão “amigo” de secretárias tão jovens? -Eu perguntei sarcasticamente.

Após calar a boca do Nick, comecei minha explicação.

-Olha, esse caso era realmente muito fácil. Primeiro a noiva é esfaquiada pelas costas, o que não significa muita coisa mas tem uma certa explicação. Segundo: o assassino tirou a aliança, provavelmente era alguém contra esse casamento. Está me entendendo ou quer que eu vá mais de vagar? -Perguntei para irritá-lo.

-Estou entendendo. –Ele respondeu irritado.

-Ok, continuando. Se esse “alguém” era contra o casamento, então deve ter tido alguma espécie de “caso” com a noiva ou com o noivo, não é? E depois, não é interessante que a ex-namorada do Alberto esteja “ficando uns tempos” na casa dele, logo após a morte da finada?

Nick concordou.

-Mas e se for coincidência? Vai prender a garota sem ter certeza? -Ele começou.

-Eu sabia! Eu sabia. –Retruquei indignado –Você sempre, SEMPRE, tem que me encher a paciência e me dar mais trabalho! Não é?

-Me procure quando tiver provas concretas então! –Ele respondeu se levantando. –Não pode confiar apenas nas suas suposições!

-Ok! Você que pediu! Amanhã mesmo eu vou fazer umas perguntas à UNVFP!! –Respondi me levantando também. Detesto quando não concordam comigo.

-Vai fazer perguntas à quem? -Perguntou Nick, que já estava do lado de fora do apartamento.

-Não te interessa, você quer provas concretas e não o significado de siglas! –Eu disse emburrado e com os braços cruzados.

Ele pôs o braço ao redor do meu ombro e foi me guiando até a cozinha, sentou-se em uma cadeira e me disse para sentar na outra.

-Backerson, por que não conversamos aqui no seu escritório um pouquinho? -Ele perguntou com uma voz tão meiga que deixaria criançinhas com medo.

-Sabe, eu juraria que isso era a minha cozinha. Quando que a minha cozinha foi promovida a escritório? -Disse sarcasticamente. Não sei se deu para notar, mas eu amo ser sarcástico nos momentos certos.

Ok, vi uma veia pulsando na têmpora dele, melhor acabar com isso logo.

-Certo, venha cá meu ilustríssimo colega –Eu disse enquanto o conduzia em direção à porta –Você realmente quer saber o que é a UNVFP? -Perguntei sério.

-Quero. –Ele respondeu, já fora do apartamento.

-Então descubra! –Eu disse com um sorriso demoníaco enquanto batia a porta na cara do meu tolíssimo colega.





.::---//---//---//---//---::.



Antes de dormir eu tratei de arrumar as roupas das quais precisaria na manhã seguinte. Amanhã eu teria um encontro com a UNVFP.



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MensagemAssunto: Capítulo 5   Seg Set 27, 2010 3:44 pm

Eu estava pronto para encontrar o UNVFP, e estava esperando Nick chegar para eu pegar uma carona com ele. Bem, falando do diabo... Nick chegou, e ficou de boca aberta quando me viu.

-Acho bom você me explicar o que está acontecendo... -Disse aquele irritante rindo.

-Faça um favor à humanidade e cale a boca, por favor. –Retruquei emburrado.

-Ora, ora... É que não se vê você assim tão facilmente...

Deixem-me explicar como eu estava, eu usava uma calça social preta, camisa branca muito bem passada, sapatos pretos, o meu cabelo (que normalmente está “à lá Harry Potter”, ou seja, bem desarumado) penteado para trás e com gel, sem falar na Bíblia de trocentas-mil-e-não-sei-quantas-páginas que eu estava levando.

-Dá para fazer o favor de me deixar na praça da igreja –Perguntei mal-humorado.

-Ok Miss Simpatia! –Disse meu amigo enquanto dava a partida no carro, ainda rindo. Véio desgraçado.



Alguns minutos de viagem e nós chegamos. Elas já estavam lá, sentadas em um banco ao lado da igreja. Era com elas que eu deveria falar.

-Chegamos. –Disse Nick.

-Não! Jura!? –Perguntei sarcástico, meu humor não estava muito bom naquela manhã.

-Vai aonde afinal? –Finalmente ele perguntou isso!

-Vou falar com a UNVFP! –Eu disse com um sorriso digno de comercial da Colgate.

-De novo essa tal de UNVFP! –Ele respondeu meio chateado.

-Que foi? Vai dizer que ainda não descobriu o que significa UNVFP? –Perguntei zombateiramente. –Tá vendo aquelas mulheres naquele banco do lado da igreja? –Eu perguntei.

-Aquelas velhinhas lá? –Perguntou meu amigo.

-Exato! É com elas que eu pretendo falar! –Eu disse com um sorriso de orelha à orelha.

-Explique melhor, por favor. –Ele pediu confuso.

-Por que eu tenho a impressão de que você teria entendido antes de eu acabar de explicar se eu fosse a sua secretária? –Eu disse com um sorriso demoníaco. Nicolas ficou vermelho.

-Ok, ok, eu explico. Unidade de Noticias das Velhinhas Fofoqueiras da Praça! Não existe fofoca que essas véias fofoqueiras não saibam! –Eu disse enquanto saia do carro e ia em direção ao banco onde elas estavam.



.::---//---//---//---//---//---//---//---//---::.


Ok, dando início ao plano. Parte um: infiltração. Eu parei ao lado do banco onde elas estavam, botei um belo sorriso no rosto e olhei fundo nos olhos de uma delas. Ás vezes parece que as pessoas tem medo do meu olhar, quase ninguém consegue me encarar por muito tempo.

-Com licença senhoras, eu poderia me sentar neste banco? –Perguntei do modo mais meigo que consegui.

-Nós não compramos o banco. –Disse uma das duas mulheres Elas parecem estar desconfiadas, melhor exagerar um pouco menos...

Fase um concluída. Agora é a segunda parte, conseguir informações! Eu estava quietinho lendo a bíblia, ou melhor dizendo, fingindo que lia. Velhas irritantes! Foi só eu chegar que calaram a boca! Bom, não seja por isso, se a informação não vai até mim, eu vou até a informação!

-Desculpe a pergunta senhoras, mas não foi nessa igreja que foi celebrado um casamento a alguns dias? –Perguntei encarando uma delas com meus profundos olhos azuis, ela logo desviou o olhar. Os olhos delas pareceram brilhar, finalmente teriam um assunto sobre o qual fofocar.

-Sim meu filho, foi aqui sim, Dizem que foi um lindo casamento. –Disse a primeira.

-Uma pena o que aconteceu com a noiva... –Começou a segunda.

-Por quê? O que aconteceu? –Eu disse, me fingindo de desentendido.

-Morreu. Pouco depois do casamento

-Mas que pena! Deve ter sido horrível! –Eu disse fingindo espanto.

-Pobre noiva! Teve de aguentar uma antiga rival como dama de honra, e depois ainda por cima morre! –Disse a segunda.

-Sério? Poxa, coitada. Não acham senhoras? –Eu disse fazendo-me de triste.

-Tem razão meu jovem. A propósito, pode me chamar de Lia, e essa aqui ao meu lado é a Teresa. –Disse a que estava do meu lado. Conquistei a confiança delas, isso é ótimo.

-Mas você nem imagina o quê está acontecendo meu jovem! A dama de honra está morando na casa do viúvo! –Disse a Teresa. Sinto que as informações que eu quero estão chegando...

-Não! –Disse eu dando uma de espantado- Mas que safada! –Eu disse cobrindo a boca com a mão e fazendo cara de indignado.

-Isso mesmo! –Começou a velha Lia –Sabia que ela odiava a noiva? Ah! Pobre Jasmine! Saphira, a dama de honra, a odiava!

-Elas se davam muito mal? –Perguntei curioso.

-Sim! Saphira estava sempre se jogando em cima do noivo! Até na frente da Jasmine! Eu cheguei a ver com meus próprios olhos! Essas meninas de hoje... -Disse a Lia, me entregando uma informação muito valiosa.

-Saphira! Aquela cobra! Todos teriam motivos de sobra para acreditar que tem o dedo dela nessa história! –Disse uma Teresa muito indignada. Ótimo! Eu praticamente já tinha duas testemunhas! ENGOLE ESSA NICK!

-Mas quem realmente deve ter sofrido com a morte da Jasmine é o jovem James. O nome dele é James Thompson, ele era mordomo da família da noiva, tem a mesma idade da finada. Era totalmente contra esse casamento, ele era apaixonado por ela! –Disse Lia. EPA!! Isso acabou com a minha teoria! Se ele era não-correspondido pela noiva, podia muito bem ter resolvido matá-la, é a clássica história do "se você não me ama não vai amar mais ninguém".

-FILHO DA MÃE! ESTRAGOU TUDO! TUDO! –Eu exclamei desesperado levando as mãos à cabeça, eu tinha tecnicamente todo o caso desvendado até ELE aparecer! As duas senhoras me olharam apavoradas. –Desculpe senhoras, mas o dever me chama! –Eu disse enquanto saia correndo e sacava meu celular para pedir para o Nick vir me buscar.


James Thompson, você acaba de entrar para a minha lista de suspeitos.
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MensagemAssunto: Capítulo 6   Ter Set 28, 2010 4:07 pm




Cheguei na casa da família de Jasmine. Quando toquei a campainha fui atendido por um rapaz de cabelos loiros e olhos verdes, provavelmente este era James Thompson.

-Posso ajudá-lo senhor? –Ele perguntou educadamente.

-Tenho certeza que sim. Eu sou David Backerson, detetive particular. –Eu disse em um tom de voz amigável. –Eu vim para investigar sobre o assassinato da senhora Jasmine White.

Por um momento pareceu-me ver lágrimas se formarem nos olhos dele.

-Me desculpe senhor, mas a família não quer ser encomodada no momento.

-Não faz mal, minha conversa é com você. –Eu disse enquanto adentrava a casa sem esperar convite, eu sou meio cara de pau as vezes, eu sei.

-Como assim comigo? –Ele perguntou preocupado.

-Eu soube que você era um grande amigo de Jasmine, corrija-me se eu estiver errado. –Eu falei calmamente, enquanto me sentava em uma cadeira e apontava-lhe para fazer o mesmo.

-Jasmine e eu éramos muito íntimos senhor, quero ajudá-lo em tudo o que for possível. –Ele disse com a cabeça baixa.

-Você sabe que está na minha lista de suspeitos? –Perguntei olhando fundo em seus olhos.

-Bem, agora eu sei. –Ele disse.

-Oh! Bem... Então, o que pode me falar sobre você e Jasmine?

-Eu a conheci quando cursávamos o terceiro ano do segundo grau, ela era uma aluna regular, e não demorou muito para nos tornarmos grandes amigos, tanto que foi graças a ela que consegui esse emprego. O problema é que eu não queria ser apenas um amigo. Na faculdade ela conheceu o Alberto...

Ele parou de falar. Seu rosto estava tomado por uma expressão de grande raiva.

-Você não gosta dele, não é? –Perguntei com o meu sorriso diabólico.

-O desgraçado traia ela com a ex-namorada. –Ele disse com um olhar que refletia todo o seu ódio.

-Então quer dizer que o Alberto traia ela? –Perguntei sem tentar disfarçar o espanto. Afinal, se analisarmos todos os ângulos desse caso...

-Sim! Quando Jasmine ameaçou largá-lo ele deixou Saphira no vácuo e pediu Jasmine em casamento! Aquele cachorro sem vergonha! E o que ela fez? ACEITOU! –James me contava enquanto tentava conter as lágrimas.

–Mas pode ter certeza de uma coisa senhor –Disse James enquanto limpava as lágrimas e sorria. –Quando vi a felicidade que estava estampada no rosto de Jasmine no dia de seu casamento, tive certeza de que era o melhor para ela. Compreenda que eu nunca a machucaria, eu não aguentaria fazê-la sofrer, tentei ficar feliz por ela, cheguei até mesmo a conversar com Alberto instantes antes dele ir ao hotel!

-Certo, muito obrigado, foi de grande ajuda. –Eu disse enquanto deixava o local

Alberto está forra da lista de suspeitos, James não tem culpa nessa história. Então agora...



..::--//---//---//---//---//---//---//---//---//---//--::..


-Srta. Saphira, é um prazer revê-la. –Eu disse enquanto Saphira se sentava à minha frente, na sala de estar da casa de Alberto, o rapaz estava trabalhando e eu resolvi passar para acabar o que comecei.

-Bom dia Sr. Backerson. –Ela disse com um lindo sorriso.

-Vou ser direto, eu adoraria encontrá-la amanhã, para conversarmos um pouco, sabe. Como... Bons amigos. –Eu disse dando um grande ênfase no “adoraria”.

-O que quer dizer com isso Sr. Backerson? –Ela perguntou interessada.

-Ora, só David, por favor. Sabe, a senhorita deve estar muito triste com o que aconteceu com sua amiga, ainda mais sendo a dama de honra, vocês deviam ser muito próximas... –Eu disse encarando-a profundamente. –Pensei que gostaria de desabafar com alguém...

-Seria ótimo, David. –Ela disse com um sorriso malicioso enquanto mexia nos MEUS cabelos. Mas que víbora! Eu sou muito novo para ela! Safada! Pelo menos agora ela acha que está fora da lista de suspeitos.

-Entendo perfeitamente, amanhã às 20:30?

-Seria perfeito, pode me dizer aonde vamos nos encontrar?

Eu lhe entreguei um papel com um endereço e sai de lá.

Após essa breve conversa eu resolvi ir para casa. Já eram umas 21:30, estava bem escuro. Comecei a ouvir passos me seguindo e então apressei o passo. Até que de repente fui puxado para dentro de um beco escuro, tentei sacar minha pistola mas quem quer que seja que tenha me pegado era bom, pois me imobilizou na hora e me conduziu até um lugar com uma iluminação fraca.

Quando olhei para quem tinha me “sequestrado”, vi que era uma garota de uns dezoito anos, ela tinha os cabelos negros e lisos presos batendo na cintura, parecia não conhecer o sol e tinha olhos negros muito profundos. E estava apontando um revólver calibre trinta e oito para a minha cabeça.

-Quem é você? –Eu perguntei.

-Cale a boca, você não está em um momento muito bom para fazer perguntas.-Ela respondeu friamente. Ela apertou um interruptor de luz e o lugar foi iluminado por uma luz amarelada.

-Vai me dizer quem é você ou não vai? –Perguntei sem muito medo, não acredito que ela tenha coragem de puxar o gatilho.

-AFE!! Por quê os homens nunca obedecem?! –Ela perguntou nervosa.

-Epa! Como assim? As mulheres é que são mais teimosas do que mulas! –Respondi indignado, agora é pessoal!

-O QUÊ?! NEM PENSAR! –Ela respondeu ofendida.

Nesse momento começamos uma discussão, até que num súbito ataque de raiva essa louca jogou um canivete contra a minha perna, eu tirei a perna na hora, mas...

-MEU SOBRETUDO!! Você esfaqueou a bainha do meu sobretudo!!!! Quem você pensa que é?! –Perguntei indignado. Podem fazer QUALQUER coisa comigo, mas AI de quem fazer algo com o meu sobretudo ou com o meu psp!

-Afe!! Cala a boca! –Disse ela apontando novamente o revolver para a minha cabeça.

Bem, foi aqui que começamos, lembram? Facadas, revólver, uma louca... Lembram?

-Fala sério! Foi a Saphira que pediu para você fazer isso? –Perguntei desconfiado.

-Não se faça de bobo Klaus! Não sei de Saphira nenhuma! Não foi ela que me contratou! –Ela respondeu como se eu tivesse dito a maior besteira do mundo.

-Klaus? Que Klaus? Meu nome é David! –Respondi confuso.

-Tem certeza?! –Ela perguntou, parecia tão confusa quanto eu.

-Não, eu não tenho certeza sobre se o MEU nome é David. –Eu disse sarcástico.

-Um conselho para você cara, nunca confie em ninguém. –Ela disse enquanto pegava minha carteira em um bolso interno do sobretudo e via que eu estava falando a verdade.

Quando constatou que eu falava a verdade a garota me soltou.

-Me desculpa, sério. A mulher que me contratou me deu as informações erradas. –Ela pedia desculpas extremamente vermelha. –É a primeira vez que isso acontece, em uns quatro anos de trabalho, juro. –Ela dizia constrangida.

-Tudo bem. –Eu disse enquanto ela se virava para ir embora. –Algo me diz que vamos nos ver de novo em breve. –Eu disse.

-Também acho isso. A propósito, eu sou Samanta Stygian, assassina por encomendas. –Ela disse enquanto desaparecia no meio da noite.

Cheguei em casa cerca de meia hora depois de tudo isso. Logo que cheguei telefonei para o Nick.

-OI NICK!! –Eu disse num volume que deve ter acordado todo o quarteirão. –Amanhã eu preciso que você esteja neste endereço...

====================================================================================
David: - Um minuto de silêncio pela morte do Bob! TT-TT
-Quem? o.õ
David: -Bob! Meu sobretudo! Tadinho, aquela louca esfaquiou ele!! TT0TT
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MensagemAssunto: Capitulo 7   Seg Out 04, 2010 11:34 am

Eram oito e meia da noite, eu já estava no local do meu “encontro” com a senhorita Saphira, estava tudo pronto, só faltava ela chegar. Era o restaurante de um amigo meu, como ele me devia uns favores ele nem ao menos pensou duas vezes quando lhe perguntei se seria possível reservar todo o restaurante para mim. A mesa estava posta em um canto ao ar livre, em frente a uma bela vista para a cidade. O céu estava estrelado, a mesa era iluminada por três velas em um castiçal, parecia até que eu ia pedir a Saphira em casamento! Acho que foi isso mesmo que meu amigo pensou quando arrumou tudo...

-Senhorita Saphira, é um prazer revela! –Eu disse quando a vi se aproximar do local.

-Nunca falto a um compromisso! –Ela disse com um sorriso, enquanto estendia a mão para me cumprimentar. Dei um leve beijo nas costas da mão dela, não pude deixar de reparar no belíssimo anel que ela estava usando...

-É realmente um lugar encantador! –Ela disse encantada.

-Concordo, mas não estamos aqui para falar da decoração, não é? –Perguntei gentilmente. –Deve estar muito triste, afinal, você e Jasmine deviam ser grandes amigas, não é?

-Claro! Claro que éramos! –Ela disse. –Mesmo depois de ela ter roubado o meu namorado. –Ela disse, acho que a primeira taça de vinho está surtindo efeito nela. Lembrem-se crianças: se forem se encontrar com um detetive, não bebam! Ou podem revelar informações importantes sem querer!

-Então vocês não se davam muito bem?

-Na verdade não. Aquela cobra roubou o MEU namorado! E depois CASOU com ele! –Ela respondeu indignada. O que o Calvin, dono do restaurante, misturou na bebida dela? Ela tá falando tudo e mais um pouco.

-Então, você não deve ter se importado muito com a morte dela, não é? –Perguntei jogando a isca enquanto bebia um gole de coca-cola, nunca gostei de nada que tenha à ver com álcool, além de que eu só tenho dezoito aninhos.

-Claro que não! Aposto que não adivinha o porquê... –Ela disse, logo após tomou um gole de vinho. Agora eu lembrei, o Calvin trabalhava numa agencia de espionagem antes de comprar o restaurante. Provavelmente tinha colocado soro da verdade na bebida dela. Isso explica o por quê de tantas revelações...

-Se eu adivinho o porquê? Esqueceu que eu sou um detetive? Vejamos... Talvez pelos seguintes motivos: 1º o gerente do hotel me disse, em uma conversa particular, que alguém tinha pedido a chave do quarto onde o casal ficaria, 2º a noiva foi esfaqueada nas costas...

Ela me olhou meio confusa.

-Deixe-me explicar esses dois primeiros motivos. Era alguém íntimo do casal, mas como ela estava de costas pode-se dizer que não era alguém de quem ela gostava muito... –Eu falei enquanto via o rosto da mulher ir perdendo a cor.

-Ora, você está dizendo que acha que eu a matei? –Ela perguntou. –Supondo que seja verdade, você não tem provas concretas, tem? –Ela perguntou com um sorriso irritante.

-AFE! –Eu disse ficando em pé em um pulo. –POR QUÊ TODOS ME ENCHEM O SACO COM ESSAS PORCARIAS DE PROVAS CONCRETAS?! –Eu perguntei levando as mãos à cabeça.

-Você está bem? –Ela perguntou rindo, o teor alcoólico do sangue dela deve estar maior do que o de um alambique... Ela já bebeu umas quatro taças de vinho.

-Quer saber? Estou sim! E quer saber quais são as minhas provas concretas? 1º Ela foi esfaquiada pelas costas, um típico gesto de traição, 2º Você era a dama de honra, alguém íntimo o bastante do casal para consegui a chave do quarto. 3º Motivos não te faltavam, você amava o noivo dela. E 4º e último motivo, você está usando a aliança que devia estar no dedo dela! –Eu disse apontando freneticamente para ela – VIU?! Consegui as provas concretas!!

-Ora seu... –Ela disse enquanto esticava a mão para pegar a faca que estava na mesa. Ela gosta de facas hein?

Em uma questão de segundos, Nick e mais dois policiais entraram no local. Eu havia pedido de antemão para que eles ficassem na cozinha do restaurante, onde se tem uma boa visão de onde estávamos, para caso isso acontecesse.

-Mão na cabeça! –Disse Nick sacando o revólver.

-Que vai começar O rebolation-tion. –Eu falei. Nick ficou vermelho de raiva... –Quer prova mais concreta do que isso Nick? –Perguntei.

-Você já venceu o jogo Backerson, está querendo humilhar também? –Ele disse tentando se fazer de ofendido, enquanto algemava a mulher.

-Saphira Redson, você está presa pela morte de Jasmine Whith. –Eu disse enquanto encarava a nossa culpada.





..::~//~//~//~//~//~//~//~//~//~::..





Eu estava jogando videogame quando meu telefone tocou, era o Nick, já haviam se passado seis dias desde a prisão de Saphira. O quê aquele velho chato quer agora?

-Nick! Seu chato! Me chamou quando eu tava quase vencendo o Browser! –Eu disse indignado.

-Você já é bem grandinho para jogar Super Mario World, não acha?

-Mas eu comprei o meu super nintendo ontem! Agora eu tenho todos os produtos da Nintendo! Eu só estava querendo curtir meu brinquedo novo! –Eu disse emburrado.

-Surgiu um novo caso para você. –Ele disse me ignorando.

-Detetive PARTICULAR, você sabe o que significa PARTICULAR? –Perguntei.

-Esse é o seu pagamento pelo caso Jasmine Whith. –Ele disse, e logo após me falou o valor.

-Esquece o que eu disse! Me chame sempre que precisar! –Eu disse.

-Quer saber sobre o seu novo caso ou não? –Ele perguntou.

-Pode falar!

-Tem a ver com uma assassina por encomendas, como é mesmo o nome dela? –Disse Nick. Eu fiquei pálido.

-Samanta Stygian!Esse é o nome dela. -disse Nick. Eu perdi totalmente a cor. Aquela garota no beco...

-Certo, depois eu vou aí. –Eu disse, e logo após eu desliguei o celular e também o videogame.

Eu fiquei olhando para o nada por alguns segundos, até conseguir raciocinar direito.

-Samanta... Stygian.




Continua na fanfic: O caso Samanta Stygian
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David Backerson, detetive (Originais) - Livre
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