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 Fanfuck: Wayfarer [Crossover] [+16 acho '-']

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Sophia Blood

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MensagemAssunto: Fanfuck: Wayfarer [Crossover] [+16 acho '-']   Sab Jan 26, 2013 2:02 pm

Sinopse:
Após seu último caso na Unidade de Analises Comportamentais do FBI, Sophia Blood parte para viver e Trabalhar como uma CSI na Unidade de Miami, com o renomado Horatio Cainee sua equipe. Mas nem tudo acaba dando certo, e antigos inimigos que pareciam ter desaparecido voltam para assombrar nossa jovem protagonista e Sophia se vê forçada a voltar para Quantico e obviamente para seu parceiro: Spencer Reid

(ainda está em andamento, antão se quiserem deixar algumas sugestões ou críticas construtivas, sintam-se à vontade, mas na página de comentários ;D)

Página para comentários: http://fanfuck.forumeiro.net/t219-comentarios-wayfarer-o#24598


Última edição por Sophia Blood em Sab Jan 26, 2013 2:09 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Wayfarer [Crossover] [+16 acho '-']   Sab Jan 26, 2013 2:08 pm

Capítulo 1 – A Chegada


A quente e ensolarada Miami. Nada melhor para tomar sol, pena que eu não vim aqui para isso, muito pelo contrário, eu vim recomeçar minha vida, ou tentar.
-Olá. Procuro Horatio Caine. – Eu disse
-Estou aqui, Sophia. – Me virei e ele estava ali, meu novo chefe.
Spoiler:
 
-Olá Sr. Caine. – Eu disse sorrindo.
-Me chame de H. – Ele disse em português, conheci Horatio no Brasil, há 10 anos... Quando ele soube do acontecido a Claire, pediu para que eu trabalhasse com a sua equipe.
-Ok. – Eu o acompanhei pelo lugar, era realmente enorme!
Um rapaz veio até H para falar sobre os resultados de um composto a base de carbono encontrado na cena do crime, quando me viu, me cumprimentou...
-Hi! My Name is Ryan! – Ele sorriu para mim
Spoiler:
 
-Sr. Wolfe; quero que seja o supervisor da Srta. Sophia enquanto ela trabalhar aqui. Ela será sua assistente, inclusive em campo.
-Ok H. –Ele sorriu – Vou cuidar dela. – Em seguida Horatio foi para sua sala.
-Por onde começamos? – Eu disse após vestir meu jaleco
-Bem, você pode começar me trazendo um café. Depois, vamos organizar alguns arquivos... – Ele disse começando a andar, me deixando para trás...
-Mais modesto impossível... – Disse em português.
Depois de algumas indicações, cheguei até a sala onde Ryan estava folheando algumas pastas, eu deixei a xícara em cima da mesa e me sentei ao lado dele.
-O que tem nestas pastas? – Perguntei tentando ver.
-Antigos casos. Têm mais duas caixas a serem examinadas, estão ali, ó. – Ele apontou para um balcão.
-Okay. – Eu peguei uma delas, já a abrindo e pegando a primeira pasta. – O que devo procurar?
-Qualquer pista relacionada ao caso de “Killer Needle”. – Ele disse ainda examinando a pasta.
-Certo. – Comecei a ler a primeira pasta. Nada...
Estávamos na última caixa, e nada de pistas, minha cabeça doía, e eu tomava minha quinta xícara de café.
-Eu já volto. – Ryan disse – Continue lendo. – Ele saiu da sala.
-No fear, no pain
Nobody left to blame
I'll try alone
Make destiny my own
I learn to free my mind
Myself I now must find
Once more
Once more - Eu cantava distraída.

Eu estava na última pasta quando Ryan voltou, ele ficou parado, apenas me observando, o que realmente me deixou inquieta.
-Sophia. – Levantei meu olhar encarando-o – Temos que ir a uma cena de crime. – Me levantei, deixando a pasta de lado e indo junto com meu “supervisor”.
Ao chegarmos, Horatio estava lá, e todos se moviam de um lado para o outro. Fiquei esperando por instruções enquanto Ryan conversava com algumas pessoas.
Eu estava distraída, quando vi algo brilhoso no chão, peguei meu quite de evidências, colocando as luvas e coletei uma amostra da substância estranha. Que por algum motivo me parecia familiar...
Ao voltarmos ao laboratório, retomei a leitura da pasta, e finalmente encontrei algo útil.
-Ryan! Eu encontrei a pista! – Exclamei, ele gentilmente pegou a pasta e começou a lê-la.
-É isto! – Ele disse – Bom trabalho Sophia! – Ele saiu correndo da sala, provavelmente indo mostrar para Horatio.
No fim do dia, cheguei a meu novo apartamento, eu desencaixotei algumas coisas, tomei um banho e desmaiei no sofá.
Acordei com meu celular tocando loucamente, eram 5 h 30 min. Levantei, tomei um banho e liguei meu rádio.
Spoiler:
 
Tomei meu café da manhã e saí. Enquanto eu andava a caminho do trabalho, deixo meu celular cair, e quando vou juntá-lo, avistei algo na beira do rio.
Ao me aproximar, vejo alguém caído, com metade do corpo para dentro da água, me aproximo, e ao checar os sinais vitais, confirmo que a pessoa está morta. E ao que parece, há uns três dias!
-Ryan, eu encontrei um corpo! Venha aqui o mais rápido possível.
Logo toda a equipe estava lá, conheci a Dra. Alexx. Uma pessoa bem gentil.
-Muito bem Sophia. – Horatio disse – Como encontrou o corpo?
-Meu celular caiu barranco abaixo... Sou meio desastrada às vezes.
-H, ele tem levou uma facada no coração, de acordo com Alexx. – Ryan disse se aproximando – Ela suspeita de que ele tenha sido assaltado. Já que não encontramos documentos.
-Leve-o. Temos de fazer justiça... (A: H e suas frases filosóficas .-.)
Ao chegarmos ao laboratório, fui informada de que a substância que eu havia achado ontem era gel. Por isso achei familiar!
-... O que é estranho, já que ele não tem nenhum ferimento de defesa. – Alexx dizia quando cheguei no dia seguinte.
-Alguma pista? – Perguntei
-Só algumas suposições. – Ryan disse
-Ryan... Você está me subestimando? – Perguntei
-Só acho...
-Só acha que uma novata não sabe fazer o trabalho? – Me irritei – Caso você não saiba, já fui médica, e agente do FBI. E só pra constar, se ele não possui ferimentos de defesa, significa que talvez ele fosse o agressor, e que a morte tenha sido acidental.
Ele ficou em silêncio, então prossegui.
-E se você acha que só porque sou apenas uma novata não percebi que ele tinha pólvora na roupa, então você precisa melhorar Sr. Wolfe. – Eu me virei e rumei à sala da legista.
-Sr. Wolfe... – Horatio me chamou – O que aconteceu?
-Eu subestimei a Sophia... Confesso que ela é um pouco esquentada demais!
-Peço que fique de olho nela. Um antigo inimigo virá atrás dela, e vai tentar matá-la.
-Quem?
-Isso, nós iremos descobrir... – Ele saiu, então fui atrás da minha “pupila”.
-... Entendo... Então você acha que foi a família? – Alexx perguntava.
-É o mais provável, uma única facada? – Sophia dizia – Não pode ter sido assalto, geralmente usam armas pra isso.
-Como você acha que aconteceu? – Perguntei me aproximando. Ela se virou e bateu em meu lado esquerdo.
-Assim... – Ela sorriu – O suspeito se aproxima por trás, a pessoa está com medo, e sem querer acaba matando ele...
-Só nos resta saber quem. – Eu disse
-Delko já está cuidando disso. – Sophia disse saindo, então fui atrás.
Eu tinha perdido ela de vista, e ao virar em um corredor, fui surpreendido por ela, me encarando, de braços cruzados e com uma expressão de raiva.
-Por que está me seguindo? E nem venha me dizer que você ia por esta direção.
“Droga; fui pego!” – Pensei – Horatio disse pra eu ficar na sua cola, pois você está em perigo... – Ela ficou em silêncio
-Quem?
-Eu não sei. Mas H me mandou te proteger.
-Ta bom... Não é por nada, mas eu sei me cuidar.
De repente, o vidro se quebrou, e eu fui ao chão, só pude ouvir a Sophia gritar...
-Ryan! – Gritei, ele f
oi baleado!
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Wayfarer [Crossover] [+16 acho '-']   Sab Jan 26, 2013 2:22 pm

Capitulo 2 – Auxilio.


Eu avistei alguém do outro lado da rua, mas era impossível! A pessoa armou a bazuca de novo, eu consegui arrastar Ryan para um lugar seguro, e a parede explodiu, me jogando no chão, fazendo-me apagar...
Fui abrindo meus olhos aos poucos, uma lâmpada fluorescente fazia minha visão embaçar, mas um tempo depois, me acostumei com a claridade e avistei um rosto familiar...
-Sophia! – Era o Reid – Você acordou!
-Não Reid... Eu sou sonâmbula! – Disse
-Continua a mesma... – Ele disse
-O que aconteceu? – Minha cabeça doía, e eu não conseguia raciocinar de jeito algum...
-Alguém atirou com uma bazuca contra o laboratório. – Ryan disse entrando. – Pode ir, eu assumo agora.
-Você não tem condições de protegê-la, está com 40% do corpo ferido, e sua visão está prejudicada.
-E você não tem a aparência de um agente do FBI, nem a idade imagino. – Eles estavam discutindo? Por mim?
-Parem com essa coisa de criança e saiam do meu quarto. – Eu disse emburrada
Eles saíram, mas continuaram discutindo, eu mereço mesmo... Devo ter grudado chiclete na cruz pra ser tão amaldiçoada...
Então a imagem da pessoa me veio em mente, era Claire. De alguma forma Paha não conseguiu matá-la, e agora, ela está tentando me matar!
E pior, se Paha não a matou, ela deve estar trabalhando com ele! E os dois querem me matar, então significa que toda aquela história de querer me proteger era mentira? E no fundo só queriam me atingir pelas mortes? Ou seja, toda aquela chacina é minha culpa!
-Pensando muito? – Ryan disse, ao voltar para o quarto.
-Fazendo umas conclusões... – Eu disse.
-Os médicos disseram que você já pode sair. – Ele sorriu.
(...)
“Parece que a garota é mais resistente do que eu pensei...” – Eu pensava enquanto voltava ao quarto de Sophia com um café.
-É minha culpa... – Parei atrás da porta, ela falava com H.
-Você não tinha como saber...
-Eu deveria ter imaginado! Por causa dela, todas aquelas mortes aconteceram, e Ryan quase se feriu. Eu não posso estar com outras pessoas Horatio.
-Se ficar sozinha vai acabar morrendo filha... – Eu fiquei pasmo, como assim?!
-Então é melhor que seja assim. Muita gente já se machucou por minha causa, e eu não quero mais tragédias.
-Se você morrer, eles irão perseguir outras pessoas. Provavelmente quem você gosta.
Ela ficou em silêncio por algum tempo, Sophia andou até seu leito, sentando se e encarando Horatio com uma expressão de puro ódio.
-Nesse caso, terei de acabar com eles primeiro... – Até a voz me deixou com medo.
Horatio deixou o quarto, quando me viu veio falar comigo:
-Você está bem Sr. Wolfe?
-Estou. A médica disse que eu já tenho permissão para sair. E a Sophia também. – H continuou me encarando.
-Tome cuidado. Há uma assassina a solta, e quer matar vocês. – Ele pôs seus óculos de sol e saiu.
Entrei no quarto, Sophia cantava distraída enquanto arrumava suas malas, coloquei o café sobre a mesa e me aproximei.
-O que está acontecendo? – Perguntei
-Minha irmã é uma assassina de aluguel, e ao que parece, ela se aliou a meu ex-namorado e agora querem matar a mim e a todos que estão ao meu redor. Então eu vou matá-los primeiro...
-Vai precisar de ajuda. – O agente magricelo disse entrando no quarto.
-É, e pretendo tê-la. – Ela sorriu – Mas não o tipo de ajuda que você pensa Reid.
-O que você pretende fazer? – Perguntei
Ela tirou uma pistola da mala, pondo algumas balas no tambor e logo a deixando pronta para ser usada.
-Pretendo aniquilar tudo oras! – Ela sorriu.
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Wayfarer [Crossover] [+16 acho '-']   Qua Maio 01, 2013 5:47 pm

Capítulo 3 – Armadilha do destino




Fiquei sabendo que aquele agente do FBI ficaria no apartamento de Sophia, isso me deixou inquieto, mesmo que eu ainda não saiba o porquê.

-Ryan? – Sophia me chamava. – Wolfe! – Ela gritou

-O que foi?! – Eu disse assustado

-Presta atenção pô! – Ela disse emburrada, Sophia realmente não tinha paciência...

-Desculpa! – Eu disse cinicamente, o que a deixou ainda mais irritada. – O que dizia mesmo?

-Que a viatura 2210 reportou atividades suspeitas no leste da cidade, ao que parece, uma casa tinha o vidro de uma das janelas totalmente quebrado, e os vizinhos disseram que ouviram gritos.

-Tem o endereço? – Perguntei

-É claro! – Ela sorriu – Vamos atrás do nosso assassino de assaltantes!

-Piada sem graça. – Eu disse

-Não era piada. – Ela disse séria, Sophia pegou seu quite e fomos em direção ao Hummer, para visitar a tal casa.

-Natalia, me manda o endereço reportado pela viatura 2210, por favor. - Eu pedi, e logo o endereço estava na tela do meu celular. – Valeu!

(Sophia's POV)

Ao chegarmos, duas crianças brincavam no pátio, mas ao nos ver, foram correndo para dentro de casa, logo uma mulher, de aparentemente trinta anos, cabelo castanho e olhos verdes, pele clara, vestia uma calça jeans, uma blusa branca que caía em um dos ombros, e um sapato branco veio em nossa direção.

-O que a polícia deseja aqui? – Direta isso é bom.

-Eu sou a CSI Sophia Blood, viemos aqui já que você e sua família são suspeitos do assassinato de um assaltante. – Eu disse

-O quê?! – Ela fingiu se exaltar – Que besteira é essa? Chamando-me de assassina! – O marido saiu e veio até nós.

-Julia, se acalme! – Ele disse, tentando conter a esposa. – Meu nome é Charles. Minha mulher e eu gostaríamos de cooperar no que for necessário, mas deixem nossos filhos fora disso, por favor.

-É claro. – Ryan disse – Venham conosco até a delegacia, por gentileza.

Enquanto voltávamos, passávamos por uma ponte, quando de repente Ryan perdeu o controle do carro, nos lançando pela ponte, direto n’água.

-Ryan! –Gritei, eu era uma péssima nadadora, então nossas chances eram muito poucas.

Meu oxigênio foi acabando, assim como minha consciência. Quando acordei, estava com a cabeça fora d’água, sendo segurada por Ryan.

-Ei, você ta viva? – Ele perguntou brincando

-Se morri to no inferno... – Eu disse apontando para as ambulâncias, e especialmente, para o Reid surtando...

Depois de sair do hospital, contra a vontade dos médicos e especialmente do Reid, fiquei sabendo que o casal morreu no acidente.

-Acho que tem alguém puxando as cordas nesta peça. – Eu disse entrando com Ryan

-Você deveria estar no hospital. – Ele disse.

-Já mandei Reid embora por ficar me enchendo! Sou médica, se for demais, eu paro okay babá? - Eu disse ríspida, detesto quando ficam no meu pé!

-Okay, okay! - Ele disse assustado – Não precisa falar assim comigo!

Entramos no laboratório, e eu já comecei a analisar as provas recolhidas no local. Por alguma razão irritante, nenhuma delas batia com minhas teorias, a única coisa que eu realmente tinha certeza, era que alguém quer me sabotar!

Delko havia descoberto o envolvimento de uma gangue no caso de assalto, parece que aquele homem ter sido morto foi apenas falta de sorte. Isso fez com que a minha perspectiva do caso mudasse completamente. Havia certas suposições a serem consideradas: 1ª. Se o assaltante fora morto durante o ato, significa que alguém da família o matou. 2ª. Se esse foi o caso. É provável que alguém da gangue tenha matado o casal por vingança. 4ª, Se foi isso, provavelmente estarão tentando matar a criança. Então teremos de tomar cuidado!

-Você é mesmo boa. - Ryan admitiu. - Bom, vamos atrás da garotinha então!

-Não é necessário. - Um homem disse com a arma na cabeça da criança, que chorava. - Vocês logo a porão junto com os pais! (ele fala errado mesmo).

-Na verdade seria “vocês logo irão deixá-la junto aos pais” - Cochichei.

-Não é hora de corrigir o assassino Sophia. - Ryan disse de volta.

-Força do costume... - Eu sorri. - Mas diga-me, o que você ganha matando uma criança? - Eu disse séria.

-Ela também está envolvida, então... - Eu saquei minha arma e dei um tiro na testa do homem, fazendo-o desabar sem vida no chão.

-Então nada, seu imbecil. - Eu disse

-Você está bem garotinha? - Natalia foi cuidar da criança. E eu fui para a varanda.

Um ano e meio se passou desde aquele caso, muitos outros vieram, mas acredito que aquele foi o que mais me marcou em Miami. Eu recebi um convite para auxiliar a UAC em um caso de canibalismo similar ao que trabalhei há alguns anos.
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Wayfarer [Crossover] [+16 acho '-']   Qui Jun 20, 2013 4:29 pm

Capítulo 4 – Seita secreta.
 
Embora seja apenas um imprevisto – Ou obra do destino – Eu estou indo para o aeroporto. E o mais importante: Para buscar ninguém menos que a agente Sophia Blood...
- Você demorou! – Ela disse ao entrar no carro, após ter posto suas malas atrás – Mas admiro que você não tenha batido com o carro... Reid. – Ela sorriu ao terminar de falar.
- Você que é impaciente! – Eu disse dando a partida no carro – Sabe por que está aqui? – Ela assentiu.
- Para ajudar o FBI com um caso misterioso de canibalismo. – Ela disse – E para encher tanto sua paciência para que você nunca mais queira me ver na vida! – Ela acrescentou rindo.
- Já faz dois anos não é? – Já fazia muito tempo desde a última vez em que vi Sophia. Morgan começou a achar que eu estava com depressão, mas confesso que me sinto bem melhor com a presença dela!
- É... O que tem feito?
- Me mudei para um apartamento menor, tem uma boa localização apesar de tudo. Hotch tem a liderança do grupo agora, pois Gideon saiu. E a Prentiss...
- Eu soube. – Era difícil tocar naquele assunto. Ela havia morrido há dois meses, e eu ainda não superei. – Mas então... Onde eu vou ficar?
- Em um apartamento ué! No meu não tem espaço!
- É eu devia ter imaginado. Acho que vou passar um tempo com a Garcia! – Sophia riu. Ao chegarmos à sede da UAC, Hotch nos acompanhou até a sala de reuniões, onde todos estavam esperando.
- Vamos começar. – Hotch disse ao entrar na sala.
-Sophia POV-
    Após Hotch me repassar os detalhes do caso, me lembrei imediatamente de um caso semelhante que um amigo meu havia me contado.
- Eu conheço uma pessoa que possui experiência com esse tipo de caso, o nome é Zack Addy, ele é antropólogo forense.
- E onde ele está? – Hotch perguntou
- Bem... Ele está preso em uma prisão psiquiátrica, e foi acusado de assassinar a vítima de canibalismo. – Eu disse receosa.
- E como você acha que ele poderia ajudar? – Ele me olhou sério
- Zack não mata nem uma mosca, ele apenas disse isso para que não fosse para a prisão federal, fora que ele não matou ninguém, mas mesmo assim seria acusado de cúmplice. Já que ele foi o aprendiz do “Gormogon”.
- Gormo o quê? – Morgan perguntou
- Dizem ser o líder de uma seita canibal, esse era o caso que ele investigava com sua equipe antes de quase explodir as mãos...
- E você acha que ele pode nos ajudar? – Reid perguntou
- Ele é quase tão estranho quanto você. – Obviamente ele não gostou do que eu disse, mas resolveu ficar quieto. – Zack reconhece padrões melhor do que eu e creio que ele possa ser útil na investigação.
- E como vamos tirá-lo da prisão? – Hotch perguntou.
- Não faço ideia... – Eu disse por fim.
- Eu tenho uma ideia, embora não goste muito... – Reid disse – Sou formado em psicologia, podemos dizer que queremos testar as condições dele, e talvez fazer um teste para ver se ele pode voltar a conviver em sociedade.
- Você realmente tem boas ideias Reid! – Eu disse tomando um gole de meu café, que por sinal estava horrível. – Então faremos isso! Eu irei apresentá-lo ao psicólogo dele, e talvez ele nos deixe “testar” Zack.
    No dia seguinte, partimos para onde Zack estava, a princípio, foi difícil conseguir que os guardas permitissem nossa entrada, mas ao dizer quem nós éramos, eles resolveram ceder e nos deixaram entrar. Ele estava sentado na sala de visitas, quando eu entrei, ele sorriu, mas, ao ver Reid, ele voltou a ficar sério.
- Olá Zack. – Eu disse sentando-me a frente dele – Quanto tempo não?
- Alguns anos... – Ele disse
- Este é o Dr. Spencer Reid, ele trabalha comigo. – Ele permaneceu em silêncio. – É o seguinte: Eu queria pedir sua ajuda em um caso bem semelhante ao qual você, digamos... Fez parte.
- O mestre voltou a agir? -Zack
- Por que o chama de mestre? – Reid perguntou
- Porque eu não lembro o outro termo utilizado...
- Bem, tenho quase certeza de que é o Gormogon, e se for, podemos até provar sua inocência, ou ao menos conseguir que você volte a viver em sociedade. – Eu disse sorrindo, mas, Zack não se abalou
- Gosto daqui, não precisa pagar contas ou algo do gênero...
- Então façamos o seguinte: você nos ajuda, e eu consigo algo que você queira. O que acha?
- Se eu puder sair de vez em quando, já ajuda... – Ele sorriu – Mas, como vou sair daqui?
- Com minha permissão. – O psicólogo de Zack: Lancelot Sweets, disse entrando na sala.
- Como assim? – Ele se espantou – Achei que não tivesse permissão para deixar a prisão.
-Reid é psicólogo, ou formado ao menos – Eu expliquei – Nós vamos “testar” sua capacidade de viver em sociedade. Foi o que dissemos aos superiores! – No mesmo dia, embarcamos de volta a Quântico, e Zack ficaria comigo em meu novo apartamento.
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Wayfarer [Crossover] [+16 acho '-']   Qui Jun 20, 2013 4:34 pm

Capítulo 5 – Nem tão aliado
 


No dia seguinte, eram menos de oito da manhã e já estávamos na sede da UAC, estudando o caso a fundo. Zack confirmou que era a mesma seita que ele e sua equipe haviam investigado, logo, Gormogon estava planejando algo grande, então provavelmente viria atrás dele.
- O que planeja fazer se ele pedir sua ajuda? – Perguntei enquanto tomávamos café durante uma pausa.
- Eu não vou ajudá-lo, se é o que me perguntas. – Ele estava sério – Apenas não tenho ideia de seus planos, se o aprendiz foi substituído, ele saiu do padrão.
- Tem razão. – Eu disse enquanto bebericava meu cappuccino, que estava amargo demais. – Eu tenho que ensinar essas tias a fazer um bom café, Deusa, que coisa amarga!
    Desistindo de tomar minha bebida, voltei minha atenção a Zack: Suas olheiras estavam cada vez mais profundas. Seu cabelo, mau cuidado, e sua pele, com o aspecto doentio que muito havia em mim também. Uma de nossas muitas semelhanças era a aparência de doentes, fora a idade menor do que os outros membros da equipe.
- Sophia... – Voltei a me concentrar na realidade – Você por acaso tem notícias do pessoal do Jefersonian?
- Infelizmente não. – Eu disse – Não falo com Brennan e Booth há tempos.
(quem sabe algo sobre a série Bones, sabe do que estou falando)
- Entendo... O único que ainda vejo é o Sweets. Mas enfim, acho que devemos voltar certo? – Eu assenti. Levantamo-nos e voltamos a examinar pistas a procura de alguma ligação.
    O caso prosseguiu com êxito, conseguimos prender o assassino, embora seu cúmplice tenha se suicidado, como é a regra. Zack conseguiu a permissão para fazer um passeio duas vezes por semana. E nós, bem, eu tive alguns problemas para arranjar um lugar para ficar...
- Não... – Eu estava encharcada, espirrando, cheia de bagagens, a beira de me derramar em lágrimas (ta, nem tanto assim) e estava implorando para o Reid por um abrigo. E ele me disse o quê? NÃO!
- Mas... Mas... – Ele estava sério, e não pareceu se comover. – Por favor! – Eu choraminguei
- Vai ter que dormir no sofá. Concorda? – Eu concordei prontamente. Ele suspirou e por fim disse. – Entra vai, vou preparar um banho quente pra você.
- Obrigada! – Eu disse entrando, cuidando para não molhar o tapete, ele me alcançou minha mala de roupas e duas toalhas, eu liguei o chuveiro e esperei a água ficar bem quente. (eu tomo banho com água fervendo =3)
    Depois de um bom banho, Reid preparou algo para comermos, trovejava muito lá fora, e se tem uma coisa da qual eu detesto, são trovões! Sentamo-nos no sofá com um cobertor sobre as pernas, Reid montou um tabuleiro de xadrez para nós.
- Sou péssima em xadrez... – Eu disse sem jeito.
- Eu sei! Mas é que faz tempo que não jogo com alguém... Se quiser, eu te ensino a jogar direitinho. – Ele disse com um sorriso metido.
- Chato... – Eu disse sorrindo.
    Eu apanhei feio no xadrez, oito a um para o Reid, mas eu pude observar alguns erros também, na verdade, foi assim que eu ganhei uma vez dele...
    Faltou luz, e a sala era iluminada apenas pela luz da lua, eu fui procurar uma lanterna, mas acabei tropeçando em uma de minhas malas, e logo houve um estrondo, seguido de algo quebrando...
- Sophia?! – Eu senti dor, seguido de uma sensação de que minha pele havia se rasgado. – Você está bem? – Ouvi ele se aproximar.
- Cuidado, eu quebrei alguma coisa, me cortei na perna esquerda... Pode haver cacos de vidro. – A luz voltou, e eu havia quebrado uma porta-retrato que continha uma foto minha com Reid que foi tirada durante uma festa.
- Sinto muito... – Eu disse sem jeito.
- Tudo bem, por um momento esqueci que você é desastrada. – Ele riu
- Há, há! Como você é uma graça Reid – Ele me ajudou a levantar, e eu logo limpei a bagunça. Ou quase toda...
- Sua perna ainda está sangrando Sophia. – Ele disse ao limpar o sangue do chão, o que não adiantava muito, já que eu não havia estancado o ferimento ainda.
- Certo, vou fazer um curativo... – Eu disse mancando até o banheiro, eu costumava guardar os primeiros socorros lá. Eu abri o armarinho do banheiro e lá estavam, fiz um curativo em minha perna e limpei o rastro de sangue que eu deixei a caminho do banheiro.
    No dia seguinte, eu estava no computador, quando a única voz que eu nunca mais gostaria de ouvir ecoou pela sala.
-Spencer! – E lá estava: Lila Archer, a maldita loira oxigenada que agarrou Reid durante um caso em LA.
-Lila?! – Ele imediatamente olhou para mim, pelo visto, eu fechei a cara, pois ele estremeceu. – O-O que faz aqui?
-Ué, você não disse que eu poderia visitá-lo quando viesse aqui? – Quando ela me viu, um sorriso metido ficou estampado em sua face. – Olá Sophia.
-É agente Blood pra você. – Eu disse de forma ameaçadora.
-Que seja! – Ela sentou a mesa de Reid – Então, está livre essa noite? Tem um bar com música ao vivo aqui perto! - Eu me levantei e fui levar alguns documentos a Hotch, Reid se aproximou enquanto eu voltava.
-O que acha? Eu...
-Faça o que quiser, a namorada é sua ué. – Eu disse ríspida enquanto pegava minhas coisas e saía. – Não me espere hoje.
    À noite, fui até o bar de meu amigo Michael Pitt, era um barzinho de rock com karaokê, ele me avistou e logo sorriu.
-Sophia! Quanto tempo eu não a vejo! – Nos abraçamos e ele me conduziu para dentro.
-Olá Michael. – Eu disse.
    Conversamos por um bom tempo, de repente, Reid e Lila entram no bar, e Michael logo vê minha reação.
-Quer que eu... – Eu fiz que não, quando Reid me viu conversando com Michael, ficou tão pálido quanto possível.
-Acho que vou cantar um pouquinho... – Eu sorri para ele, que retribuiu.
-Cuidado com a emoção hein! – Ele riu
-Ta bem, vou me cuidar...
-Eu não falo de você...
Spoiler:
 

 
It's true, we're all a little insane
But it's so clear
Now that I'm unchained
 
Fear is only in our minds
Taking over all the time
Fear is only in our minds
But it's taking over all the time
 
You poor sweet innocent thing
Dry your eyes and testify
You know you live to break me
Don't deny, sweet sacrifice
 
One day I'm gonna forget your name
And one sweet day
You're gonna drown in my lost pain
 
Fear is only in our minds
Taking over all the time
Fear is only in our minds
But it's taking over all the time
 
You poor sweet innocent thing
Dry your eyes and testify
And, oh, you love to hate me
Don't you, honey?
I'm your sacrifice
 
[I dream in darkness
I sleep to die
Erase the silence
Erase my life
Our burning ashes
Blacken the day
A world of nothingness
Blow me away]
 
Do you wonder why you hate?
Are you still so weak?
To survive your mistakes?
 
You poor sweet innocent thing
Dry your eyes and testify
You know you live to break me
Don't deny, sweet sacrifice
 
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