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 O Caso Samanta Stygian - (Segunda fic da série David Backerson, detetive.) ORIGINAIS - LIVRE

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Sam

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MensagemAssunto: O Caso Samanta Stygian - (Segunda fic da série David Backerson, detetive.) ORIGINAIS - LIVRE   Ter Out 05, 2010 1:26 pm

Título: O Caso Samanta Stygian
Categoria: Originais, comédia, mistério.
Censura: Livre.
Avisos: Nenhum.

Sinopse:

É recomendável ler a fic "David Backerson, detetive" antes de ler essa fic.

Após resolver o caso de Jasmine Whith, David se depara com Samanta Stygian, uma assassina por encomendas que resolve começar um jogo de gato e rato.


Comentários: Se alguém quiser comentar é só ir lá na minha Home, lá tem um tópico sobre as fics do David ^-^
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Sam

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MensagemAssunto: Capítulo 1   Ter Out 05, 2010 1:29 pm

AVISO: A fic é narrada tanto pelo David como pela Samanta, a narração dela está em negrito.

Isso está me matando. Esse tédio está acabando comigo. Matando?... Isso me deu uma grande idéia, mas com quem eu faria isso? Esse joguinho não vai ter graça sem um adversário... Aquele cara no beco... Na carteira dele tinha um distintivo, o que dizia nele mesmo? Ah sim! Detetive... Perfeito...


Quando cheguei na delegacia meu caríssimo amigo Nick me mandou encontrá-lo em outro endereço. Subi na minha moto e fui até lá, era uma rua deserta onde estava localizada uma grande casa. Devia ser o local, pois o carro do Nick estava estacionado na frente e a porta da casa estava aberta. Quando entrei encontrei meu amigo conversando com Lucy, uma mulher de uns trinta e poucos anos, pele e cabelos escuros e olhos verdes, além de ser a chefe da perícia.

-David, finalmente você chegou! –Ela disse estendendo a mão para me cumprimentar.

-É bom ver você também. –Eu disse, logo após cumprimentei meu amigo. –Ok, o que aconteceu?

-O dono desta casa foi encontrado morto sem motivos aparentes. –Lucy me respondeu.

-Nick tinha mencionado algo sobre uma tal de Samanta Stygian quando me ligou. –Eu disse.

-Nem me lembre dessa garota! É uma assassina por encomendas, não imagina o trabalho que ela me dá! Comete os crimes mas quase nunca deixa pistas! E quando deixa elas não me ajudam em nada! –Disse Nick, pude notar uma certa raiva na voz dele.

-Dessa vez parece ter sido um pouco diferente... –Começou Lucy. –Ela deixou pistas, propositalmente.

-Como pode ter tanta certeza? –Perguntei.

-Ter escrito naquela parede “Samanta Stygian esteve aqui” é proposital o bastante? –Ela perguntou sarcasticamente enquanto apontava para uma parede onde a mensagem estava rabiscada.

-É acho que sim. –Eu admiti enquanto olhava que cd estava dentro do rádio da vítima. –MEU DEUS! –Eu disse apavorado.

-O que houve Backerson? –Nick perguntou assustado.

-Ele também foi torturado!

-Como assim? –Perguntou Lucy confusa.

-Fizeram ele escutar Calypso! –Eu disse enquanto apontava para o rádio e para o cd. -Tem tortura pior que essa?!

-BACKERSON! –Berrou Nick furioso.

-Desculpa. Mas Lucy... tem outra prova aqui, não é? –Perguntei desconfiado.

-Também sentiu o cheiro? –Ela perguntou.

Nick pensou um pouco, respirou fundo e também entendeu. O cheiro de sangue infestava o ar.

Sabiam, meus caros amiguinhos, que os assassinos meio psicopatas AMAM deixar mensagens escritas com sangue nos locais dos crimes? Lucy nos conduziu até a sala ao lado, em uma das paredes estava escrito “É bom revê-lo, David Backerson”.



Será que ele já viu o meu recado? Sim, acho que sim. A não ser que tenham chamado outro, mas não tem muitos detetives por aqui.


Analisamos aquela mensagem, fiquei ao lado dos rabiscos.

-Foi ela. –Eu disse.

-Como pode ter tanta certeza? –Perguntou meu amigo.

-As pessoas tendem a escrever na altura dos olhos quando escrevem em paredes, lousas e etc, quem escreveu isso tem quase a mesma altura que eu. E eu já encontrei essa garota antes, a altura bate com a da mensagem. –Eu expliquei. –Ela é só um pouco mais baixa que eu, sem falar que a outra mensagem foi escrita na mesma altura.

-Onde você viu ela? -Perguntou Nick confuso.

- Não vem ao caso agora. -Eu disse fugindo do assunto. Tinha encontrado ela no caso anterior.


Será que ele já entendeu? É melhor eu averiguar agora...


-Mas o que essa garota quer? Por que deixaria pistas propositalmente? –Nick pensou em voz alta.

Pensei por um instante. Stygian já me conhecia. Deixou isso claro nas mensagens. Ela quer que eu participe desse caso. Será que... Não, não seria isso. Ou será que seria?

O telefone que estava sobre a mesa tocou. Eu fui até ele e atendi.

-Não fale nada Backerson, só me diga se você entendeu o que eu quero. –Perguntou a voz do outro lado da linha. Essa voz...

-Samanta! É você? –Perguntei.

-Sim, você entendeu o que eu quero?

-Você não vai... –Eu disse preocupado.

-Você tem um bom raciocínio. –Ela disse, logo após eu pude ouvir uma risada psicótica. Ela desligou.

-Você tem três segundos para explicar tudo antes que eu me irrite Backerson. –Nick disse.

-Fica quieto vovô. –Eu disse visivelmente preocupado, mas sem perder a chance de irritar o Nick. –Isso está cada vez pior, preparem-se para o que está por vir. –Eu disse deixando o local, subindo na minha moto e indo para casa, deixando Nick e Lucy confusos.



..::-~-~-~-~-~-::..



Eu cheguei em casa em questão de minutos e me joguei na cama, estava cheio de pensamentos na cabeça.

-Ela vai realmente fazer isso? –Eu me perguntei, falando em voz alta.

Não. Que pessoa faria isso em sã consciencia?

Primeiro ela matou uma pessoa sem nenhum motivo. Deixou os rabiscos na parede, o que deixa mais do que claro que ela quer que eu saiba que é ela que está por trás disso. Sem falar que ela até ligou para a cena do crime, presumindo que assim poderia falar comigo para ter certeza de que sou eu que estou nesse caso. Será que ela realmente estaria... Bom, só vai dar para saber se isso se repetir. Tomara que eu estaja errado.



É. Aparentemente ele entendeu. Que bom, ele não é tão burro quanto parece. Mas, e quanto aos que eu vou matar? Há, como se eu me preocupasse com isso... Ela também não se preocupou... por que eu deveria me preocupar?... São só vidas! Não são?! haha... só simples vidas miseráveis! Você também não se preocupou em tentar tirar a MINHA vida mãe... Sou assim por sua culpa, mamãe...
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MensagemAssunto: Capítulo 2   Qua Out 06, 2010 1:31 pm

-Eu não tenho tempo para explicar, tenho que sair daqui o mais rápido possível. –Eu disse secamente enquanto pegava uma mochila e saia do apartamento.

-Mas por quê? Samanta me diz o que aconteceu! –Ela pedia enquanto me seguia pelos corredores do prédio.

-Samanta! Por que você sempre faz isso?! –Ela dizia. –Você vai mesmo embora? Para onde você vai?

-Não vou ficar muito tempo no mesmo lugar, compreenda que é por que não quero envolve-la nisso. –Eu disse sem olhar para trás. -E não se preocupe com você mesma, vou continuar sustentando você por uma renda fixa.

-Por que eu tinha que ter logo uma maluca psicopata como irmã? Queria que você fosse normal! -Ela respondia, sem perder a chance de me irritar.

-E eu quería não ter sido filha da nossa mãe! -Respondi secamente, fazendo aquela pirralha inútil calar a boca. Peguei minha mochila e saí.




Eu tinha combinado de me encontrar com o Nick na confeitaria, talvez lá ele não fosse tão azedo...

-Finalmente você chegou! –Ele me disse revoltado.

-É assim que você me trata?! Então não falo a pista que eu achei sobre o local onde a Samanta pode estar! –Eu disse emburrado, logo após comprei um pedaço de torta de chocolate, me sentei e comecei a comer meu lanche.

-Fale logo! –Ele disse irritado.

-Só se você for mais educado! –Eu disse de boca cheia. –E me pedir desculpas.

O olhar dele me deixou com medo! Melhor eu parar de criançice...

-O namorado da prima de um amigo meu, cuja profissão não importa, conseguiu rastrear o número pelo qual a Samanta telefonou ontem, ela fez a ligação por telefone fixo.

-Você conseguiu o endereço então? –Ele perguntou.

-Exato!

-Então vamos para lá agora! –Ele disse se levantando da cadeira onde estava.

-Eu não ganho nem um parabéns?

-Cala a boca Backerson! Me passa logo o endereço.

Eu entreguei para ele o papel onde eu havia anotado o endereço de nossa culpada, ele entrou em seu carro e eu subi na minha moto, iríamos fazer uma visitinha à dona Samanta... Mesmo eu achando que não irríamos encontrá-la. Ela não seria tola o bastante para fazer a ligação por telefone fixo.





Eles vão rastrear a ligação... Mas eles não vão me achar, já estou hospedada nesse hotel! E pretendo partir para outro logo amanhã e assim por diante. Mas... e se eles encontrarem Sophie? Melhor, talves aquela pirralha imprestável sirva para alguma coisa afinal!


Já estávamos em frente à porta do apartamento de nossa culpada, ambos estávamos armados por precaução. Batemos na porta.

-Sim? –Disse uma garota de uns quatorze anos, muito parecida com a Samanta, porém era ruiva e tinha olhos castanho-claros.

-Parabéns gênio! Conseguiu um endereço errado! Se a Samanta tem quase a mesma altura que você então erramos de endereço! Desculpe garotinha, foi um engano. –Nick disse olhando para mim com raiva.

-Você conhece Samanta Stygian? –Eu disse antes mesmo de perceber que havia dito.

-O que vocês querem com a minha irmã? –Ela disse assustada. Não erramos o endereço.

-Ela fez algo muito ruim, podemos entrar? –Eu disse num tom de voz gentil.





..::-~-~-~-~-~::..



Eu expliquei a situação para a menina, ela não parecia muito surpresa com o ocorrido.

-Ela não faz essas coisas por querer... Ela não era assim. –Disse Sophie, esse era seu nome.

-O que quer dizer com isso? Por falar nisso, onde estão seus pais? –Nick perguntou.

-Samanta e eu somos órfãs e isso tem ligação com o que ela está fazendo. Tudo começou quando eu tinha oito anos. –Ela disse cabisbaixa e com um olhar triste.

-Poderia nos dizer o que aconteceu? –Eu perguntei. Talvez isso nos ajude a compreender o que Samanta quer.

-Claro. –Ela disse, logo após começou a narrar o que havia acontecido.



Ela vai dar com a língua nos dentes, chega a ser óbvio. Melhor assim, quero que eles saibam como tudo começou. Fale tudo pequena Sophie... Tudo o que nós duas tivemos que passar desde que você tinha oito anos... Fale tudo o que passamos nos últimos quatro anos... Enquanto você faz isso, eu vou trabalhar...

-Tudo que está acontecendo é culpa sua, mamãe. -Eu disse, logo após comecei a rir. Peguei me revólver e mais umas coisas das quais eu ia precisar.

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MensagemAssunto: Capítulo 3   Qua Out 13, 2010 2:30 pm

Sophie foi até a cozinha preparar um chá, para aliviar um pouco os nervos antes de começar o seu relato. Eu e Nick estávamos na sala de estar, era um lugar muito aconchegante. Uma foto estava pendurada em uma das paredes, nela estavam uma menininha de uns oito anos e outra de catorze. A mais velha era Samanta, ou então era um bom clone, era possível notar pelos traços do rosto, pela palidez quase doentia da pele e pelos olhos. Os olhos dela eram inconfundíveis, negros, profundos. Era difícil olhar fixamente para eles, mesmo por foto. Lembram os meus, se não fosse o fato dos meus serem “azul-elétrico-quase-turquesa”, se bem que ambos tem o mesmo aspecto solitário.

Sophie voltou da cozinha com três xícaras de chá. Ela se sentou em uma cadeira, eu peguei um bloquinho de papel e uma caneta que estavam nos meus bolsos, e ela começou o seguinte relato:



“Tudo começou à uns quatro anos atrás, quando eu tinha oito anos. Antes de falar o que aconteceu acho que devo descrever como minha família era. Pois bem, meu pai estava na cama à beira da morte à seis meses, minha irmã Samanta estava se isolando cada vez mais do mundo, e minha mãe...”



A pequena Sophie fez uma pausa, como se a menção da mãe a fizesse lembrar de algo terrível. A jovem respirou profundamente e prosseguiu.



“Minha mãe nos batia muito, estava sempre estressada e já tinha tentado me matar quando eu era bebê, se não fosse meu pai tê-la impedido eu não estaria aqui hoje. Ela devia ter algum problema mental ou algo do tipo, que infelizmente, eu acho que a minha irmã acabou herdando um pouco. Acabadas as apresentações vamos ao que interessa, foi um mês depois do meu aniversário de oito anos. Lembro que o estado mental da minha mãe estava cada vez pior, mas aquele dia... foi o fundo do poço. Eu estava dormindo, acordei com a Samanta me chacoalhando, perguntei o que estava acontecendo e ela disse que estava sentindo cheiro de gás e de gasolina. Levantei o mais rápido que pude. Samanta e eu fomos até a cozinha, nossa mãe estava lá...”



A garota fez outra pausa, e depois continuou.



“Nossa mãe estava lá, havia gasolina espalhada pelo chão e o gás do fogão estava aberto, ela tinha uma caixa de fósforos nas mãos. Lembro-me até hoje do sorriso doentio estampado no rosto da minha mãe. Samanta me empurrou para fora de casa e saiu logo em seguida o mais rápido possível. Pouco depois a casa foi pelos ares.”



Após esse trecho da narração lembrei-me vagamente de uma reportagem que havia saído no jornal local a uns quatro anos, sobre uma casa ter explodido. Nela era citado o fato dos corpos das duas crianças que moravam lá não terem sido encontrados. Bem, isso explica.



“Ficamos na rua por um tempo. Sem comida, casa, dinheiro nem nada, apenas com as roupas do corpo. Lembro de que um dia Samanta apareceu com um cheque em mãos, de um valor alto. Fiquei assustada no inicio, afinal, onde ela teria conseguido? Naquela hora isso era o que menos importava na verdade, o valor era realmente alto e estávamos mesmo precisando. Quando digo que era alto é porque realmente era, pois com ele demos entrada no aluguel de um kitnet. Com o passar do tempo o número de cheques e seu valor foi aumentando. Estávamos morando em um apartamento na época, minha irmã estava em seu quarto, ela me chamou até lá.

-Sophie, promete que não vai se assustar se eu te disser onde consigo dinheiro? –Ela me perguntou com a voz baixa,estava deitada na cama, olhando fixamente para o teto. Eu prometi. Ela me estendeu uma faca cuja lâmina estava totalmente suja de sangue.

-Samanta, eu não entendi, explica melhor. –Eu disse confusa.

-Matando. –Ela disse secamente. –Tudo começou uma semana depois da explosão, você estava dormindo. Estávamos em um beco, era escuro. Eu ouvi um tiro, deixei você onde estava e fui ver o que tinha acontecido.

-E o que aconteceu? –Eu perguntei já prevendo a resposta.

-Um cara tinha matado outro. Quando me viu ele disse que se eu não esquecesse imediatamente o que eu tinha visto ele teria que “acabar com as testemunhas”, era um assassino por encomendas.

-E o que você fez? –Eu perguntei.

-Virei sua "aprendiz", esse é meu emprego desde então. –Ela me falou. –Entenda uma coisa Sophie, fiz e continuo fazendo isso por falta de opções, talvez tivesse sido diferente se nossa mãe não fosse louca. –Ela me disse friamente, nunca mais tocamos no assunto.

Ela é o que é por que não teve outras opções, segundo ela. Se nossa mãe não tivesse mandado tudo pelos ares, literalmente, tudo teria sido diferente. Samanta não é má, mas não tem pena de matar. Virou profissional nesse ramo, mas faz isso por que é o jeito que ela tinha conseguido achar. A última vez que conversamos sobre isso ela simplesmente disse “não tenho pena de quem mato, ela não teve pena de tentar matar toda a família. Na época eram eles ou nós, eu preferi que fossem eles. Não tenho opção melhor Sophie, mas mesmo assim não largaria esse emprego, já me acostumei em matar.”

À alguns dias ela estava estranha, se isolou mais do que o normal, e hoje de manhã foi embora. Não sei onde ela está agora”



..::-~-~-~-~-~-~-::..



-Obrigado Sophie, vamos Nick. –Eu disse enquanto arrastava meu colega para fora do apartamento.

-Onde vamos agora Backerson?

-Você eu não sei, eu vou pra casa. Tenho que pensar um pouco. –Eu disse, já fora do apartamento.

O celular do meu amigo tocou, ele atendeu, não disse nada e desligou.

-Vai ter que pensar mais tarde Backerson, Samanta aprontou mais uma.
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