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 Fanfuck: The Kill, by: Sophia Blood

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Sophia Blood

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MensagemAssunto: Fanfuck: The Kill, by: Sophia Blood   Ter Maio 10, 2011 8:55 pm

Sophia Blood e Leon Scott Kennedy, dois agentes americanos, que lutam contra uma prega de vírus deixados pela Umbrella Corp. Ao decorrer da história, novos personagens e novas "sagas" irão aparecer, é uma história que eu estou escrevendo já faz um tempo, então... Espero que gostem

--------------------------------------------------------------------

Capítulo 1 – A gloomy start.



Faz exatos quatro anos desde o incidente com a “colméia”, onde o T-virús e o G-virús foram liberados, matando 3/5 da população mundial. Mas, ainda existem sobreviventes em bases militares, que são protegidas por soldados, eu sou um deles.
Vocês devem se perguntar que eu sou. Meu nome é Sophia Blood, tenho 23 anos e
sou a vice-comandante da base em New York. Meu parceiro de equipe Leon, é um dos meus superiores, além dos generais e políticos... Agora eu estou no pátio, a base é um quartel, muito bem fechado e guardado. Somos em torno de 50 pessoas no total, a maioria são militares...
-Sophia?
-Sim, Leon?
-Temos que ir andando, possivelmente achamos sobreviventes, talvez 50 ou...
-Menos, entendo.
-Andem logo vocês dois! -Gritou o general Michael
-Alguma ideia?-Perguntei ao Leon
-Vamos entrar pela cobertura, iremos e à sala de controle.
-Boa ideia! As câmeras nos mostrarão se há sobreviventes!
-É basicamente isso...
Algum tempo depois, nós chegamos a um prédio abandonado da Wipharma, uma empresa que tenta produzir a vacina contra os vírus. Descemos na cobertura, onde pelo visto, nem sinal de infectados...
-Prepare-se, vamos entrar
-Só tente não morrer ok? -Eu disse para provocá-lo
-Acho mais provável que você morra...
Nós conseguimos ir até metade do percurso, onde acabamos encontrando um “G-virus”, e tivemos que improvisar:
-Leon! -Exclamei
-O que é?
-Um infectado por G-vírus!
-Droga! -Disse ele me puxando para uma sala.
-Ótimo, e agora, o que vamos fazer?-Disse me escorando em uma parede
-Shh... Deixe de ser tão impaciente, quer nos matar? -Disse Leon
-Não!
-Vamos achar uma maneira de sair daqui...
-Talvez daqui a alguns anos...
-Você é tão irritante - Disse Leon sacando a arma
-E você é um chato... -Ouvimos pancadas contra porta após isso. -Oh Ou...
-Se concentre em como sair daqui, sim?
-Não enche...
-Você é sempre assim?
-Só quando eu fico com chatos em missões...
-Nem sei por que perguntei... -Disse Leon
-Por que você é um metido
-Você é estranha...
-Você também, mas eu não falo
-Ta bom, e como saímos daqui? -Logo após ouvimos outra pancada
-Pelos dutos de ar oras!
-Por que não falou antes?!
-Sei lá, você tava pensando...
-Vamos logo!
Leon arrastou uma escrivaninha até a parede onde estava o duto de ar, ele pôs uma cadeira em cima da escrivaninha, subiu nela e abriu a tampa do duto, logo após eu ouvi algo que parecia “vai você primeiro”. Leon desceu da cadeira e apontou para o duto...
-Ok - Eu disse entrando no duto, nisso Leon subiu derrubando a cadeira com o pé esquerdo.
-Rápido! -Qualquer um notaria que ele estava impaciente, provavelmente comigo...
-Ta, ta, não se estresse!
Logo chegamos à sala de controle, haviam alguns infectados, mas eu atirei neles matando-os, depois disso eu desci. A sala era pequena e abafada, havia vários monitores, provavelmente de câmeras de segurança. Ao observá-los melhor pude ver que estavam danificados...
-E agora? -Perguntou Leon, após descer do duto
-Não sei, os monitores estão muito danificados...
-Consegue consertar?
-Não, há peças faltando e as maquinas estão muito... ”Ferradas”
-Então o que faremos?
-Não sei...
-Vamos sair, antes que aquele infectado nos encontre...
Nós seguimos até uma grande sala, possivelmente um andar à cima dos laboratórios, porém quando vimos o infectado havia nos seguido, e se preparava para nos atacar.
-Sabe usar um desses? -Disse Leon me mostrando um lança foguetes...
-Posso mesmo?!
-Tente não me matar ou explodir tudo...
-Ok chefinho! -Eu disse pegando delicadamente das mãos dele...
Eu procurava um lugar apropriado para atirar, percebi que havia uma grande plataforma de ligação entre duas salas, perto do teto. Consegui escalar até ela, porém ao posicionar a arma, percebi que o infectado não estava mais lá, ao me virar, ele aterrizou na plataforma, me jogando até a outra extremidade da mesma. Logo após isso, ele partiu a plataforma ao meio, fazendo-me escorregar, e ficar presa apenas por uma perna.
-Leon!!! -gritei ainda presa na barra, a plataforma se romperia a qualquer instante, quando vi, Leon subia em minha direção...
O verdadeiro problema não era o G-virus ou a plataforma, eram outros: eu estava sobre uma espécie de cúpula de água, e com o Leon tentando me salvar, mas minha calça rasgou me desprendendo da barra.
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Mad Sora

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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: The Kill, by: Sophia Blood   Ter Dez 20, 2011 1:11 am

Sophia Blood escreveu:
Sophia Blood e Leon Scott Kennedy, dois agentes americanos, que lutam contra uma prega de vírus deixados pela Umbrella Corp. Ao decorrer da história, novos personagens e novas "sagas" irão aparecer, é uma história que eu estou escrevendo já faz um tempo, então... Espero que gostem

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Capítulo 1 – A gloomy start.



Faz exatos quatro anos desde o incidente com a “colméia”, onde o T-virús e o G-virús foram liberados, matando 3/5 da população mundial. Mas, ainda existem sobreviventes em bases militares, que são protegidas por soldados, eu sou um deles.
Vocês devem se perguntar que eu sou. Meu nome é Sophia Blood, tenho 23 anos e
sou a vice-comandante da base em New York. Meu parceiro de equipe Leon, é um dos meus superiores, além dos generais e políticos... Agora eu estou no pátio, a base é um quartel, muito bem fechado e guardado. Somos em torno de 50 pessoas no total, a maioria são militares...
-Sophia?
-Sim, Leon?
-Temos que ir andando, possivelmente achamos sobreviventes, talvez 50 ou...
-Menos, entendo.
-Andem logo vocês dois! -Gritou o general Michael
-Alguma ideia?-Perguntei ao Leon
-Vamos entrar pela cobertura, iremos e à sala de controle.
-Boa ideia! As câmeras nos mostrarão se há sobreviventes!
-É basicamente isso...
Algum tempo depois, nós chegamos a um prédio abandonado da Wipharma, uma empresa que tenta produzir a vacina contra os vírus. Descemos na cobertura, onde pelo visto, nem sinal de infectados...
-Prepare-se, vamos entrar
-Só tente não morrer ok? -Eu disse para provocá-lo
-Acho mais provável que você morra...
Nós conseguimos ir até metade do percurso, onde acabamos encontrando um “G-virus”, e tivemos que improvisar:
-Leon! -Exclamei
-O que é?
-Um infectado por G-vírus!
-Droga! -Disse ele me puxando para uma sala.
-Ótimo, e agora, o que vamos fazer?-Disse me escorando em uma parede
-Shh... Deixe de ser tão impaciente, quer nos matar? -Disse Leon
-Não!
-Vamos achar uma maneira de sair daqui...
-Talvez daqui a alguns anos...
-Você é tão irritante - Disse Leon sacando a arma
-E você é um chato... -Ouvimos pancadas contra porta após isso. -Oh Ou...
-Se concentre em como sair daqui, sim?
-Não enche...
-Você é sempre assim?
-Só quando eu fico com chatos em missões...
-Nem sei por que perguntei... -Disse Leon
-Por que você é um metido
-Você é estranha...
-Você também, mas eu não falo
-Ta bom, e como saímos daqui? -Logo após ouvimos outra pancada
-Pelos dutos de ar oras!
-Por que não falou antes?!
-Sei lá, você tava pensando...
-Vamos logo!
Leon arrastou uma escrivaninha até a parede onde estava o duto de ar, ele pôs uma cadeira em cima da escrivaninha, subiu nela e abriu a tampa do duto, logo após eu ouvi algo que parecia “vai você primeiro”. Leon desceu da cadeira e apontou para o duto...
-Ok - Eu disse entrando no duto, nisso Leon subiu derrubando a cadeira com o pé esquerdo.
-Rápido! -Qualquer um notaria que ele estava impaciente, provavelmente comigo...
-Ta, ta, não se estresse!
Logo chegamos à sala de controle, haviam alguns infectados, mas eu atirei neles matando-os, depois disso eu desci. A sala era pequena e abafada, havia vários monitores, provavelmente de câmeras de segurança. Ao observá-los melhor pude ver que estavam danificados...
-E agora? -Perguntou Leon, após descer do duto
-Não sei, os monitores estão muito danificados...
-Consegue consertar?
-Não, há peças faltando e as maquinas estão muito... ”Ferradas”
-Então o que faremos?
-Não sei...
-Vamos sair, antes que aquele infectado nos encontre...
Nós seguimos até uma grande sala, possivelmente um andar à cima dos laboratórios, porém quando vimos o infectado havia nos seguido, e se preparava para nos atacar.
-Sabe usar um desses? -Disse Leon me mostrando um lança foguetes...
-Posso mesmo?!
-Tente não me matar ou explodir tudo...
-Ok chefinho! -Eu disse pegando delicadamente das mãos dele...
Eu procurava um lugar apropriado para atirar, percebi que havia uma grande plataforma de ligação entre duas salas, perto do teto. Consegui escalar até ela, porém ao posicionar a arma, percebi que o infectado não estava mais lá, ao me virar, ele aterrizou na plataforma, me jogando até a outra extremidade da mesma. Logo após isso, ele partiu a plataforma ao meio, fazendo-me escorregar, e ficar presa apenas por uma perna.
-Leon!!! -gritei ainda presa na barra, a plataforma se romperia a qualquer instante, quando vi, Leon subia em minha direção...
O verdadeiro problema não era o G-virus ou a plataforma, eram outros: eu estava sobre uma espécie de cúpula de água, e com o Leon tentando me salvar, mas minha calça rasgou me desprendjavascript:emoticonp('Cool')endo da barra.

Poxa cade os outros cap.s agora que deu vontade de ler Sad
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Sophia Blood

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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: The Kill, by: Sophia Blood   Ter Dez 20, 2011 10:03 am

Tenho que postar ;P

Depois de terminar a Ankoku no Sekai o/
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Mad Sora

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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: The Kill, by: Sophia Blood   Ter Dez 20, 2011 7:11 pm

Sophia Blood escreveu:
Tenho que postar ;P

Depois de terminar a Ankoku no Sekai o/

Ata pelo menos agora vou poder acompanhar certinho ^-^
No Nyah so naum deixei review´s pq a fic era muito grande e já tinha terminado ^-^ ai dava aquela sensação que a fic era uma fic monstro Uhum
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Sophia Blood

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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: The Kill, by: Sophia Blood   Ter Dez 20, 2011 8:58 pm

Sora Sparks escreveu:
Sophia Blood escreveu:
Tenho que postar ;P

Depois de terminar a Ankoku no Sekai o/

Ata pelo menos agora vou poder acompanhar certinho ^-^
No Nyah so naum deixei review´s pq a fic era muito grande e já tinha terminado ^-^ ai dava aquela sensação que a fic era uma fic monstro Uhum

xD Sei como é, já me interessei por diversas fics, mas aí fui ver o tamanho e pensei: "não vou ler não, é enorme ._."
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Mad Sora

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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: The Kill, by: Sophia Blood   Qua Dez 21, 2011 10:45 am

Sophia Blood escreveu:
Sora Sparks escreveu:
Sophia Blood escreveu:
Tenho que postar ;P

Depois de terminar a Ankoku no Sekai o/

Ata pelo menos agora vou poder acompanhar certinho ^-^
No Nyah so naum deixei review´s pq a fic era muito grande e já tinha terminado ^-^ ai dava aquela sensação que a fic era uma fic monstro Uhum

xD Sei como é, já me interessei por diversas fics, mas aí fui ver o tamanho e pensei: "não vou ler não, é enorme ._."

KKK pois eh . quando começar a postar me avisa Smile Tchau !!
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Nekiba
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: The Kill, by: Sophia Blood   Qua Dez 21, 2011 7:27 pm

Nessa, Leon e Sophia são como cão e gato XD

muito boa Sophi-chan =3
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Leon Lockhart

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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: The Kill, by: Sophia Blood   Qua Dez 21, 2011 7:52 pm

sophia e um xara meu!

O dupla complicada... =/
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Mad Sora

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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: The Kill, by: Sophia Blood   Qui Dez 22, 2011 6:17 am

Nekiba escreveu:
Nessa, Leon e Sophia são como cão e gato XD

muito boa Sophi-chan =3
Hã , Disso eu sei via nos Review´s de The Kill se e que ainda não são .. Ah
....
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: The Kill, by: Sophia Blood   Qui Dez 22, 2011 6:24 am

Hã mais o resultado disso já era esperado Uhum

Isso que dá juntar Uma sádica com tendencia a Bipolaridade é um loirinho metido a besta .. tanto e que esses dois conseguiram se meter ate com os piratas do caribe ... !!

Ve se pode ... ?!

Se bem que nas fic´s da Sophia o papel do Leon foi um dos melhores que já vi tipo eles sempre botam o Leon como um cara timido que não fala muito ...
aqui ele e bem desbocado iguaal a Sophia Sorry

RESULTADO : UMA FIC MUITO FODA

Mas ainda me pergunto um coisa ... : Por que a Sophia Blood e estranha se bem que no nome já diz matou Claire Redfield minha personagem favorita do R.E
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Sophia Blood

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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: The Kill, by: Sophia Blood   Sex Dez 23, 2011 7:56 am

]Sophia tem um passado obscuro... '-'

Vou postar tudo de uma vez, então podem ir lendo aos poucos e comentando. Enjoy o/

AH! E a fic tem algumas partes echhi e outras meio dramáticas =.=' coisa em que sou péssima e acaba ficando meloso...

Capítulo 2 – A near-perfect misson.


-Leon! -Eu fechei meus olhos, temendo colidir contra o chão, porém não foi isso que aconteceu...
Eu só sei que quando eu abri os olhos, eu estava sendo “beijada” pelo Leon, nós estávamos em baixo d’água e ele me passou um pouco de ar, após isso, atirou no vidro, nos fazendo descer a uma espécie de tanque, onde haviam quatro grandes caixas de metal. Provavelmente os andares e laboratórios... Abaixo delas, havia um poço que aparentava não ter fim, uma armadilha feita... Não tivemos muito tempo, pois o infectado pelo G-virus logo estava na nossa cola.
-Sugestões? -Eu disse ainda em estado de choque.
-Vamos ter que apostar na sorte... -Mas ao Leon dizer isto, um alarme de emergência soou:
-Aviso! O prédio será esterilizado em 5 minutos, todas as saídas estão trancadas.
-Droga! Precisamos sair daqui!
-Eu me lembro de ter visto a planta do prédio antes da missão. Pelo que eu me lembro, esse túnel abaixo de nós levará até o lago que há do lado de fora. -Leon me olhou, pela sua expressão, ele não concordava muito.
-Você sugere pular? Pode haver infectados lá em baixo!
-É isso, ou seremos mortos! -Ele me ajudou a levantar, caminhamos até a beirada do “precipício”, o infectado estava à espreita, esperando o melhor momento para atacar.
-Você confia em mim?
-Sim, afinal somos parceiros, né?
O Leon me puxou e nos fez cair, só pude sentir o corpo quente dele, e a explosão para esterilização do prédio, depois disso eu desmaiei. Quando eu acordei, eu soube que estava em um leito de hospital, cega temporariamente por conta da explosão e que o Leon havia se mudado para a minha “casa”. À tarde, Leon foi me ver, pois soube que eu havia acordado.
-Como se sente?
-Com dor de cabeça, com fome e cansada. -Disse dando um sorriso
-Eu sinto muito pelos olhos. -Ele se sentia culpado, seu tom de voz demonstrava isso.
-Tudo bem, é por pouco tempo...
-Você desmaiou durante a queda...
-Não sou acostumada com jump’in...
-Notei - Disse por fim, dando uma bela gargalhada
-Você nunca me disse o seu nome completo...
-É Leon Scott Kennedy, por que você quer saber?
-Curiosidade...

Resolvi postar a fichinha do Leon e a da Sophia!

*Nome: Leon Scott Kennedy
* Altura: 182 cm
* Peso: 78 kg
* Tipo sanguíneo: A+
* Idade: 24 anos (na fic ta!)
* Ocupação: atualmente agente do Governo Americano.
* Principais Aliados: Ingrid Hunningan, Claire Redfield, Chris Redfield, Ada Wong, Luis Sera, Sophia Blood
* Principais Inimigos: Umbrella Inc., Albert Wesker.
*Signo: Capricórnio
----Ficha da Sophia----
*Nome: Sophia Blood
* Altura: 162 cm
* Peso: 52 kg
* Tipo sanguíneo: O-
* Idade: 23 anos
* Ocupação: atualmente agente do Governo Americano.
* Principais Aliados: Leon S .Kennedy, Claire Redfield, Chris Redfield
* Principais Inimigos: Umbrella Inc., Albert Wesker.
* Signo: Áries

Continuando...


-Sei. É estranho você me perguntar isso agora, mas eu não ligo...
-Quando eu vou receber alta?
-Daqui a três semanas - Disse Jean entrando.
Jean era um médico muito conhecido nos Estados Unidos, mas, depois do incidente, veio para cá ajudar os militares. É loiro e tem um olho azul e outro castanho claro. Tem 1.75 de altura e 65 kg. 28 anos, é especializado em armas brancas...
-Mas quem será parceira do Leon nesse tempo?
-Claire... -Disse Leon
-E você nem me diz que ela estava aqui? Que coisa Leon! -Eu disse me levantando
-Onde você pensa que vai?
-Falar com a Claire!
-... -Jean não falou nada, embora sua expressão demonstrasse preocupação.
Eu sabia que não estava com aquele robe de hospital, até porque o hospital da base não tem, não tive muitas dificuldades para chegar até ela...
-Sophia, o que faz fora da cama?! -Claire disse a me ver entrando em meu quarto.
-Te aconselhando a pegar a bolsa preta no armário...
-Como você sabia que eu estava procurando-a? -Ela disse abrindo o armário.
-Posso estar cega, mas não me esqueço onde ponho minhas coisas - Eu disse, me sentando numa das poltronas
-Ela caiu? -Perguntou Leon entrando logo depois
-Pelo contrário, me avisou onde estava a sua bolsa!
-Normal...
Algumas horas mais tarde... (Leon's POV)
Quando nós embarcamos, eu não havia percebido, mas logo notei algo se mexendo lá trás, com calma, saquei minha arma e fui até as bagagens, mirei na mala que se mexia e disse:
-É melhor você não se mexer ou eu estouro a sua cabeça.
-Você sabe que não me assusta Leon... -Sophia disse saindo do meio de algumas malas, já sem o curativo nos olhos.
-Como você já consegue enxergar? -Claire perguntou de certa forma, atônita.
-Eu me recupero rápido, deviam ter posto no currículo... -Ela tinha uma expressão divertida em sua face, como ela me irrita! Deus!

Capítulo 3 – An unwanted company!

-Eu não posso voltar Sophia, quando chegarmos você fica no helicóptero, entendeu? -Eu disse a encarando, sério.
-Até parece que eu vou ficar nesta lata mofenta... -Ela me revidou com o mesmo olhar.
-Você vai ficar sim!
-Eu não fico e pronto!
-É melhor levarmos ela junto Leon, ela conhece o prédio como a palma da mão dela...
-Viu, a Claire concorda comigo, então não tem problema nenhum! -Sophia sentou-se ao lado de Claire, com um sorriso metido estampado.
-Só não me cause problemas!
-Ta bom, chefinho!
Não demoramos muito pra chegar ao aeroporto, mas também não demoramos a sermos encurralados por infectados...
-Algum plano, Sophia? -Claire perguntou, tentando conter os infectados que estavam cada vez mais perto de nós...
-To pensando...
-Rápido! -Gritei, Sophia pode ser uma boa agente, mas demora muito para pensar.
-Cala a boca Leon! Rápido, venham por este corredor! -Ela saiu na frente, então tivemos que correr.
Conseguimos fugir, mas acabamos nos separando, e pra variar eu fico com a Sophia. Eu só sei que a Claire sumiu feito pó, pois não a vimos mais...
-E agora? O que faremos Leon?
-Melhor acharmos um jeito de avisar aos outros onde estamos...
-Que droga... -Sophia disse sentando no canto de uma sala... -Eu preferia ter morrido em Raacon City a passar por isso de novo...
-Você é ridícula, não sabe valorizar a própria vida. -Aproximei-me dela, estava com o rosto apoiado entre os braços, de cabeça baixa.
-Eu nunca neguei isso - Ela disse, a voz saiu trêmula.
-Sophia...
-Hmm?
-Você está chorando? -Perguntei.
-To, grande coisa! -Eu notei um tom irritado em sua voz
Não sei o que me deu, sentei-me ao seu lado, e a abracei. Senti-a encostar seu rosto em meu tórax, logo minha camisa começou a ficar molhada, por causa das lágrimas de Sophia. (parte dramática...)
-Eu não entendo você... -Disse por fim
-Eu sou complicada...
-É por causa da sua irmã? -Sophia havia perdido a irmã para Wesker, durante os testes de uma droga, desenvolvida pela Umbrella Corp.
-Também... Mas é que eu não tenho ninguém Leon... Ninguém se importa comigo...
-E a Lívia? -Lívia é a melhor amiga de Sophia, costuma ajudar Jean no consultório, ou faz missões, sendo um apoio para outros agentes...
-Só ela mesmo...
-Você se importa com ela?
-Eu já me importei com muita gente Leon, mas nunca valeu à pena...
-Sempre tem quem se importe Sophia, mesmo que a pessoa seja um pé no saco...
-Como assim?
-Pode não parecer, mas eu me importo com você, mesmo você sendo um porre...
-Não devia... -Ela estava sorrindo, isso me fez sentir melhor.
-Eu sei, mas eu não posso evitar. Você me lembra uma pessoa...
-Mesmo? Quem?
-Bem... Acho que em parte minha mãe... -P**a Que Pariu! Por que eu não disse nada melhor?!
-Hmm... Que estranho...
-O que?
-Nada, só é estranho eu lembrar sua mãe - Ela fez uma careta confusa, melhor fazê-la esquecer esse assunto...
-Ta, e agora?
-Eu não sei...
-Temos que achar uma maneira de sair daqui não acha?
-Não tenho certeza de que conseguiremos...
-Por quê?
-Claire sumiu, e ainda não conseguimos matar nem metade dos infectados...
-É... O que sugere que façamos? -Perguntei, não sou muito bom com ideias de fuga.
-Bolar um plano pra sairmos sem sermos vistos.
-Não tem dutos de ar aqui...
-Ou qualquer outra coisa que seja útil...
-Você vai ter que confiar em mim - Eu disse, me levantando e sacando minha arma.
-O que pretende fazer? -Sophia perguntava.
-Achar Claire...
-Você não vai sair por aí com tantos infectados, eu vou com você! -Sophia disse se levantando também, mas, eu um instante de distração eu a algemei em um cano que havia ali...
-Isso não vai resolver! -Ela gritou enquanto eu saía
Eu realmente não gostei de deixar a Sophia lá, mas era necessário... Não tive sorte em achar Claire, mas eu achei outra coisa, o motivo da missão. Pude ver nas câmeras de segurança que o senador estava aqui, e é por isso que mandaram a mim e Claire... Mas, como sempre nem algemas seguram a Sophia, logo eu “dei de cara com ela”.
-Eu não gostei disso! -Disse ela com um dos pulsos sangrando - Tem ideia de quanto dói tirar o pulso de uma algema?! -Ela estava irritada, melhor tomar cuidado.
-Não temos tempo pra isso agora Sophia, pode me bater depois se quiser...
-Aff... O que vamos fazer? -Disse ela, colocando o pulso no lugar... -Aaaaai! Isso dói po**a!
-Você vai voltar, não quero que se machuque... -Eu não sei como, mas ela conseguiu me derrubar, ficando por cima de mim e me prendendo contra o chão...
-Eu não vou a lugar algum!
-O que você está fazendo?! -Não tínhamos tempo para isso, tenho que acabar com a missão, antes que seja tarde.
-Olha Leon, eu cansei ta! Você nunca valoriza o que faço e, por favor, ta na cara que a Claire trabalha pra Umbrela, só você não notou!
Eu tentei tirá-la de cima, mas foi inútil... De alguma forma, mesmo eu sendo mais alto, ela era mais forte, me mantendo no chão...
-O que você quer Sophia? -Perguntei, desistindo de tirá-la de cima de mim
-Só um pouco de consideração Leon...
Eu não sei o porquê, mas eu não conseguia parar de olhar nos olhos dela... Parecia uma hipnose... Aqueles estranhos olhos vermelho sangue sempre me chamaram atenção, não sei por quê...
-O que foi? -Ela perguntou.
-Nada...
-Ta bom, vamos logo! -Ela disse por fim saindo de cima de mim.


Última edição por Sophia Blood em Sex Abr 06, 2012 12:33 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: The Kill, by: Sophia Blood   Sex Dez 23, 2011 7:59 am

Capítulo 4 - Confessions of two officers trapped.

Eu me sentia meio estranho... Principalmente perto dela, era como se o meu estomago fosse explodir, mas de uma forma boa...
-Leon?
-Sim?
-Podemos ir agora, ou pretende continuar com sua discussão mental?
-Ta, vamos logo...
Seguimos até um conjunto de salas, todas trancadas, arrombamos uma das portas. Nem sinal de Claire, ou de infectados, estávamos ambos exaustos, Sophia não queria demonstrar, mas estava a ponto de desmaiar.
-Aonde vamos agora? Você que conhece a planta do prédio. -Eu disse, dando um longo bocejo.
-Hum, não sei, eu preciso dormir um pouco, se não se importar...
-Vamos entrar nesta sala então, também estou cansado.
Entramos na sala, convenientemente, havia dois sofás no centro, e um computador em uma escrivaninha. Tranquei a porta com uma cadeira, e usei as outras trancas internas de apoio.
Nós nos deitamos em um dos sofás, era inverno, e Sophia só trajava um suéter e uma calça jeans. Eu a envolvi com os braços, seu corpo estava gelado. Parecia que ela estava morta. Depois de um tempo, acabei adormecendo...
Quando abri os olhos, estava dentro da colméia outra vez, mas não havia infectados, ou qualquer outra coisa... Eu topei com Ada Wong, e me surpreendi quando vi ela falando com Wesker, integrante dos S.T.A.R.S naquela época, logo notei que Sophia passava pelo corredor, mas um pouco diferente. Seus cabelos eram longos, sua pele estava com hematomas, e seus olhos, sem expressão. Ela parecia mais nova, o que indicava que estávamos em uma época antes do incidente.
Quando vi, estávamos no laboratório da empresa, e Sophia estava em uma sala de contenção... Logo notei que não era real, e sim, uma lembrança dela, provavelmente ela estava tendo um pesadelo com esta lembrança, só não faço ideia de como vim parar aqui...
-Então foi isso que aconteceu...
-É, e você não devia estar aqui... -Disse ela, agora normal do meu lado - O que faz aqui?
-Eu gostaria de saber...
-Bem, é bom você descansar, só vamos acordar quando isso acabar...
Quando acordei, ela havia se envolvido em meu tórax, provavelmente com frio, eu a acordei, ela abriu os olhos lentamente, olhando para mim, ela murmurou um “bom dia”.
Ao levantarmos, eu ouvi um forte barulho, só pude sentir um forte golpe contra minhas costelas, fui jogado contra a parede, e a sala onde estávamos havia explodido.
Depois de a poeira baixar, vi Sophia caída, toda ensangüentada, ela havia me empurrado para longe da explosão. Corri até ela chamando seu nome, quando ela abriu os olhos, vi que pareciam mais escuros...
-Me ajude a levantar... Acho que perdi muito sangue... -Ela me disse enquanto tentava se levantar, sem sucesso...
-Descanse um pouco, você está fraca...
-Me sinto tonta...
-Aqui, tome um pouco de água... -Sim, eu tinha uma garrafa de água em uma mochila...
-E agora, o que faremos? -Ela tornou a perguntar
-Nada por enquanto. -Leon disse
-Tem algo que queira me contar? -Ela encostou-se a uma parede.
-Na verdade, a Claire veio junto para colher amostras do G-vírus, para estudos... Eles acham que podem curar isso também...
-Só espero que o meu sangue não cure isso... Eles já o querem contra os T-vírus… O G-vírus então...
-Eu não vou deixar que nada lhe aconteça, entendeu?
-Aff, Leon eu não te entendo...
-O que eu fiz agora? -Eu perguntei
-Hehe, nada, eu só não te entendo... Só isso... E, sinto muito por ter gritado com você antes...
-Tudo bem, acho que você tinha razão afinal...
-Não, eu exagerei um pouco...
-Ai, ai... Não peça desculpas... Vamos encontrá-la, né? -Nesse momento aparece a Claire no corredor.
-Sophia, Leon! Eu achei vocês! -Claire tinha um sorriso bobo em sua face
-Você trabalha pro Wesker né? -Sophia disse
-Que absurdo Sophia! De onde você tirou uma coisa destas?!
-Bom... Você some do nada, durante horas, e agora aparece sem nenhum arranhão e com um frasco de G-Vírus... Além disso, alguém explodiu a sala em que estamos... -ela disse, meio sem paciência
-Opa... -Claire sai correndo, Sophia pegou uma de minhas armas e atirou numa das pernas dela...
-Vê se pede da próxima vez... -Eu disse pegando a Claire e colocando-a nos ombros - Vamos indo?
-Claro! -Sophia disse pegando o frasco e o colocando no bolso da calça - Vamos indo!

Capítulo 5 - The betrayal of a former ally.

Nós voltamos à base, a Claire foi pro hospital, Jean estava cuidando dela, embora a contra gosto...
-Bom, e agora? -Sophia perguntou examinando o frasco - Essa coisinha faz um grande estrago.
-Eu sei, as ordens eram entregar ao general... Mas como a Claire sabe onde vivemos acho que devemos...
-Silenciá-la! -Sophia disse
-Ou convencê-la a não falar nada - Eu a olhava de um jeito estranho, como ela podia ser tão psicopata, e bipolar também?
-Aaah - Ela discordou
-Ela não está infectada...
-Ainda! -Sophia fazia uma careta maníaca
-Sophia! -Eu reclamei, olhando feio para ela - Não vamos matá-la, ela pode ter informações sobre a Umbrela
-Ok! Eu entendi! Eu entendi! -Por fim ela se rendeu... À noite, fiz uma macarronada com queijo para nós, Lívia, Jean e Ângela Miller (R.E Degeneration)...
-Que bom vê-los novamente Sophia, Leon - Ângela disse.
-Com certeza Ângela, o que tem feito nos últimos meses? Não tive mais notícias suas desde a Angola... -Eu disse
-Tenho feito pequenos trabalhos para o governo, mas nada comparado há cinco meses, claro.
-Sim, eu também não gostaria de passar por aquilo novamente... -Eu concordei
-E vocês, o que tem feito? Ainda tentando derrubar o vírus da Umbrela?
-Sim, mas não tivemos muito sucesso, havia um traidor entre nós... -Sophia comentou
-Quem?! -Ela se assustou
-Ninguém importante, foi um cara da Inglaterra... Não se pode dar muito crédito para eles... -Respondi calmamente...
-Sem dúvida! Dá ultima vez que eu estive lá, quase bombardearam o avião - Jean disse
-É verdade! Eu me lembro disso! -Lívia comentou
Nós jantamos conversando sobre coisas aleatórias, músicas, filmes, missões, etc... Algum tempo se passou depois disso...
-Pois é... Acho que vou indo, boa noite a todos - Disse Ângela, levantando-se e saindo
-Nossa, que saída repentina... -Disse Lívia
-Acho bom irmos indo também Lívia, já é tarde... Boa noite pessoal! -Disse Jean
-Quer ajuda? -Lívia perguntou
-Não, obrigada, pode deixar conosco. -Respondi levando-os à porta

(Sophia's POV)

Depois disso, lavei a louça e tomei um banho. Nem sei o que Leon fez, mas eu ouvi um barulho muito alto vindo da sala. Eu vesti um robe, e fui socorrê-lo... Só sei que, quando cheguei à sala, lá estava Leon, esticado no chão, inconsciente...
-Claire fugiu! -Jean gritou ao passar pela porta...
Não pensei em mais nada, peguei minha arma, e fui atrás dela. Quando a vi, estava quase fugindo. Não pensei duas vezes, atirei nela. Só pude ver seu corpo caindo. Eu estava a menos de 3 metros dela, o frasquinho contendo o G-Vírus, rolou até mim...
Peguei o frasco, e voltei pra casa, guardei o frasco na cozinha. Depois coloquei Leon na cama, e fui dormir... No outro dia, eu fui acordada por Leon, dizendo que eram umas 10h30min da manhã, eu tinha uma convenção de prevenção contra os vírus, e como não ser infectado... Porém eu não tava a fim de ir... De certa forma, eu me sentia estranha. Por fim, eu fui... Apresentei os tópicos importantes, etc. À noite, o general Cruz foi nos visitar. Trazendo más noticias.
-Vocês têm uma missão, que pode fazer vocês virarem heróis!
-E qual seria? -perguntei
-Resgatar a filha do presidente - Disse ele com empolgação
-A Ashley?! -Leon se surpreendeu
-É por quê? -Ele disse
-Cara, ela é um problema...
-Por isso mesmo! Vocês são os únicos capazes de salvá-la...
-Aonde você disse que ela está mesmo? -Perguntei
-Possivelmente em um vilarejo na Espanha...
-Tem certeza de que quer que eu vá junto?
-Claro Sophia! Quem mais teria a força para segurar Leon se ele tentasse matá-la?
-Irônico, eu não sei se o seguraria - Falei sarcasticamente...
-Ou isso, ou vocês serão expulsos daqui! -Cruz disse com firmeza...
-Ta bom, mas aí dela se dar em cima de mim - Leon disse
-Ok... Vocês partem pela manhã - Disse o general saindo da casa
-Eu não pretendo ser a “babá” da Ashley...
-Nem eu, mas é uma missão Sophia, principalmente por ter sido apresentada pelo general...
-Vou falar com a Lívia e já volto ta?
-Não demore, temos que arrumar o equipamento! E eu não vou fazer isso sozinho de novo! -Disse Leon...
-Ta... -Eu disse saindo
Eu acordei com um barulho bem alto, quando abri os olhos estava no helicóptero... E nem sabia como!
-Mas que diabos...
-Bom dia Sophia - Disse Leon, enquanto pilotava o helicóptero...
-Foi você né? -Perguntei
-Eu o que?
-Que me trouxe pra cá?
-Foi...
-Aff!
-Não reclama Sophia... Poderia ser pior
-Como?
-General Fulgiu, ele é obcecado por você...
-Pois é. Eu já notei, que velho tarado!
Não demoramos a chegar à Espanha, mas para chegarmos ao vilarejo, pegamos carona com dois policiais...
-Como vocês conseguiram essa missão? -P1
-Digamos que... Temos certa influência...
-Já trabalhamos para o presidente antes... -Disse Leon
-Sei... Dá uma parada aí - O P2 (policial dois) saiu do carro...
-Cuidado, soube que quem vai àquela vila, nunca mais volta... -P1
-Nós temos experiência com esse tipo de coisa, não se preocupe... -Eu disse com uma voz de tédio.
-Não estou preocupado, só digo... -O P2 voltou e seguimos viajem
-Vocês descem aqui... -P1
-Ok, e como chegamos lá? -Leon perguntou
-Só sigam a estrada... -P2
-----------------------------------------------------------------------------------

Bem, como viram, estou ajeitando a fic, então se quiserem perguntar algo, preguntem ;D


Última edição por Sophia Blood em Sex Abr 06, 2012 12:38 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: The Kill, by: Sophia Blood   Sex Dez 23, 2011 8:00 am

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Última edição por Sophia Blood em Sex Abr 06, 2012 12:46 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: The Kill, by: Sophia Blood   Sex Abr 06, 2012 12:41 pm

Capítulo 6 - Dumbo ears in action!

-Bom isso foi bem estranho... -Eu disse, já dentro da mata, seguindo a estrada que havia nos indicado.
-Concordo... -Chegamos a uma casinha de madeira, quando entramos, havia um senhor de uns 40 anos de idade, ele mexia na lareira, provavelmente pondo mais lenha.
-Com licença, estamos procurando essa garota - Leon mostrou a foto da Ashley a ele
-Siga a estrada na lateral da casa até a igreja...
-Obrigado - Leon virou-se para guardar a foto quando:
-Leon! -Gritei
O homem tentou matá-lo com um machado. Mas Leon foi mais rápido e desviou, enquanto um meti uma bala na cabeça do cara...
-Que p*rra foi essa?! -Ele exclamou
-Vou saber? Acabamos de chegar neste lugar no c* do mundo e somos recebidos assim!
-Ok, agora eu já vi de tudo...
Seguimos a estradinha, mas outros "ganados com cara de lula" apareceram, então, nós atiramos neles. Depois de um tempo, vagamos pelo lugar sem saber para onde ir, havia algumas armadilhas, então tivemos que ter cuidado...
-Olha um cãozinho! -Eu disse
-Ele está preso...
-Então solta ele! -Eu reclamei
-Aff... -Leon solta o bichinho de deus (Ignorem, por favor) que sai correndo...
-Espero que ele tenha um dia melhor que o nosso... -Leon disse
-Idem...
Seguimos até o que parecia a praça da cidade, tinha uma fogueira, e reconhecemos o corpo de um dos policiais...
-Ok, isso é bizarro! -Eu disse
-Jura? E eu achei que fosse completamente normal ter um policial queimando em uma praça pública!
-Muito engraçado Leon!
-Ta, vamos em frente, sim?
-To com preguiça... Carrega-me?
-Depois eu sou o imprestável...
-Que seja, vamos acha logo a pirralha da Ashley...
-Ta... Deixa de ser preguiçosa e anda mais rápido!
-Não grita comigo!
-Você parece uma criança Sophia!
-Tááá... Como você é chato! -Que coisa, Leon não tem senso de humor não?
-Podemos ir agora?
-Sim...
-Droga! -Começamos a ser atacados...
E o pior de tudo era que eles não morriam! Atirávamos milhares de vezes neles, mas parecia eu, levavam chumbo e se levantavam de novo!
-Alguma ideia Sophia? Porque esse é meu ultimo pente!
-Droga! Encontre Ashley, eu tomarei conta deles!
-Nem morto!
-Ta bom. Sebo nas canelas então! -Disse Sophia começando a correr, nós conseguimos despistá-los por um tempo depois disso...
Nós entramos na tal 'igreja', e fomos andando, quando entramos em uma salinha, havia um armário com batidas de dentro...
-Espero que seja a Ashley... -Disse Leon
Quando ele abriu o armário, um homem de aproximadamente uns 30 anos, caiu de dentro, estava amarrado e amordaçado...
Leon o libertou, eles conversaram um pouco, mas mais ganados nos cercaram, e o "Big Chefe" chegou. Era um cara bem alto, uns 40 anos, não tinha mais cabelo, mas uma barba horrível... Leon me mandou sair dali. Depois só vi Ganados me perseguindo...
Um tempo depois, vi um vulto de vestido vermelho, só lembro te ter levado um tiro... Acordei em um quarto, com curativos bem malfeitos, então vi o "vulto", mas não podia ser! Era Ada, a garota morta em Raacon City! Leon me disse que a viu morrer!
-Ada?! -Foi só o que consegui dizer
-Você me conhece? -Disse ela, com um tom de ironia
-Leon me falou sobre você!
-Engraçado, eu sei tudo sobre você, só esperava que fosse um pouco mais... Ameaçadora...
-Hmm... Bom, eu sobrevivi a um tiro próximo ao estômago, já é algo... -Disse me levantando
-Vai romper os pontos!
-Na verdade... -Eu levantei a blusa, mostrando que não havia nenhum sinal de ferimento ali...
-Ok, isso é assustador!
-A Umbrela fez experiências comigo, isso foi uma das seqüelas... Pode-se dizer.
-Eu tenho que ir, preciso achar um... "Amigo"
-Eu tenho que achar o Leon - Disse com cara de tédio
Ambas fomos atrás de nossos "amigos", e eu encontrei Leon com Ashley saindo de um prédio em chamas...
-Por que tudo o que acontece de legal eu não estou junto?!
-Quem é ela? -Disse Ashley, já desgostada da aparição de Sophia
-Meu nome é Sophia Blood...
-Ahh, agora me lembro de você... Você é aquela que tentou me afogar em um aquário!
-Vamos indo vocês duas...
-Are...
Entramos em uma espécie de castelo, com vários corredores, num destes, encontramos um cara de capa azul escura, Bem feio...
-Olá estranho o que quer vender? A sua irmãzinha loira, ou a Lolita?
-Irmãzinha?
-Lolita?! -Disse Sophia apontando sua arma para ele
-Não obrigada - Disse Leon, deixando o mercador para trás
-Eu não sou Lolita!
-Isso é verdade!
De repente Ashley dá uma de louca e sai correndo, e pra variar, tivemos que ir atrás dela. Porém, quando estávamos chegando perto dela, lanças de aço surgem do chão, prendendo-a, então ela andou até a parede, e de repente foi presa contra a parede:
-Leon! Acho que estou sendo seqüestrada de novo!
-AAAAAH! Eu mato quem ta por trás disso! -Disse Sophia dando um tapa em sua testa
-Vamos, temos que achá-la... De novo - Até mesmo Leon estava começando a se irritar.
Rondamos todo o castelo atrás da pirralha, no fim, o Leon acabou encontrando um antigo colega do exército, ou sei lá o que...
-Vá à frente Sophia, eu cuido disso...
-Não, obrigada...
-O que? -Leon parecia confuso da minha decisão.
-Não vou, eu sempre tenho que ir atrás da pirralha... E além do mais, faz tempo que eu não vejo você lutando... -Disse Sophia com um pequeno sorriso
-Essa é sua nova companheira? -Ele perguntou
-Digamos que eu devo um favor a ele, por isso ajudo nas missões...
-Bem, não temos tempos a perder, vamos acabar com isso logo. -Disse Leon
Dava claramente pra ver que Leon estava mal-humorado... Tenho que me lembrar de levá-lo a um bar quando voltarmos...
Eu juro que nunca vi o Leon tão determinado a ganhar, embora tenha sido meio difícil, Leon até não se feriu muito, eu que fui a infeliz de levar uma “faca perdida”, Krauser, o “amigo” de Leon jogou a faca em minha direção, e acabou cortando um pouco meu ombro direito, e como eu não sou muito paciente, peguei minha arma e atirei na canela dele.
Encontramos o chefão, Saddler, lutamos contra ele, e no final, aquela tal de Ada jogou uma bazuca, fuzil, sei lá, para Leon, que matou o cara. Mas a ilha iria explodir em 3 minutos, corremos até a Jet-sky de Ada, só tinha lugar para duas pessoas...
-Vão logo! Eu me viro! -eu gritei, já estava cansada da teimosia de Leon
-Mas...
-Sem “mas”, você tem que levar Ashley para o presidente, e você vai fazer isso! Entendeu?!
Por fim ele concordou, deu partida no veículo e foi embora...

Capítulo 7 - The loss of a great love?

Olhei para trás e vi a ilha explodir, quando vi, lágrimas escorriam pelo meu rosto, nunca havia chorado tanto antes, mesmo na suposta “morte” de Ada... Sophia realmente era diferente... Certo? Alem disso, Ashley também chorava, estava soluçando muito...
A entreguei ao presidente, que me ofereceu uma promoção... Não sei o que me deu na hora, eu me demiti e fui para o Japão... Talvez por ser o sonho da Sophia, morar no Japão...
Claro que eu não falo japonês, mas como a maioria da população fala inglês, não foi difícil me comunicar...
Converti o dinheiro que havíamos guardado até agora em yenes, deu um total de 700 quadrilhões de yenes, comprei uma casa em Kanto para mim, e morei no Japão por três anos. Até agora...
Estou indo ao mercado, finalmente aprendi a fazer sushi direito... Comprei as algas, o arroz e agora irei comprar salmão... Porém, enquanto ia voltando para casa, meu celular toca, era Hunnigan...
-Leon, tenho um trabalho para você, e não aceitarei recusa
-Onde?
-Sul da Inglaterra, parece que há indícios de T-vírus lá
-Quando irei partir?
-Daqui a 3 horas... Vá até o aeroporto, sua passagem e sua mala estão em cima da mesa, e claro, ótima casa hein...
Desliguei na cara dela, vim para o Japão, pois achava que não teria mais que lidar com isso, mas vejo que estava errado... Peguei minhas coisas, e me despedi dos vizinhos...
Ao chegar ao aeroporto, em Tóquio, embarquei no avião e fui ruma minha ultima missão.
Realmente, haviam muitos infectados... Acabei encurralado, achei que iria morrer, quando escuto um carro vindo em minha direção, estava tocando um musica, que de início não reconheci, mas depois notei que era Highway To Hell, do AC/DC...
O carro se chocou contra os infectados, no exato ângulo para eu poder fugir, mas fiquei estático ao ver quem saiu do carro...
Uma garota, de pele pálida, olhos castanhos com tom avermelhados, que lembravam sangue, cabelos negros, repartidos em uma franja que cobriam-lhe o olho direito, tinha 1,60 de altura, pois usava um bota de couro com salto preto, uma calça xadrez cinza e uma blusa básica branca, com um casaco de couro gasto preto.
-Sempre tenho que tirar você das roubadas Leon? -Disse a mulher
-Me conhece?
Ela deu um sorriso de canto e me jogou um par de pistolas automáticas, idênticas as que eu usava antigamente... Mas elas haviam ficado com Sophia...
-Vamos logo acabar com isso... -Ao dizer isso, ela tirou uma metralhadora do carro e começou a atirar nos infectados, conseguimos fugir até um prédio abandonado... Ao entrarmos, ela usou a arma para trancar a entrada...
-Sophia Blood... -Eu disse
-Leon Scott Kennedy...
-Você morreu na ilha três anos atrás, não tem como estar viva!
-Seu eu estivesse morta faria isso? -Ela disse me dando uma joelhada no estômago
-Argh! Certo, eu acredito em você...
-No terraço há um helicóptero, podemos usá-lo para acabar com isso...
-Como?
-Estamos em Londres, todos estão infectados, e há uma bomba no helicóptero...
-Iremos morrer!
-Não, o helicóptero é resistente
-Perfeito.
-Vamos logo! A porta não vai agüentar por muito tempo.
Subimos até o terraço, lá havia um helicóptero, totalmente fechado e vedado, blindado, totalmente preto, com uma quimera em vermelho-sangue, era simplesmente... Lindo...
-Trabalhei dois anos e meio nele... Mais meio ano de testes, e ai está e minha nova criação, vamos?
-Sim...
Embarcamos no helicóptero, por dentro era completamente escuro, com bancos de couro, era forrado por dentro, não havia nenhum pó, ou sujeira...
-Como... -Comecei
-Como você acha que eu trouxe o carro, meu caro Leon?
-Certo... Espera, aquilo no carro é o que estou pensando?
-Sim, outra bomba
-Mas assim...
-A área ocupada por infectados é o dobro desta Leon, há laboratórios espalhados pela Inglaterra, explodirei todos, varrendo o vírus da face da Terra...
A explosão nos fez perder o controle do helicóptero, mas conseguimos chegar até a base sem grandes problemas, após isso, Sophia veio comigo para o Japão...
-Ou! Que casa linda Leon!
Passamos pelo fusuma, e fomos até a sala, eu servi um chá para nós, conversamos um pouco, e me surpreendi com o que Sophia me disse:
-O governo estava me caçando, tive que sumir um tempo, até as coisas se acalmarem, se eu pudesse, eu te diria aonde eu fui, e como eu fugi da ilha, mas não posso...
-Por quê?
-Eu tive amnésia há dois anos... Com o tempo, fui lembrando, mas ainda faltam coisas mais recentes...

Capítulo 8 - Important forgotten memories.

-Até quando você lembra?
-Um pouco antes de a Ilha explodir, quando você lutava com aquele velho... Depois eu não me lembro de nada, só o que me disseram...
-É bastante coisa, foi a ultima vez que vi você... Então acho que não tem problema, acho...
-Realmente causei problemas hein? -No fundo podia ver que ela estava triste
-Não pra mim, só fiquei preocupado...
-Eu falei com a Ashley, ela ficou um pouco... Assustada...
(Flashback on)
-Yo Ashley!-Disse Sophia entrando no quarto da garota
-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHH! Um fantasma!
-Ok... Volto outra hora! -Disse saindo
(Flashback off)

-Achei que isso fosse acontecer... -Eu disse, bebendo outro gole de chá
-E você, por que veio para o Japão? -Ela perguntou
-Bom, como achei que você estava morta... Acabei me demitindo e procurando um lugar tranqüilo para morar, aí me veio a ideia, você sempre falava no Japão...
-É eu sempre quis vir para cá... Visitar os postos turísticos como o Templo Sojiji, dentre outros...
-Eu senti saudade de você, mas...
-Mas?
-Você está diferente... -Surpreendi-me, quando ela inclinou a cabeça para a direita, e abriu um sorriso...
-Eu devia ser terrível antes... Pra você dizer isso...
-N-Não é isso.
-Hahahaha, eu estava brincando Leon! Não precisa ficar assim!
-Bem, não sei você, mas eu estou cansado... Vou dormir ok?
-Certo, eu me viro, boa noite Leon...
Durante a noite, eu acordei escutando um som de piano fui até a sala de música em minha casa, e vi Sophia tocando uma melodia, mas sem sucesso... Fui até ela e sentei ao seu lado
-Eu não lembro...
-Que música?
-Não lembro mais... Desculpe.
-Tudo bem, vamos dormir ok?
-Certo... Acho que vou precisar praticar mais.
-Da próxima vez feche a porta, ok?
-Eu te acordei né?
-... Foi. -Disse por fim
-Sinto muito, eu vi o piano e...
-Tudo bem, eu nunca tinha tido tempo para entrar nesta sala, até agora...
-Por que não? -Ela perguntou, com um tom de duvida e desaprovação ao mesmo tempo
-Não tive tempo, já disse...
-Mentira!
-Huh?
-Eu posso ter tido amnésia, mas sei quando alguém mente...
-Eu só achei que... -Minha voz foi sumindo à medida que eu sentia vontade de chorar...
-Faria você sofrer por minha causa...
-É...
Levei um tapa no rosto, que fez as lágrimas começarem a cair... Vê-la viva era o que eu mais queria o que mais almejava... E também, o que achava que não iria acontecer... Abaixei minha cabeça e chorei em silêncio, senti as mãos de Sophia afagarem meus cabelos, e ao ver ela havia me abraçado, apoiando minha cabeça entre seu obro e pescoço... (Okay, isso ficou muito gay... ó.ò)
-Shh... Tudo bem Leon, eu estou aqui agora... Você não vai se livrar de mim facilmente... Foi o que eu prometi, certo? -Eu continuei em silêncio, ela levantou meu rosto, obrigando-me a encará-la, seu rosto estava tão perto, que eu podia sentir sua respiração...
-Você nunca me prometeu nada... -Falei com a voz um tanto fraca
-Hmm... Mas agora eu estou prometendo, afinal, vaso ruim não quebra - Era impressionante o jeito que ela usava os ditados mais sem sentido para quebrar o clima pesado...
-Chata...
-Não faça essa cara...
-Que cara? Eu só tenho uma pelo que eu saiba... -Disse sorrindo de canto
-Você sabe muito bem do que estou falando... Mas enfim, é melhor você descansar... Já vou fazer companhia a você, ta?
-Ok - Eu disse levantando, fui até o banheiro de minha suíte e lavei o rosto, tirei a camisa, estava realmente abafado dentro daquela casa. Joguei-me na cama, com a cabeça entre os travesseiros, realmente, travesseiros de pena de ganso são os melhores, principalmente para mim, que durmo de bruços...
Pude ouvir o fusuma do meu quarto deslizando, vi a Sophia usando uma camisola preta com desenhos vermelhos, será que ela não usa outra cor? Mas, voltando ao assunto, a camisola era um “pouco” acima do joelho, seus cabelos estavam presos no legítimo coque japonês, ela andou até minha cama e sentou na ponta:
-Não vai deixar um lado para mim? -Perguntou, eu juro que ouvi um tom de malícia em sua voz;
-Foi mal - Fui um pouco para o lado, dando-lhe bastante espaço, mas percebi que ela continuava me olhando e sorrindo de um modo estranho...
-Não precisava de tanto espaço, mas obrigada mesmo assim Leon-san...

ram mais com assuntos democráticos...[/quote]
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: The Kill, by: Sophia Blood   Sex Abr 06, 2012 12:43 pm

Capítulo 9 - A prison rather satisfactory.

Ela se deitou e virou de costas para mim, pude ver algumas cicatrizes pequenas ao longo de seus ombros, aproximei-me mais para ver, mas ela se virou deixando nossos rostos muito perto...
-O que está fazendo Leon? -Ela perguntou
-Tentando ajeitar o travesseiro, por quê?
-Nada não... -Então ela voltou a se virar, ufa...
No outro dia, acordei notando algo enroscado em mim olhei para baixo e vi que Sophia havia se aconchegado em mim, ótimo, quando ela acordar vai ficar uma fúria...
Porém acabei me movendo, e ouvi-a resmungar algo antes de acordar, agora estou oficialmente morto, porém, ela apenas olhou para mim, sorriu e corou um pouco como quem pede desculpas...
-Acho que continuo me mexendo durante a noite... Foi mal - Ela disse se afastando um pouco
-Tudo bem... Eu dormi tranquilamente... -Dito isso ela relaxou um pouco, mas corou mais...
Eu levantei, e preparei algumas torradas para nós, Sophia pediu para fazer a sua, ela colocou brócolis, tomate, alface, picles, orégano e queijo. Ela disse que gosta assim, e fez o clássico achocolatado com leite...
A minha foi simples, queijo, presunto e manteiga, só. E um bom café preto, se bem que na verdade é um chá, mas o gosto é parecido, então eu classifico como café.
Pouco depois, recebi uma ligação da Hunnigan, pedindo para que fossemos até a base onde vivíamos, Sophia fez uma cara de tédio, enquanto arrumava uma mochila com roupas e o que me pareceu uma katana de prata...
Arrumamo-nos e pegamos um avião, rumo aos E.U.A, chegamos poucas horas depois, fomos direto para a base, agora apenas uma base militar. Fomos apresentados para o novo general, George Gutenberg, que nos saudou de forma... Respeitosa demais fomos até nosso antigo quarto, Sophia pegou suas coisas e fomos falar com Hunnigan:
-Olá, meus tesouros, tenho boas e más noticias...
-Fala a má logo - Disse Sophia, ficando de certa forma impaciente
-Vocês não poderão mais sair daqui. -Disse num tom arrogante, tive que segurar o ombro de Sophia, pois senti que ela iria matá-la
-E a boa? -Perguntei
-Tenho uma missão para vocês!
Quando vi, Sophia tinha agarrado o pescoço de Hunnigan e a atirado na mesa, a partindo em dois, Hunnigan sacou suas armas, mas Sophia estava com a ponta da katana no pescoço dela.
-É melhor você prestar bem a atenção, pois só vou dizer UMA vez, eu não trabalho mais para o governo, então eu NÃO vou ficar aqui, ENTENDIDO?! -Juro que vi uma intenção assassina nos olhos de Sophia, Hunnigan mirou na cabeça de Sophia e atirou, por sorte, não a atingiu, porém, começou a jorrar sangue do braço esquerdo de Ingrid (Hunnigan), e ouvi-a gritar de dor. Pude ver os olhos de Sophia, indicava que ela queria muito fazer isso...
-Eu avisei Hunnigan, eu não trabalho mais para vocês! -Dito isso, ela saiu, essa foi a primeira vez que senti realmente medo da Sophia, se ela não tivesse desviado do tiro, decapitaria Ingrid sem hesitar. Realmente, às vezes esqueço-me do que Sophia é capaz de fazer...
Saí de lá, e fui atrás dela, Sophia realmente estava brava com tudo isso, afinal ela sempre foi forçada a participar de tudo isso, em parte, por minha causa. Mas nas ultimas missões que fizemos, parecia que ela havia se acostumado com a rotina de matança.
Por fim, Sophia concordou em participar dessa missão, desde que ela pudesse ter acesso ilimitado aos armamentos da base, Hunnigan ficou meio preocupada, mas aceitou, então fomos rumo ao interior de Toronto, no Canadá. Parecia haver indícios de laboratórios pesquisando um novo tipo de vírus, e ainda, teríamos que encontrar Wesker...
Arrumamos nossas armas, iríamos de carro até lá, por uma rodovia especial, na verdade subterrânea. Porém a viagem iria demorar em torno de 15 horas.
-Em que tipo de carro iremos viajar? -Perguntou Sophia
-Bom, a princípio, num Grand Cherokee, por quê? -Respondeu Lívia (sim, ela ta viva)
-Pra mim isso não é um carro! -Ela falou
-Prefere um fusca? -Disse Jean, rindo da careta que Sophia fez.
-Dispenso... -Disseram Lívia e Sophia ao mesmo tempo
-Por que iremos em um grupo de quatro pessoas? -Perguntei
-Caso Sophia resolva explodir todo o Canadá...
-Eu ignoro seus comentários Jean...
-Na verdade, para prevenir qualquer tipo de ataque Leon.
-Hmm, entendo...
-Com tanta gente, não vai chamar muita atenção? -Sophia perguntava
-Vamos em dois grupos separados... -Disse Jean
-Vamos indo, afinal temos 15 horas de estrada. -Lívia reclamava

Capítulo 10 – Missing, and, vindictive?!

Embarcamos nos carros, eu e Sophia em um preto, Lívia e Jean em um cinza escuro ao menos não era vermelho, chega a enjoar ver sempre as mesmas combinações de cores. Por falar nisso, eu trajava uma calça jeans gasta, uma camisa cinza escuro e o meu tradicional casaco de couro, já Sophia estava com uma calça preta rasgada nos joelhos, uma camisa roxa com estampa de gatos pratas, e um tênis da Converse, All Star cano longo branco, com o cadarço preto.
Jean usava uma camisa pólo branca, e uma calça jeans escura, e um tênis preto, devia ser Nike pelo símbolo lateral. Lívia usava uma legging cinza-claro, uma sobre-legging preta, e um All Star bege, eles eram os mais normais, por assim dizer...
Saímos às 4 da tarde, e entramos na rodovia subterrânea, eu estava dirigindo, Sophia estava com seu Mp5, ouvindo música, devia ser Evanescence, estava tão alto que eu conseguia ouvir também.
-Vai ficar surda assim...
-Hã?
-Eu disse que você vai ficar surda se continuar ouvindo música tão alta! -Respondi um pouco mais alto!
-Como? Não entendi!
Eu arranquei os fones do ouvido dela, conseqüentemente do aparelho também, estava escutando AC/DC, o som ficou alto demais, ela abaixou o som e depois me olhou com raiva.
-Você vai pagar os fones! -Ela desligou o aparelho e pegou um livro para ler...
-Isto é, se estragaram... -Fiz uma expressão de sarcasmo
-Presta atenção na estrada, não quero que o carro capote se você der mancada - Ela realmente não gosta quando tiro sua fonte de distração, alguns minutos depois, ela fechou o livro, e continuou com a cara amarrada...
-Que horas são? -Perguntei
-06h35min, por quê?
-Não parece que estamos mais de 5 minutos na estrada, né?
-Tem razão, parece que o tempo não passa...
De repente, o carro do Jean parou, nós demos meia volta e encontramos com eles atirando contra alguns homens, nós descemos, Sophia reconheceu-os como sendo homens desaparecidos da base, porém eles agiam como se nós fossemos inimigos...
-Leon! Eles estão infectados! -Gritou Jean
Eu desci e tirei algumas armas do banco de trás do carro, quando vi, Sophia havia pegado armas também, e estava 'destroçando' os infectados...
Logo ficamos cercados, Sophia tirou do carro algo que me surpreendeu: Uma katana, eu sabia que o nível de kenjutsu dela superava muitos mestres atuais, mas contra infectados talvez não desse certo.
-Afastem-se! -ela cortou um cano de gás que ficava no teto, todos nós entramos nos carros, Sophia atirou um isqueiro, e quando entrou em contato com o gás, provocou uma forte explosão, destruindo todos os infectados...
Chegamos ao local de origem poucas horas depois: Detroit. Conseguimos descobrir a localização dos laboratórios que produziam T-vírus, e não tivemos dificuldades para nos livrarmos deles...
No entanto, Sophia parecia diferente, estava mais distante de todos. Talvez ela tenha más lembranças por se envolver tanto com essas missões, tenho que achar um jeito de Sophia relaxar, talvez levá-la a um bar funcione!
Tive praticamente que arrastar Sophia até o bar, pedi uma garrafa de vinho seco, meu problema é que bebo demais, mas, porre de vinho é a pior coisa que existe, então não vou exagerar na dose...
Sophia mal tocou em sua taça, estava chateada com algo, tentei fazê-la dizer o que a incomodava, mas ela mudava de assunto, por fim, ela começou a beber, para não me fazer tocar naquele assunto.
Tomamos cinco garrafas de vinho, exageramos? Sim! Tive que arrastar Sophia para nossa casa, quando entramos, tive certa dificuldade para chavear a porta. Sophia havia se sentado na beira de sua cama, ela olhou pra mim e disse:
-Idiota! Estamos bêbados por sua culpa Leon! -Ela começou a rir
-Ora, se você não bebesse tanto, não estaríamos assim! -Sentei ao seu lado, ela me olhou emburrada
-Cala a boca Leon!
Lembro-me do dia que a conheci, Sophia sempre teve seu gênio forte, ou seja, sempre foi irritante... Mas comparando a Sophia de agora, para a de sete anos atrás, diria que ela evoluiu muito, não só em caráter, mas em experiência e autocontrole também... Talvez a morte de sua irmã ainda a assombre, ela sempre se culpou, por tudo que aconteceu a ela quando estava na Umbrella, e também, por Wesker tê-la mantida viva, ao invés da irmã...
Mas, acredito que quando a conheci, tive uma impressão totalmente diferente da de agora:

Flashback:
Meu primeiro dia de trabalho: Um verdadeiro inferno! Não sei como, mas todos os habitantes dessa cidade parecem zumbis, querendo matar os outros que ainda estão vivos, se é que posso chamá-los de vivos...
Consegui fugir de alguns “infectados”, mas ao que me parece, eles estão perseguindo uma garota, cabelos negros até a cintura, a pele é tão pálida quanto à deles. Ela veste nada mais que uma regata preta, calça jeans e um tênis preto.
-Ei você! Seu inútil dá pra me ajudar aqui ou ta difícil?! -Ela correu para a minha direção, seu sotaque demonstrava que ela não era americana, ao menos de nascença...
-Ta, venha comigo! -Saquei minha arma e atirei em alguns infectados...
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Capítulo 11 - Have a of wine drunk, the worse thing!

Eram 3 da manhã, estávamos bêbados, Sophia estava exausta, ela tomou um banho e deitou-se, o problema foi que ela se deitou comigo! Sentir seu corpo colado ao meu, e eu já estava muito mal, por efeito do álcool, claro... Maldito seja quem criou a bebida alcoólica! Mas enfim, ao sentir seus braços me envolvendo, eu a deitei apoiada em mim, e dormimos assim, aconchegados um no outro, estava frio, portanto, nos cobrimos com um cobertor...
Ao acordar, vi que Sophia me olhava, eu encarei seus olhos, ela abriu um pequeno sorriso e disse:
-Exageramos um pouco ontem, não?
-É. Minha cabeça dói, bebi demais, e você? Como se sente?
-Um pouco desorientada, mas acho que não bebi o suficiente para ter uma ressaca... -Ela notou a posição em que nos encontrávamos: Eu, sem camisa, apenas com uma calça de moletom, deitado, ela, com uma camisola, deitada por cima de mim, com o rosto apoiado em seus braços, sobre o meu tórax.
-Bom pra você... Argh, não poderei treinar hoje...
-Ora Leon, vai deixar uma dor de cabeça te vencer? -Ela sentou-se na beira da cama -Vamos, levante-se e tome um banho, farei algo para comermos, e irei preparar uma boa aspirina, e uma xícara de café forte para você... -Logo após dizer isso, Sophia levantou-se e foi até a cozinha.
Tomei um banho rápido, vesti uma caça jeans escura, uma camisa branca, com meu habitual casaco de couro, e tênis. Ao entrar na cozinha, Sophia havia feito torradas, e uma boa xícara de café para mim, ela bebia iogurte de morango. Sentei-me à sua frente, ela me olhou e sorriu. Notei um comprimido de aspirina à esquerda da xícara, peguei e o engoli com café, em pouco tempo, minha dor de cabeça havia sumido.
-E então? Hunnigan nos deu alguma informação de missões? -Perguntei, Sophia fez uma careta chateada e me estendeu um arquivo.
-Toma isto é o melhor que ela conseguiu. -Sophia falava sarcasticamente, ao abrir o arquivo, era sobre uma jovem chamada Agatha Dark, aparentava sofrer alucinações, dizendo que ela seria morta por zumbis.
-Acha que ela pode ter sido vitima da Umbrella, assim como você?
-Sim, o efeito colateral que eu adquiri, foi uma recuperação acima do normal, meu corpo ser imune ao T-Vírus, e esses olhos vermelhos, se esta garota realmente está tendo visões, é provável que ela tenha sido vítima da Umbrella assim como eu...
-Ela mora em uma base militar em Illinois, sabe por quê? -Perguntei Sophia provavelmente só aceitou esse caso, por causa da garota.
-Sim, ela matou seus pais, alegando que eles tentavam infectá-la, isso foi há cinco meses, desde então, tem sido mantida em observação... Leon...
-O que foi?
-Podemos levar Lívia junto? Estou com um mau pressentimento.
-Certo, mas, é melhor tomarmos cuidado, não sabemos do que a garota é capaz. -Eu disse terminando de comer minha torrada.
-Obrigada... -Ela parecia aliviada, espero conseguir fazer com que Sophia confie mais em mim, apesar da amnésia, ela parece se dar bem com todos.
Partimos de carro, não nos deixaram pegar um helicóptero, Sophia colocou música, nunca achei que começaria a gostar das músicas dela... Mas uma em especial me fez repensar sobre minhas atitudes...

http://www.youtube.com/watch?v=rux7dSSHSwA

Ao chegarmos a nosso destino, fomos até o quarto 696, onde a garota residia. Sophia vestia uma calça de couro preta, uma camisa xadrez, um pouco acima da cocha, uma jaqueta, igualmente de couro preto, e uma bota plataforma, preta com detalhes em branco. Seu cabelo estava solto, e sua franja por cima do olho direito. Eu vestia a mesma roupa que usava pela manhã. Já Lívia usava um vestido azul marinho, e uma sandália da mesma cor, seu cabelo estava preso em um elegante rabo de cavalo.
-You are the representatives of the New York base?
-Yes, my name is Sophia Blood, they are Leon S. Kennedy and Lívia Lovering, and we came to see Agatha Death.
-Sure, come over here, please.
Ao entrarmos no quarto, uma garotinha, de uns doze anos de idade, estava sentada à beira da cama, seus olhos eram castanhos , sua pele era quase tão pálida quanto à de Sophia, seus cabelos eram castanho-claros, suas feições indicavam que ela era asiática.
-Eu sabia que viriam, Leon, Sophia e Lívia... -Disse Agatha
-Olá -Disse Sophia se aproximando da garota -Sei que já deve saber, mas eu também fui vítima de Wesker. Se não for incômodo, gostaria que me contasse o que aconteceu...
-No fundo você sabe. -Disse a garota - Eu não posso somente ter visões, como posso mostrá-las às pessoas... -Sophia ajoelhou-se à frente da garota, que tocou-lhe no rosto.
Os olhos de Sophia ficaram brancos, e sua pele empalideceu mais ainda, não sei o que houve, mas quando Sophia voltou a si, tinha um sorriso bobo estampado no rosto.
-Parece que o futuro a agrada, senhorita Blood. -Disse Agatha.
-Ora, a quem não agradaria? -Sophia se levantou e veio até mim, fazendo um sinal positivo, para que eu me aproximasse.
-Leon Scott Kennedy, parece que você tem incertezas sobra vários assuntos. E que vai começar a escutar mais Nightwish daqui para frente, não?
-Certamente, algumas músicas, em especial The Wayfarer, me interessaram.
-Entendo. -Ela tocou-me no ombro, e tudo escureceu.

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Sophia Blood

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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: The Kill, by: Sophia Blood   Sex Abr 06, 2012 12:50 pm

Capítulo 12 - The lonely traveler.

Eu estava com Sophia, sentado em um banco de praça, reconheci como a base onde moramos. Ela estava com os cabelos soltos, negros como sempre, porém, as pontas estavam um pouco... Douradas, ela virou-se para mim, seus olhos, vermelhos, brilhavam intensamente, ela abriu um sorriso lindo de se ver, era como se finalmente a paz tivesse nos alcançado.
-Happy Birthday Leon! -Logo após senti algo gelado cair sobre mim, era água. Lívia e Jean riam de mim, enquanto Sophia enxugava-me com uma toalha branca.
-Há Há, very funny! -Eu disse, Sophia se sentiu culpada
-After I give a present...
Quando voltei a mim, estava suando, e exausto, Sophia me olhava com curiosidade, Lívia estava curiosa também, Agatha me olhava com um misto de apreensão e rigidez
-Ficou tempo demais, teria morrido se ficasse mais tempo! -Ela disse
-Ei, calma, calma... -Disse Sophia - Não estamos tão acostumados com isso, pega leve...
-Sua vez. -Ela disse à Lívia.
-Não, obrigado. Prefiro saber meu futuro por mim mesmo, não se sinta ofendida...
-És autossuficiente e não se prende a superstições de uma garotinha de doze anos que vê o futuro... Entendo.
Conversamos com Agatha, como havíamos suspeitado, ela realmente sofreu a mesma mudança genética que Sophia, mas ela teve efeitos colaterais diferentes...
Esclarecido o incidente, a garota foi movida para a base de Xangai, na China. Onde certamente, não iria arranjar problemas. Voltamos para a base e fui tomar um café, Sophia ainda sorria, tenho que me lembrar de questioná-la sobre a visão depois.
-Leon... -Ela sentou-se ao meu lado
-Sim?
-Eu... Eu quero confiar em alguém, mas é difícil, vendo Agatha, lembrei de como eu era antigamente. Quero que me ensine como confiar em alguém! -Ela segurou minhas mãos com firmeza e olhou firmemente para meus olhos.
-Por que tão de repente? Tem algo a ver com a sua visão? -Perguntei, Sophia corou;
-Não... Eu só quero poder confiar em alguém... -Ela disse soltando minhas mãos.
-Bom primeiro: A confiança de uma pessoa se conquista. E segundo: Uma vez você disse que confiava em mim, lembra-se?
-Certo... E sim, eu me lembro perfeitamente. -Ela respondeu com a voz firme.
-Por quê?
-Por que, o que?
-Por que confia em mim?
-Ahh... Porque você é uma pessoa digna de confiança. É honesto, né?
-Não sei. Você é quem está dizendo isso...
-Leon...
-O que?
-Não está tentando fazer psicologia reversa comigo, está?
-Droga! Como percebeu?
-A Lívia tentou umas trocentas vezes...
Começamos a rir, era bom ver que Sophia confiava ao menos em mim, isso me confortava saber que Sophia contaria comigo para o que precisasse.
À noite. Fomos jantar com Lívia e Jean, comemos sushi, preparado por Sophia. Só não comemos o baiacu feito por ela, Lívia estava morrendo de medo de morrer, como deve saber, o baiacu possui um veneno em seu organismo. Vários japoneses morrem por causa de baiacus mal preparados... Por tanto, cuidado!
Quando voltamos para casa, Sophia tomou um banho, depois dela fui eu. Quando saí, Ela estava sentada à beira da cama, segurando dois copos com um líquido transparente.
-O que é isso? -Perguntei
-Saquê, cuidado, o gosto é forte.
Eu dei um gole e minha garganta parecia queimar, ela começou a rir e tirou o copo de mim, logo indo para a cozinha e me trazendo água. Eu bebi três copos seguidos, depois ela sentou-se em uma cadeira olhando para mim com uma expressão de deboche, e disse:
-Eu avisei que o gosto era forte! Que mania que você tem de beber feito um pinguço! -Ela começou a rir da minha cara de irritado.
-Cala a boca vai... -Sentei-me em minha cama, pegando um livro que há tempos havia começado a ler: Eragon sei que é um livro mais para adolescentes, mas me pareceu interessante. Mas, como Sophia adora me deixar em paz, ela sentou ao meu lado, deitando sua cabeça em meu ombro.
-Nee, Leon... -Ela começou
-Sim?
-O que acha que vai acontecer à Agatha? Digo, espero que não queiram usá-la para experiências bizarras... -Fechei o livro e tornei a guardá-lo. Sophia estava preocupada com a garota, eu podia sentir isso.
-Vai ficar tudo bem, vamos cuidar primeiro de você, ok?
-Táááá chefinho! -Por que ela insiste em me irritar desse jeito?!
-Para de me chamar assim, isso irrita...
-Por quê? É tão legal chamar você de chefinho, chefinho! -Desisto, peguei uma almofada e joguei nela.
-Eu avisei...
-Ora seu! -Ela pegou a mesma almofada e jogou em mim, o problema foi que, acabei batendo a cabeça no encosto da cama, amanhã vou ter um “galo” na cabeça...
-Argh, jogue com menos força na próxima vez, ok?
-Desculpa, desculpa, desculpa! -Ela veio até mim com uma bolsa de gel, de onde ela tirou, eu não sei...
-Sophia...
-Que?
-O que você pretende fazer com esta bolsa de gel?
-Aaan, pôr na sua cabeça para evitar um galo?
-Isso só acontece quando ela está gelada, o que, não é o caso...
-Aaaah é né? -Ela foi até a cozinha, e depois voltou até mim
-Que foi?
-Foi mal pela almofadada... Não queria que batesse a cabeça.
-Aff, não se preocupe. Vou ficar bem.

Capítulo 13 - A mission tasty! Eat lots of pizza people!

Uma semana se passou desde o incidente com a almofada, Sophia, Lívia e eu tínhamos nos tornado um “time”, em um pacato dia de 15 de novembro, Hunnigan nos chamou, afirmando que havia conseguido uma ótima missão para nós. Sophia com seu bom humor de sempre, queria estraçalhar Hunnigan e jogá-la para os cachorros infectados...
-É uma missão na Itália, então, vocês partem daqui a 15 minutos. Tragam uma lembrancinha!
-Eu ainda mato a vadia... -Disse Sophia arrumando sua mochila, eram coisas básicas: sucos, munição, uma pistola automática, pastelinas e uma bomba, caso a coisa ficasse feia... Pro nosso lado.
-Ai, ai Sophia, não vai adiantar nada matar a Ingrid, você só vai ferrar a si mesma. -Lívia levava algumas garrafas de Coca-Cola, sanduíches, munição e uma doze...
-Lívia tem razão, por que não escuta ela um pouco e me poupa de problemas? -Eu levava água, algumas barras de cereal, e mais duas pistolas com munição.
-Isso é um complô? Poxa, ta todo mundo contra mim! -Ela disse enfiando uma barra de chocolate na mochila, e logo após pondo-a nas costas. -Vamos?
-Claro, vou pegar o helicóptero... -Eu disse saindo do depósito de armas.

(Sophia's POV)

-Não sei como a gasolina nunca acaba... -Lívia disse
-Simples, é porque o helicóptero é movido à energia solar, chibi... -Bom, acho que eu vou ter que descontar minha raiva em pessoas más da Itália...
-Ahh, vamos indo então? -Lívia viria conosco para as missões, talvez seja um bom treinamento para fazer essa preguiçosa se mexer... Espero que ela não pense que eu pensei isso...
-Claro, temos uma longa viagem pela frente... -Disse pegando meu MP3 e pondo um fone no ouvido, estava ouvindo The Islander – Nightwish. Adoro essa música!
-Ei, Sophia...
-Sim?
-Como foi... A sensação de matar um infectado pela primeira vez? -Aquilo com certeza me traziam más lembranças, mas, fazer o que? É algo que precisamos enfrentar...
-... Foi horrível, não dormi por três semanas. Quando se atira em um infectado, ao menos nas primeiras vezes, mesmo você sabendo que eles não são mais humanos, você acaba se sentindo culpada...
-Quando isso aconteceu?
-Há sete anos, no incidente da Umbrella Corporation. Leon havia se ferido na perna esquerda, e alguns infectados nos acharam, a princípio eu estava com medo. Mas ao ameaçarem a vida de nós dois não pensei duas vezes. Peguei uma arma que havia ali, e atirei neles... Por sorte conseguimos fugir no trem... Por que pergunta isso?
-Sei lá, não sei se vou conseguir atirar se eu ver um...
-Atire nas pernas, isso ajuda, ao menos um pouco... -Leon chegou, nos levando até o helicóptero. De lá, partimos até a Itália! País da Pizza!
Ao chegarmos, era bem tarde, fomos encaminhados até o hotel onde ficaríamos: Pizza Palace, hotel and pizzeria. Lá, nos instalamos em um quarto e descemos para jantar. Leon pediu uma pizza grande, separada em três sabores, ele pediu calabresa, Lívia pediu à Portuguesa e eu, de milho. Sim, eu gosto de pizza de milho, o que tem?!
Depois do jantar, fomos dormir, no outro dia teríamos que acordar cedo, alguns desaparecimentos perto de uma fábrica nos intrigaram, por tanto, é bom que não sejam infectados, ou eu vou explodir tudo!
Deviam ser umas três da manhã, eu não conseguia dormir, então resolvi dar uma volta no pátio do hotel. Ao descer para o hall de entrada, avistei Leon sentado em uma das poltronas, ele estava dormindo... Cheguei bem de fininho, e realmente, ele estava ferrado no sono.
-Leon... -Eu o chamei, e, ao tocar seu ombro, fui jogada no chão, reflexos bons que ele tem!
-Sophia?! -Ele tinha agarrado meu braço e me jogado por cima do ombro dele - O que faz aqui?!
-Argh... Acordando você, para que vá para o quarto dormir, e não na recepção?
-Ah, eu pensei ter visto algo estranho, e resolvi investigar. Mas acabei pegando no sono ao ficar de vigia. - Leon me ajudou a levantar, e nós fomos ao nosso quarto, Lívia dormia feito pedra, então, não tivemos problemas em entrar.
Eu sentei em uma poltrona próxima à janela, Leon me olhou curioso, mas preferiu não perguntar nada...

(Leon's POV)

Eu preferi não perguntar, mas com certeza Sophia estava agindo diferente, talvez pela pressão das missões, ou por outra razão qualquer. Mas o que mais me intriga, é o que Hunnigan me disse logo antes de irmos para a missão de Agatha... Talvez essa seja a razão de Sophia estar tão inquieta, existem quatro pessoas, que fizeram parte dos experimentos da Umbrella, que estão vivas, e que possuem habilidades sobre-humanas, duas delas nós já encontramos, e estamos mantendo “sobre controle”. Estas são Sophia e Agatha.
Peguei uma xícara de café e voltei para o quarto, que mais parecia uma sala com três camas, mas enfim... Sophia continuava a olhar pela janela, sentei-me ao seu lado, ela olhou para mim, deu um breve sorriso e voltou a olhar pela janela.
-Melhor você se abaixar... -Logo depois uma bola de tênis atravessou a janela, por sorte me abaixei e consegui desviar, Sophia levantou-se e pegou a bola, nela havia uma carta escrita, Sophia hesitou, mas por fim começou a lê-la. Sua expressão mudou completamente. Ela me mostrou a carta, estava escrita com sangue, e continha a seguinte mensagem:

Para Sophia Blood e Cia.

Sim, como deve ter percebido, esta é minha letra, por tanto, ainda estou vivo.
Atualmente estou procurando pelos nossos amigos “cobaias” Chase e Neal.
Beijos... Albert Wesker.
PS: Chase já está do meu lado, conseguirão vocês se rebelarem contra mim?


Capítulo 14 - Unimaginable discoveries

(Sophia’s Pov)
-Desgraçado! -Sophia jogou um abajur no chão, acordando Lívia. -Aquele Wesker me paga!
-Calma! -Tentei segurá-la, mas não deu muito certo, acabei levando uma cotovelada na boca do estômago, que me fez cuspir sangue.
-Sophia! Acalme-se! -Ouvi Lívia dizer, Sophia olhou para ela e disse algo que eu nunca pensei que diria.
-Ah, vai-te à m*rda Lívia! Não vê que eu to nervosa?! -Ela saiu do quarto, logo, fui atrás, para evitar que ela destruísse o hotel inteiro...
Quando a encontrei, estava tomando um copo de uísque, ela me olhou e depois voltou a bebericar o uísque, a garrafa já estava pela metade... Tenho que levá-la para fazer um exame de cirrose qualquer dia destes.
-Quem são Chase e Neal? –Perguntei me servindo do uísque
-Ex experiências do Wesker. –Ela disse seca
-Entendo... Quer conversar sobre isso? –Disse me sentando na poltrona mais próxima.
-Neal é o irmão mais velho do Chase, digamos que os dois são um pouco... Anormais.
-Por que anormais?
-Fora que os dois compartilham os mesmos sonhos, e gostam da mesma garota... –Ela sentou-se ao meu lado.
-Da mesma garota? –Fiquei pensando um tempo, então me caiu à ficha – Caral*o! Eles gostam de você?!
-Ei! Não me menospreze ok? –Ela bebeu mais um gole - Neal tem 27 anos, já Chase tem 25.
-Como eles são?
-Ambos são loiros e têm olhos azul-claros, quase brancos a pele é bem clara, Neal tem 1.80 de altura, e Chase 1.70. Neal adora Heavy Metal, e Chase, música clássica.
-As únicas coisas em comum são a aparência, os sonhos... E o gosto pra mulheres?
-Cala a boca vai. –Ela me bateu com uma almofada.
-To brincando, vem cá Sophia! –Droga, ela se foi para o quarto. Por que ela fica tão nervosa quando falo dela hein?
Quando eu entrei, Sophia estava parada à janela, Lívia tinha saído então me aproximei dela pondo um casaco em seus ombros, ela me olhou, ficamos nos encarando por alguns instantes, podia-se ver o vapor de nossas respirações. Realmente estava frio...
-Leon, o que faremos agora?
-Como assim?
-A janela está quebrada, e esse vento frio não vai me deixar dormir.
-Aaah, bom, podemos dormir na recepção. –Ela começou a rir e encostou sua cabeça no meu tórax.
-Acho que eu vou ter que pagar o concerto da janela.
-Nada que você não resolva, venha, vamos dormir... –Ela se deitou na cama, peguei outro cobertor para ela.
-Por que me mima tanto Leon? –Ela estava sorrindo
-Pois você é importante para mim, é se eu não for gentil com você eu apanho da Lívia?
-Hahaha, é possível mesmo, embora eu ache que até um gato é mais perigoso que ela... Só não diga que falei isso, ok? –Me deitei ao seu lado e a cobri com o outro cobertor.
-Certo... Agora durma, amanhã teremos que investigar o ocorrido...
-Boa noite Leon.
-Boa noite Sophia... –Logo peguei no sono, e a última coisa que me lembro foi de ouvir Sophia reclamando
Ao acordar, Sophia já estava de pé, vestia uma legging preta, uma saia jeans bege, uma regata preta trançada nas costas e um all star bege também. Seu cabelo estava solto, caindo em camadas sobre seu rosto, ela usava uma sombra azul-celeste, e o lápis de olho estava bem forte.
-Tive uma ideia de como atrair os causadores deste incidente. –Ela disse assim que me viu levantar
-Como?
-Eu poderia chamar atenção, com certeza eles viriam até mim!
-Como assim... Sophia, você não está pensando em. –Lívia começou a rir
-Eu vou cantar... –Pude sentir a firmeza em sua voz.
-Essa eu quero ver. –Disse por fim
No outro dia, havia um palco montado, Sophia vestia um vestido preto simples, seu cabelo estava preso em um coque desfiado e ela calçava uma sandália prateada.

http://www.youtube.com/watch?v=zR4QvZUgpMc&playnext=1&list=PL6433F481208585FF

Wish I Had an Angel

I wish I had an angel
For one moment of love
I wish I had your angel tonight

Deep into a dying day
I took a step outside, an innocent heart
Prepare to hate me fall when I may
This night will hurt you like never before

Old loves they die hard
Old lies they die harder

I wish I had an angel
For one moment of love
I wish I had your angel
Your Virgin Mary undone
I'm in love with my lust
Burning angel wings to dust
I wish I had your angel tonight

I'm going down so frail and cruel
Drunken disguise changes all the rules

Old loves they die hard
Old lies they die harder

I wish I had an angel
For one moment of love
I wish I had your angel
Your Virgin Mary undone
I'm in love with my lust
Burning angel wings to dust
I wish I had your angel tonight

Greatest thrill, not to kill
But to have the prize of the night
Hypocrite, wannabe friend
13th disciple who betrayed me for nothing!

Last dance, first kiss, your touch, my bliss
Beauty always comes with dark thoughts

I wish I had an angel
For one moment of love
I wish I had your angel
Your Virgin Mary undone
I'm in love with my lust
Burning angel wings to dust
I wish I had your angel tonight

I wish I had an angel
I wish I had an angel
I wish I had an angel
I wish I had an angel

O que aconteceu depois foi algo que eu nunca pensei que veria. Do meio de todos surgiu um homem loiro, com os cabelos cobrindo um dos olhos, sua pele era quase tão branca quanto à de Sophia, vestia uma calça jeans escura, uma camisa do Iron Maiden e uma jaqueta de couro, usava um coturno.
-Sabia que era você... –Sophia disse descendo do palco. –Neal Death...
-Olá Sophia. –Ele tirou o cabelo do rosto, seus olhos eram verdes
http://4.bp.blogspot.com/_cP0pJ4PhGIQ/TO7ygM4-SiI/AAAAAAAAGT0/Apd4XC7Pd9Q/s1600/blonde+guy2.jpg
-O que diabos faz aqui?
-Vim conter a recente manifestação de infectados na região. Ao contrário de Chase, eu não me aliaria ao Wesker nem morto. – Ele nos viu – Seus amigos?
-Sim. Leon Scott Kennedy e Lívia Lovering.
-Sei… Por que está tão inquieta? – Ele olhava para Sophia com apreensão
-Wesker me mandou um recado... –Sophia mostrou o bilhete para Neal
-Filho da... – Ele devolveu o bilhete – Pretende resgatá-lo?
-Talvez... Não sei dizer. Mas, bem que você podia vir conosco né? –Ela lhe deu um soquinho no tórax
-Não sei... Aquele Leon parece estar interessado em você...
-Neal! Não comece a invadir a mente deles!
-Ta ta, não precisa ficar assim... –Ele ficou em posição defensiva. – A propósito, até que você canta Nightwish direitinho...
-Calado! –Ela foi à frente, logo Neal a seguiu para onde estávamos.
Ao chegarmos ao hotel, arrumamos nossas coisas, e seguimos Neal até onde ele disse ter visto infectados. Era uma caverna, porém haviam dois corredores.
http://bocaberta.org/wp-content/uploads/2008/09/caverna.jpg
-Se nos separarmos, iremos mais rápido. –Disse Neal – Em ambas as direções eu encontrei infectados...
-Vou com Neal. –Disse Sophia. Então, eles seguiram o túnel da direita.

Capítulo 15 – A new friend or a new enemy?

Assim que nos separamos dos outros, Neal e eu seguimos a procura de infectados, mas algo me dizia que tinha algo a mais.
-Não se preocupe, estamos indo na direção do que quero te mostrar... –Disse Neal, sim, o “poder” dele, é poder ter uma ideia do que a pessoa está pensando ou sentindo.
-Espero que eu não me arrependa por confiar em você. –Eu disse
-Não vai. – Quando chegamos havia uma enorme quantidade de corpos, todos infectados. Mas também havia uma espécie de centro hospitalar. Quando entrei, nas prateleiras tinham dezenas de frascos com o T-vírus, o que me fez ficar surpresa.
Quando vi, um dos frascos estava em uma seringa, e Neal a pegou a tempo de me surpreender e injetar o conteúdo em mim. Ele me segurou contra a parede até não haver mais nada. Ele se afastou e já sacou sua arma apontando-a para mim.
-Filho da mãe! – Não posso ser infectada, mas a dor lancinante que o vírus provoca eu sinto!
-Precisava ter certeza...
-Podia ter dito! Argh! – Me sentei em um banco próximo, e quando vi, minha visão ficou embaçada – Você me drogou não?
-Sim. Como eu disse, quero te mostrar algo... – Só tive tempo de ser segurada por Neal, então eu apaguei...

(Neal’s Pov)

Eu não pretendia apagar Sophia, mas eu preciso chegar a um local antes que ela acorde, tenho certeza de que ela entenderá quando ver o que quero mostrar a ela. Talvez ela possa descobrir como usar aquilo. Do que estou falando? De uma substância que pode destruir Wesker e todo o vírus, só é necessário alguém que seja imune ao T-vírus, já que o composto é derivado do mesmo.
Quando chegamos, era uma parte bem escondida da caverna, por incrível que pareça, era totalmente feito de pedras brancas, tinha um riacho no qual corria uma água pura, um paraíso, mas o que procuro não é nada disso. Mais para dentro, há uma espécie de laboratório, onde a tal substância foi fabricada. Eu deitei Sophia em uma maca que havia ali e tratei de procurar o líquido...
Quando o encontrei, estava em um frasco de puro diamante, o líquido possuía uma cor esverdeada, Sophia aos poucos foi acordando, é ela está me xingando mentalmente... Ótimo! Sentei ao seu lado e lhe mostrei o frasco.
-O que é isso? – Ela perguntou
-O que eu queria te mostrar. Isto é algo muito perigoso, penso que pode ser uma espécie de antídoto para o vírus...
-Entendo. –Ela pegou o celular e discou um número – Leon espere-me no helicóptero, já estamos indo. – Ela desligou em seguida, e esticou o braço para mim.
-?
-Você quer testar em mim não é? Quer sintetizar meu sangue para comparar com o líquido neste fraco.
-Tem certeza? – Ela ergueu as sobrancelhas quando eu perguntei.
-Quanto tempo demora a fazer efeito?
-Em torno de quatro horas...
Eu pequei uma seringa e a enchi com o líquido, em seguida injetei no braço de Sophia. Logo em seguida recolhi uma amostra do sangue com outra seringa.
Encontramo-nos com os outros no helicóptero, Leon me olhava desconfiado, já Lívia estava ocupada, arrumando as tralhas do helicóptero para ter espaço para mim. Demorou cerca de quatro horas e meia para chegarmos à base onde Sophia reside. Por sorte, eu havia guardado uma amostra do sangue de Sophia com o composto do antivírus. O problema foi, eu teria que dividir o quarto com um médico da base.
-Entendo, com Agatha já são três... –Disse Jean
-Acredito que em breve, Wesker irá nos procurar... –Disse Sophia, em parte ela tem razão, mas com Chase ao seu lado, tudo se tornará mais complexo... Já que a habilidade dele é sua força e velocidade.
Esse é o Chase:
http://data.whicdn.com/images/9619385/mg7534_thumb.jpg?1305004482
(Leon’s Pov)

Acredito que Neal e Sophia estejam me escondendo algo, o fato de existirem quatro “cobaias” que tiveram seu DNA modificado, além de Wesker ter lidado com suas habilidades, é algo que me intriga. Sophia não toca no assunto, mas tenho certeza de que todos eles têm habilidades sobre-humanas. No caso de Agatha, seriam as visões, no de Sophia, sua habilidade física e imunológica, no de Neal, de acordo com Sophia, é sua capacidade de compreender a partir de sinais e reações, o que a pessoa sente e pensa. Já Chase é um completo mistério, nem Sophia soube me dizer do que o garoto é capaz de fazer.
Bem, tirando o fato de que ele e Sophia tem conversado em particular com freqüência, e que esse cara tem me dado mais problemas do que a Sophia, to tranqüilo. É incrível, tanto ele quanto Sophia adoram irritar a Hunnigan, e para quem sobra? Pra mim obviamente!
Um mês se passou, Sophia e Neal agora eram oficialmente agentes “mestres” do exército americano. Traduzindo: No mesmo nível de um STARS. Agatha veio morar na base, e ela também recebeu um treinamento intensivo, ela pode usar suas visões coletivamente, para distrair o inimigo, há relatos de bases militares serem destruídas, então, toda a segurança fora reforçada, incluindo as missões.
Para descontrair, um show de talentos fora marcado para amanhã. Sophia irá participar junto com Agatha e Lívia. Elas conseguiram montar uma banda cover do Nightwish. Lívia tocará bateria, Sophia vai cantar, Agatha no teclado, Neal no baixo e baking vocal e Jean (por incrível que pareça) na guitarra.

http://www.youtube.com/watch?v=8VgLKXD-BoY&feature=fvsr (ignorem o agudo final, que isso a Sophia não consegue fazer!)

A ultima coisa que me lembro de ter ouvido, foi uma forte explosão vindo do muro da base. Tivemos que pensar rápido, pois um exército de infectados invadiu o local, Sophia, que vestia um longo vestido preto e salto, o arrancou fora, ficando com uma legging e um corpete preto, ela sacou suas armas e começou a atirar. Neal, Agatha e Lívia também agiram.
Do meio da multidão, Chase aparece, ele se dirige à Sophia e logo a ataca com uma velocidade impressionante, ela é jogada contra um pilar do palco...

(Sophia’s Pov)

M**da, P**a que pariu! Que po**a car***o! Eu fiu jogada longe por um chute do Chase, pois bem, se ele quer lutar, então que seja!
Eu me levantei e fiquei a sua frente, ele me olhava com uma expressão de deboche, eu o encarei, esperei durante anos por esse momento, e finalmente poderei falar o que eu sempre quis dizer:
-Po**a Chase! Por que fez isso?!
-Hã? –Essa foi a resposta dele
Eu dei-lhe um soco na boca do estômago, o que fez com que ele cuspisse sangue e se afastasse. Ele me olhou confuso, e eu chutei seu rosto com uma “voadora”, o que o jogou para o chão, ele se levantou e limpou o sangue do rosto.
-Isso, foi por ter se aliado ao Wesker! E isso... –Eu dei uma joelhada em seu estômago, e bati com seu nariz no meu joelho, além de lhe dar uma cotovelada no pescoço, fazendo-o cair. –Foi por ter nos deixado para trás! –Eu o levantei pela gota da camisa –O que você quer Chase?
-Ajudar vocês a matar o Wesker... –Ele me olhou com o rosto todo ensangüentado. Em seguida, colocou o nariz no lugar, e tirou um lenço do bolso, limpando o sangue. –Desculpe pelo chute, tinha que parecer convincente...
Neal e Agatha chegaram até nós, Neal já devia saber do que ele disse, além de que, Agatha deve saber por Neal, ele pegou Chase pelo pescoço e deu um soco em seu rosto, fazendo-o cair no chão, inconsciente.
Quando Chase acordou, estava amarrado em uma cadeira, e eu estava a sua frente. Era uma sala de interrogatório. Eu possuía todos os tipos de lâminas e estimulantes de dores, tinha também um CD do Calipso, Restart e no pior das hipóteses, Xuxa. Claro que eu iria sair da sala ao pôs os CDs para tocar, não sou burra o suficiente para ser torturada junto!
-Pra que essas lâminas? E cadê minha camisa?
-Ah meu caro Chase... É melhor me responder direitinho, ou eu vou fazê-lo sentir tanta dor quanto uma mulher durante um parto. E você sabe que eu não estou blefando!

-Pior que ela está pensando em múltiplas maneiras de torturá-lo... Ei! Isso é obsceno! –Neal disse batendo no vidro
-Às vezes eu tenho medo dela... –Disse Lívia
-Com razão... –Disseram Neal e Leon juntos.

-Muito bem... Por onde começar? Ah sim. Por que diabos está aqui?! –Disse Sophia pegando uma lâmina serrada e encarando Chase, que suava frio
-E-Eu já disse! É para ajudá-los a matar Wesker! –O detector de mentiras não bipou, o que significa que é verdade.
-Por quê? –Eu me sentei a sua frente, em cima da mesa.
Ele respirou fundo antes de responder. –Pelo simples motivo de que você sempre teve razão. Wesker é um monstro, e eu o ajudei a criar o inferno em que vivemos hoje... –Novamente, o detector não bipou.
-Entendo. Teremos ajuda?
-Na verdade sim! Uma amiga minha, ela é quase tão boa quanto a Jill nas artes marciais, e é melhor que você com armas!
-Calado! –Eu dei um murro em sua cabeça, ninguém precisa saber que eu não sou tão boa com armas de fogo!
-Aiê! Você sabe que eu posso arrebentar essas algemas não sabe?
-Sei, mas elas são protocolo... E qual seria o nome de nossa amiga?
-Carolline Sullivan... –Eu ouvi uma voz feminina atrás de mim, por reflexo, eu saquei minha faca e mirei em seu pescoço, porém ela defendeu-se com um revolver.

-De onde ela saiu?! –Neal e Lívia se impressionaram com a recente aparição da garota
“Interessante, entrar em uma sala tão pequena sem ser vista por nós ou por Sophia é impressionante, certamente essa garota será útil” – Pensou Leon

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Sophia Blood

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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: The Kill, by: Sophia Blood   Sex Abr 06, 2012 12:53 pm

Terminandooo o/

Capítulo 16 – Night of the Hunter.(Final)

Eu me esquivei de seus ataques com precisão, ela certamente era boa e sabia o que estava fazendo. Fora que sua aparência era interessante...
http://farm3.static.flickr.com/2306/5701699190_8e399b56e8.jpg

-Você deve ser Sophia Blood. –Sua voz musical preenchia a sala
-Sim. E você deve amiga do Chase, certo. –Disse com calma
-Exato. Vejo que ao menos pensa. –Ela foi saindo da sala, quando eu a parei. Ela conseguiu se esquivar de minha faca, como imaginei que faria, ela se virou e ficou me encarando
-Pois bem, só vou te dizer três coisas: 1ª – Tudo bem vai nos ajudar, mas eu quero respeito pela equipe e principalmente, não ache que é melhor do que qualquer um aqui. 2ª – Nem pense que pode sair por aí assim, qualquer decisão, qualquer poeira que você mover, eu devo ficar sabendo. E 3ª – Espero que você não nos traia por uma quantia alta de dinheiro, ou qualquer outra ambição sua. Entendido Senhorita Sullivan?
-Sim, certo e não pense que sou tão burra a ponto de me deixar levar pela Umbrella. Eu já sofri nas mãos de Wesker tanto quanto você.
-Creio que não. –Eu saí da sala esbarrando nela, me dirigi para o dormitório e tomei um demorado banho. Depois fui beber algo no bar.
-Vai quere o que doçura? –Perguntou Barry, o atual dono do bar, o cara era viciado em armas.
-Vinho tinto, suave. Pode ser Perini. Ah, e deixe a garrafa. –Eu sentei na bancada do bar.
-Duas taças, por favor. –Neal surgiu pelas minhas costas, e sentou ao meu lado.
-O que faz aqui? –Perguntei
-Ora, eu não tinha nada o que fazer, então resolvi impedir que você ficasse bêbada.
-Há, há. Já vivi esta experiência para dizer que não é uma boa. –Ele me olhou curioso
-Quando?
-Não é da tua conta! –Claro que senti meu rosto esquentar. Tentei não pensar no ocorrido. O único problema do Neal, é que ele é muito ciumento, não que eu tenha algo com alguém, mas ele se torna insuportavelmente protetor nessas horas...
-Ei! Não sou insuportavelmente protetor quando estou com ciúmes! –Ele disse.
-Shh, cala a boca Neal! Vai que alguém escuta! –Minha taça de vinho e a garrafa chegaram como pedido vieram duas taças, então eu dividi o vinho com Neal.
Uma semana depois, tudo estava preparado, Jill havia se juntado a nós no dia anterior, e Ingrid ficou de checar todas as possíveis rotas para nosso destino: Umbrella Inc. Na Áustria.
Ao embarcarmos no avião, posicionamos as caixas com munições nos bancos restantes, prendendo-as bem firmes. Leon, Jill e Chase estavam sentados bem na frente, Neal, Carolline e Claire atrás deles, eu sentava sozinha. De acordo com Leon, um antigo amigo seles iria pilotar o avião. Claro que eu não gosto muito de altura, então me concentrei em fechar os olhos e rezar para pousar logo.
No meio do vôo, senti minha cabeça ser levemente levantada e aconchegada em algo macio e quente, quando abri os olhos, vi que Jill havia posto minha cabeça em suas pernas, já que eu acabei deitando ao adormecer.
-Desculpe, não quis te acordar. – Ela disse suavemente
-Tranqüilo. – Respondi – Os outros estão dormindo?
-Todos, menos Leon e Neal. Eles não param de se encarar, como se algo estivesse errado... Por isso vim sentar com você. – Ela disse de forma sarcástica. Com certeza Leon devia estar pensando besteira e Neal o repreendeu. Espera, mas ele não daria bola a menos que...
Levantei num pulo, Jill até se assuntou, fui até Leon e o peguei pelos cabelos, arrastando-o para os fundos do avião, Neal percebeu e começou a rir. Já Jill estava confusa até que percebeu e começou a rir baixinho, para não acordar os outros.
-Ai, ai! Sophia, o que está...
-Calado! –Eu o joguei no banco com força, ele me olhou com curiosidade e medo
-O que foi?
-Leon... Quantas vezes terei que lhe dizer? Neal lê pensamentos! Não pense coisas inapropriadas, principalmente comigo!
-Ei! Eu nunca... –Ele começou a corar violentamente – C-Certo...
Eu ri um pouco, fazendo-o me olhar com curiosidade, então me sentei ao seu lado, olhando para um ponto qualquer no teto do avião, ele continuava a me encarar curioso então disse:
-Neal tem uma queda por mim. Eu sei disse há muito tempo, mesmo. Ele é meio ciumento quanto a mim, então tente não pensar muito em mim... Ou ele terá um ataque! –Olhei para ele com um sorriso metido estampado na face.
-Bem, não é minha culpa se seu amigo tem baixa-estima...
-Eu ouvi isso! –Ele respondeu ao se aproximar.
-Que bom, assim não preciso fingir que não disse nada. –Leon respondeu em tom provocante
Quando vi, os dois rolavam pelo chão, estavam se matando...
-Affe... –Peguei cada um pelos cabelos, separando-os – Crianças, se comportem ou eu arranco suas cabeças e jogo seu corpos na turbina do avião, entendido? –Eu vi os dois me olharem com medo.
-Concordo com você Leon... –Neal disse, fazendo Leon ficar mais pálido ainda
-Concorda com o que? –Perguntei em tom doce
-Que você é bonita, mas às vezes dá medo até em pessoas psicopatas. –Neal disse, olhando para Leon, que estava fervendo de raiva, provavelmente Neal mentia.
-Sei... – Eu soltei Leon, que acariciou seu couro cabeludo antes de se sentar novamente.
-Ué, não vai me soltar? –Neal perguntou
-Neal... A única coisa em que você é péssimo é em mentir. –Eu disse, me controlando, para falar calma e docemente – E é justo a coisa que eu mais detesto. – Disse calmamente. –Então, pare de achar que vai me pôr contra Leon! –Eu o soltei e voltei para frente, esticando-me em um banco qualquer, e logo adormecendo novamente, estava realmente cansada...
Quando aterrissamos, fomos até o hotel, tomei um rápido banho, e optei por comer apenas uma barra de cereal e chá. Só de pensar nas criaturas da Umbrela, já sinto meu estômago embrulhar...
-Bem... –Começou Neal – Parece que algumas pessoas irão nos encontrar em frente à Umbrella. Pessoas que, assim como vocês, foram prejudicados pela Umbrella.
-Quem exatamente? –Ouvi Jill Perguntar.
-Rebecca Chambers, Carlos Oliveira e possivelmente Chris Redfield.
Chris Redfield? Ótimo! Assim minha morte é assegurada, Jill acenou e não houve mais perguntas. Embarcamos em uma minivan, para meu total desconforto. Quando chegamos na frente do prédio, logo nos armamos. Eu levava uma Beretta 9mm, com 20 clips de munição.
http://sioransie.strefa.pl/images/beretta23.jpg
Também tomei a liberdade de pegar umas granadas de impacto RG34 Czech...
http://imageshack.us/photo/my-images/116/rg34yd3.jpg/
Fora uma H&K VP70 (uma arma idêntica a do Leon, na verdade a mesma).
http://www.army-technology.com/contractor_images/fnherstal/FSN.jpg
-Todos prontos? –Chase perguntou – Escondam bem suas armas, estamos entrando apenas como civis, e tomem cuidado com a seção de testes, é lá onde as criaturas costumam ficar! –Ele disse descendo da van.
Enfim, encontramos os outros, já armados, embora não parecesse. Seguimos até a entrada, Chase usou seu Key Card para entrarmos, seguimos as escadas até o térreo, onde havia apenas um elevador, fomos 4 de cada vez: primeiro fomos eu, Leon, Rebecca e Neal. Depois Jill, Carlos, Chase e Lívia. Jean desceu com Carolline e Chris não veio.
Quando começamos a andar, passamos por diversas salas de contenção e laboratórios químicos, pudemos avistar a asa oeste, e nos separamos em dois grupos: 1° - Eu, Leon, Rebecca, Chase e Carlos. 2° - Carolinle, Neal, Jean, Lívia e Jill. Meu grupo se dirigiu à asa leste, enquanto o outro ia para oeste. Chase nos guiava e explicava para que cada sala servia, e se necessário, quais precauções tomar sobre determinada área.
Estávamos andando tranquilamente sobre um corredor onde tinham vários depósitos, de repente, senti meu corpo cair, e vi que havia sido pega por uma armadilha.
-Sophia! –Leon gritou. Quando sofri o impacto, senti até minha coluna doer, certamente eu havia quebrado as pernas, eu caí e fiquei deitada, para não chamar atenção. O buraco por onde eu caí havia se fechado e eu não estava sozinha, podia ouvir um barulho de longe, provavelmente algum equipamento eletrônico com defeito...
-An... Ola? Você está viva? –Abri meus olhos lentamente, e vi um garoto de cabelos castanho-claros, olhos azuis me encarando, ele era pálido e parecia que não dormia há algum tempo.
-Quem é você? –Perguntei
-H-Henry Cole. Trabalho como eletricista aqui...
-Prazer Cole. Meu nome é Sophia. Diga-me, como estão minhas pernas, acho que as quebre...
-Não parecem ter danos... Sente dor quando encosto? –A voz dele demonstrava medo
-Não. –Suspirei aliviada, consegui me levantar com a ajuda de Cole. –Pode me ajudar? Eu preciso encontrar alguns amigos, se você puder me acompanhar, eu ficaria grata. –Disse sorrindo
-C-Claro... –Ele respondeu. Sorte minha as granadas não estarem com os pinos retirados, Deusa! Eu seria reduzida a partículas de Sophia!
Andamos por diversos corredores, até que eu avistei o grupo, ele me levou até lá. Mas, quando me viram, ficaram em alerta até eu chegar, Leon teve que me segurar, já que minhas pernas pareciam gelatina...
-Gente, este é Henry Cole, Cole este são Leon, Rebecca, Chase, Carlos e Neal.
-O-Ola... –Ele disse timidamente.
Chase já o conhecia, então nós continuamos andando pelo local. Porém, por forças maiores (que em minha opinião me odeiam) Fomos parar bem na asa de testes. Certamente, teríamos que agir com cautela, pois Wesker com certeza está nos observando.
(Leon’s Pov)

Havia um pequeno laptop no canto da sala, mas para acessá-lo precisaríamos do máster code. Nada que Sophia não pudesse resolver, já que ela costumava hakear computadores da base (em especial o da Hunnigan) para modificar as missões e dados... Eu a ajudei a sentar, e ela logo acessou o computador, fazendo o Download do mapa do prédio para seu I-Phone. Depois disso, ela ainda baixou dados sobre as recentes pesquisas e desenvolvimentos da Umbrella, não que fosse necessário, pois iríamos destruir o chefe da Umbrella. Sophia diz que em base dos dados, ela poderia fazer registros detalhados e apresentá-los como prova, para julgarem a Umbrella por todo o dano que ela causou.
-Leon! Veja isso! –Ela me mostrou um projeto chamado de “Hunters”. Aparentemente criaturas capazes de se camuflar, possuidoras de afiadas e longas garras, mediam em torno de 2 metros e 70 centímetros. Sophia disse que eles se encontravam em um conjunto de celas, mais adiante.
Por falta de sorte, ou qualquer outra coisa, acabamos tendo que contornar o complexo de celas para podermos sair em outro corredor, porém, Cole notou que uma das jaulas estava aberta, e segundos depois o mostro apareceu na nossa frente.
-Oh não! –Ele disse
-Ah... Melhor corrermos! –Sophia gritou, todos saíram correndo a mil, mas o mostro era muito rápido, uma das portas de contenção estava se fechando, todos conseguiram passar por baixo, mas Cole acabou sendo mortalmente ferido nas costas, tivemos que puxá-lo pela porta.
-Cole! –Ouvi Sophia gritar, Rebecca tentou cuidar de seus ferimentos, mas era tarde demais... Cole estava morto. Mais uma das milhares de vítimas feitas pela Umbrella Inc.
-Devemos continuar... –Ouvi Chase dizer, pela sua voz, ele também estava triste por Cole, mas ele tinha razão, não podíamos parar agora...

(Jean’s POV)

Andando por um dos muitos corredores, avistei uma sala de controles, certamente poderíamos explodir o prédio dela. No entanto, Carolline prefere continuar andando, como se adiantasse alguma coisa, Neal também parece não gostar dela, e com certeza Jill também não confia nela. Ter membros ex.Stars Certamente é uma vantagem, pois, se realmente vamos matar Wesker, toda a ajuda é necessária.
-Jean... – Ouvi Neal me chamar baixo
-O que foi? – Cochichei
-Melhor acharmos Sophia e os outros. Não confio nela. – Ele disse
-Carolline. –Jill disse – Por que não voltamos e procuramos pelos outros? Este caminho não nos levara a lugar algum.
Ela parou, por algum motivo, senti que algo iria acontecer e fiquei com a mão em minha arma. Ela se virou lentamente, com um sorriso macabro.
-Tem razão. Este caminho não nos levará a lugar algum, a não ser bem na área de contenção de infecções! – Ela tinha uma granada em mãos, quando ela fio tirar o pina, ouvi um tiro de perto.
“Bam” E ela estava no chão, com um furo bem no centro de sua testa. Das sombras, um homem robusto, alto, de cabelos negros surgiu.
http://static.zerochan.net/full/01/35/396751.jpg
-Chris! – Ouvi Jill dizer.
-Jill. –Ele disse se aproximando.
-Como nos achou? –Lívia perguntou
-Hunnigan me informou o caminho. Onde está Sophia Blood?
-Provavelmente na asa oeste, estávamos tentando negociar com nossa “amiga”, para que fossemos para lá. A propósito, meu nome é Jean. –Eu disse.
-Vamos. –Foi a única coisa que ele disse
Quando chegávamos perto da seção de testes, vimos uma espécie de humanóide vede-escuro.
-Hunters! –Disse Jill
-Vamos dar a volta, podemos pegar um atalho e achar os outros. – Chris disse
Sophia estava agachada sobre um corpo, e os outros em volta, quando chegamos perto, era um garoto, estava deitado sobre sua poça de sangue, todos estavam em silêncio...
-Sophia Blood? – Chris perguntou
-Sim? –Ela se levantou lentamente, seus braços estavam sujos de sangue, parece que ela puxou u garoto para fora da sala de contenção, ele deve ter sido atacado pelo Hunter.
-Onde está Claire? –Ele foi firme em sua voz.
Ela suspirou, e o encarou, eles se olharam por um breve momento, Sophia abaixou a cabeça e disse fracamente:
-No mesmo lugar dele... – Ela apontou para o garoto, e Chris parecia que iria desabar.
-Por quê? –Ele perguntou
-Ela trabalhava para a Umbrella, tentou fugir com o G-vírus, aparentemente um vírus capaz de controlar a mente da pessoa foi utilizado nela... O único jeito de acabar com isso é... –Ela não terminou a frase, pois Chris já entendera. Calire estava morta, e Wesker irá pagar pelo que fez.
-Vamos andando... Espere, onde está Carolline? –Perguntou Chase
-A Vadia nos traiu. –Chris disse, ajudando Sophia a levantar.

(Sophia’s POV)

Eu, Neal e Leon nos dirigimos mais afundo nas instalações da Umbrella, embora eu tenha conseguido limpar o sangue de Cole, me sinto culpada por metê-lo nessa grande confusão. Quando andávamos, notei uma porta com o emblema da Umbrella, coisa que eu não tinha visto em nenhuma outra.
Quando entramos, lá estava ele, Wesker, sentado em seu trono, em um altar, ele bebia uma taça de vinho, e Ada estava ao seu lado, com aquele vestido vermelho dela.
http://www.callejondelosjuegos.com/image/2763.jpeg

http://3.bp.blogspot.com/-9Jua0py3rF0/TZ9kPHzzGzI/AAAAAAAAAoU/Li93hadUvQU/s1600/user16192_pic13294_1277947276.jpg (finjam que é um trono ta?)

-Sophia... –Ele disse – Sabia que voltaria. Embora achasse que seria sozinha.
-Cretino filho da p**a! – Ada se pôs a minha frente, logo me dando um chute.
Nós começamos a lutar, Ada tentou chutar meu rosto, mas eu consegui bloquear, ela me deu uma rasteira, me derrubando, mas eu logo me levantei e saquei minha arma. Ela corria pela sala, esquivando-se dos tiros, quando a munição acabou, joguei a arma e meu sobretudo longe. Eu usava uma legging preta, com uma regata xadrez, e botas de neoprene.
https://aventurabr.sslblindado.com/portal/img/fts/p_499_1293.jpg (eu tenho uma dessas, é bem útil no frio)

-Roupa interessante... –Ela disse – Mas não é o suficiente! –Ela iniciou uma seqüência de chutes, consegui defendê-los e lhe acertei uma joelhada no estômago, batendo com seu nariz em meu joelho e em seguida, dando uma cotovelada em seu pescoço, fazendo-a ficar desacordada...
-Acho que é mais do que suficiente... – Peguei a arma dela e apontei para Wesker, mas ele tinha duas pistolas Colt Python 375, apontadas para Neal e Leon.
https://www.creativecrash.com/system/photos/000/094/392/94392/big/3751.gif?1274743458

-Você escolhe quem morre... – Ele disse.
-Sophia... –Neal disse – Não me importo se escolher o Leon pra morrer viu?
-Calados. –Eu disse – Acha que pode me chantagear? Sabe que minha escolha é obvia. Eu escolho a mim mesma.
-O que?! –Neal e Leon disseram.
-Como quiser!

(3ª Pessoa’s POV)

Wesker atirou, e Sophia foi ao chão, Leon pegou sua arma e a descarregou na direção de Wesker, sem perceber que gritava. Neal ficou estático, sem se mover, vendo o corpo inerte de Sophia no chão, quando ouviu-se os “clics” da arma de Leon, ele percebeu que havia errado todos os tiros, quando Wesker apontou a arma para sua cabeça, ouviu-se um tiro, e Wesker caiu...
Chris havia atirado na cabeça de Wesker, ele e o restante entraram na sala, e logo viram Sophia...
-Sophia! Sophia! – Lívia correu para o corpo da amiga – Sophia, responde! Anda sua Chibi baka ecchi!!! Responde! – Ela socava o tórax de Sophia em vão.
-Ah não... – Jill se aproximou. Jean e Rebecca foram tentar cuidar de Sophia, enquanto os outros haviam saído, apenas Leon e os médicos ficaram na sala.
-É culpa minha... – Leon disse – Acabo sempre tendo que ser protegido por ela! Dorga!
-E-Ei... Não grite isso me deixa com dor de cabeça... Idiota! – Sophia aos poucos se levantava, o tiro havia sido aparentemente no coração, não havia como a jovem ter sobrevivido.
-Sophia! – O jovem Kennedy a abraçou, derrubando-a de volta ao chão.

http://www.youtube.com/watch?v=yKOgpaf9sOA (podem pôr pra escutar)

-L-Leon, vai quebrar-me ao meio desse jeito! –Ela reclamou.
-Desculpe! –Ele sentou-se no chão. – Mas como você sobreviveu?
Sophia rasou sua blusa, mostrando um pequeno colete a prova de balas, ela o retirou, ficando com uma Baby Look preta do Nightwish.
http://www.casadorock.com/loja-camisetas/684-64-thickbox/babylook-nightwish-bob-090.jpg

-Nunca saio sem ela... – Ela disse sorrindo – Me ajude a levantar sim?
-Claro. – Leon a ajudou a levantar, apoiando-a em seus ombros, os quatro prosseguiram até a sala de controle, Sophia conseguiu hakear o computador.
-Mande todos evacuarem o prédio, depois me encontrem aqui. E não esqueçam a Ada. – Ela mexia em diversos setores de pesquisa.
Leon voltou até a sala de Wesker e pegou Ada, levando-a para a superfície, junto com os outros sobreviventes. Depois, voltou até a sala de controle, onde Sophia programava a explosão do prédio.
-Assim que eu apertar o botão teremos 10 minutos para ficarmos longe. Acha que vai dar certo?
-Melhor 30 minutos, por garantia.
-Hmm... Acho melhor 15, não podemos correr o risco de alguém desarmar a explosão. – Ela inseriu alguns códigos e apertou o botão. –Vamos!
15 minutos depois, eles estavam a uma distância segura, e viram o prédio explodir, destruindo todo o legado viral da Umbrella, ou talvez não. Mas isso, é outra história.
Todos os agentes voltaram para suas respectivas casas, e Sophia, Leon, Jean e Lívia aceitaram continuar trabalhando para o exército. Leon e Sophia no departamento investigativo, como agentes secretos, já Lívia e Jean ficaram mais com assuntos democráticos...
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Fanfuck: The Kill, by: Sophia Blood
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