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 Fanfuck: Poison!

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Sophia Blood

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MensagemAssunto: Fanfuck: Poison!   Sab Ago 20, 2011 9:29 am

Sophia Blood, uma jovem que teve sua carreira médica destruída após a mãe de um paciente descobrir que seu filho tinha câncer. Desde sua infância, ela enfrenta todo tipo de dificuldade, em parte por suas opções.

Spencer Reid, um garoto da mesma idade que Sophia, um gênio incompreendido, no qual enfrenta um dilema importante: equilibrar sua mente e não ter medo do futuro. Sua mãe, que sofre de esquizofrenia, está em uma clínica e atualmente não possui um médico encarregado do caso, já que a antiga médica sofreu falsas acusações, perdendo sua licença.

Ambos descobrem que, apesar do trabalho incessante e de certa forma sombrio, sempre há espaço para algo mais...
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Capítulo 1 – Pacient by Reid.

Olá, meu nome é Spencer Reid, tenho 21 anos, trabalho na Unidade de Análise Comportamental do FBI, em Seattle, Washington prendendo assassinos em série por todo o país. Atualmente estou no hospital, fui baleado por uma suspeita, chamada Claire Blood, ela é acusada de 27 homicídios e duas tentativas de assassinato. Resumirei com um pequeno Flashback:
-Reid... Ei Reid! –Chamava Morgan, colega de Reid
-O-Oi? –Perguntou o rapaz, distraído.
-Você tem que divulgar o perfil da assassina! –Disse o detetive
-Ah, certo! –Disse o jovem levantando e dirigindo-se aos demais presentes:
-Bem, nosso suspeito a princípio é uma mulher, de 20 a 30 anos, é higiênica demais e não confia em ninguém para ajudá-la em seu trabalho, possui a personalidade instável, podendo ser bipolar, não costuma sorrir nem se relacionar com outras pessoas. Provavelmente possui um trabalho importante: médica, bombeira, veterinária ou até mesmo uma policial. Foi o que conseguimos até agora. –Disse o rapaz por fim.
-Muito bem! –Disse o delegado local - Comecem as buscas!
Após algumas horas de investigação, Reid e Morgan encontram uma possível suspeita:
-Sophia Blood... Perdeu os pais com sete anos, entrou em coma após cair da escada aos 10 e se formou com 16 em medicina, em...
-Onde Reid?
-Harvard, primeira de turma, nunca faltou uma aula... Tem PhD em medicina e música, por Oxford e Harvard. Doutora em cirurgia, toxicologia e traumatologia. Pós PhD em Harvard, em antropologia...
-Aluna perfeita, huh?
-Aqui diz que ela tem uma irmã mais velha chamada Claire, parece que ela é veterinária, formada em uma faculdade qualquer, péssimas notas e quase sempre faltava...
-Bem diferentes não?
-Vamos falar com Sophia. –Disse Reid
Quando os dois chegaram ao hospital onde Sophia trabalha, logo avistaram uma garota de cabelos negros e longos, pele quase tão branca quando seu robe, ela olhou brevemente para as duas figuras armadas, e Reid viu que os olhos dela eram vermelhos. Mas ao se aproximarem, um carro preto parou bruscamente em frente ao hospital, de dentro saiu uma garota de cabelos loiros, olhos verdes, era Claire.
O que se pode ouvir a seguir foram dois tiros sendo disparados: um de Morgan, contra o carro. E outro de Claire, atingindo Reid na perna, fazendo-o cair.
E aqui termina meu flashback... Agora, voltando ao presente:
-Como se sente... Dr. Reid? –Perguntou Sophia, adentrando o quarto do jovem.
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MensagemAssunto: Capítulo 2 – Help By Reid   Sab Ago 20, 2011 9:30 am

-Já estive melhor... Onde está Morgan?
-Ah, seu amigo voltou para o trabalho, disse que iria avisar seu chefe, ou algo assim... –A garota pôs um jarro d’água na mesinha de cabeceira, porém um colar possuindo um pentagrama branco caiu de dentro de sua blusa.
-Uma médica usando um pentagrama?
-Bem... Sou uma anomalia aqui. Uso um pentagrama como proteção e escuto Heavy Metal... Além disso, não sou católica. –A moça sentou-se a beira da cama de Reid
-Você é a Sophia não?
-Sim. Acredito que já saiba que foi minha irmã quem atirou em você, embora eu tenha ficado curiosa do por que você atirou-se em minha direção.
-Penso que você será morta por sua irmã se continuares aqui.
-Há algo que nem meus superiores sabem, e acho que você deve saber.
-O quê?
-Meu verdadeiro trabalho aqui, é encontrar e destruir um depósito de drogas, e prender os traficantes de drogas e de mulheres também. Ou seja, sou uma agente do FBI também. –A garota tirou de dentro de deu robe, um distintivo igual aos dos detetives.
Mal eu podia acreditar que aquela garota que a meu ver parecia tão frágil, fosse uma agente do FBI? Ainda mais com os títulos que ela tem. Nada contra, também tenho PhD em matemática, química e engenharia, apesar de ter entrado na faculdade com 13 anos... Mas enfim, ela me olhava com uma cara curiosa, logo comecei a sentir uma dor lacerante.
-Aaaaah minha perna!
-Sinto muito, preciso retirar a bala, e como você estava inconsciente, não pude fazê-lo mais cedo. –Ela tinha em suas mãos uma pinça cirúrgica e um bisturi, além de gases e muito anti-séptico.
-Não acho uma boa idéia. –Logo pude sentir a lâmina gelada do bisturi abrindo o ferimento, gritei de dor, e logo depois, Sophia estava com a bala em mãos (na pinça para ser mais exato). Ela cobriu o ferimento de anti-séptico, e fez um belo curativo com os gases.
-Prontinho, se tudo der certo, poderá sair amanhã! –Ela pôs a bala dentro de um recipiente, e terminou de limpar o sangue em minha perna, seu toque era frio e me provocava arrepios.
-Por que sua pele é tão gelada? –Eu estava com frio só por ela tocar em mim
-Eu tive um trauma no cérebro, que provocou um problema nas células sanguíneas das extremidades do meu corpo, deixando-as geladas...
-Eu li a respeito. Você ficou em coma por três anos.
-Minha irmã me empurrou da escada, a única coisa que lembro é de minha vista ter ficado vermelha, depois eu acordei em um hospital, desorientada...
-Deve ter sido difícil recuperar o tempo perdido. –Ela olhou pensativa, e logo disse:
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Poison!   Qua Ago 24, 2011 10:34 am

Capítulo 3 –A Little Killer By Reid


-Nem tanto, foi mais difícil lembrar as pessoas. Principalmente porque meus pais morreram em um “acidente de carro”.
-Por que as “aspas”?
-O freio foi cortado, então eles perderam o controle do carro, e um trem se chocou contra eles...
-Sinto muito...
Passado algum tempo, eu saí do hospital, e não ouvi mais notícias de Sophia, ao menos até um fatídico dia, três meses depois...
Fiquei sabendo que uma agente nova, especializada em medicina entraria para o time, para garantir que nenhum outro agente morresse. Quando ela entrou, vestia uma calça jeans clara, uma camisa preta, trançada nas costas, um tênis preto e roxo escuro, usava um colar, possuindo um pentagrama branco, ela tirou os óculos de sol e abriu um belo sorriso a me ver.
-Dr. Reid! –Sophia veio até meu encontro - Vejo que já está melhor!
-Olá Sophia! É, posso dizer que já consigo caminhar normalmente...
-Bem – Ela disse ao ver que os outros nos observavam curiosos – Meu nome é Sophia Blood, tenho 21 anos e serei colega de vocês a partir de agora... Prazer em conhecê-los! –Todos a cumprimentaram normalmente, logo, todos a conheceram melhor.
O único imprevisto, foi que Sophia alugou o quarto vago de meu apartamento, então tivemos pequenos problemas para nos acostumarmos um com o outro...
-Sophia, você deixou a toalha molhada no banheiro! –Ao abrir a porta, ela estava de lingerie, quando me viu, tentou inutilmente cobrir seu corpo com um travesseiro.
-Spencer! –Ela jogou uma almofada em mim, estava completamente vermelha, não pude deixar de notar as cicatrizes no seu corpo, que por sinal era bem bonito!
-Desculpa! Ai! Para! –Ela jogava inúmeros objetos em mim.
-Para de olhar! Saí daqui! Sai! –Ela praticamente me chutou pra fora do quarto, confesso que devia ter batido antes, mas como é que eu ia saber que ela estava seminua?
Ficamos dois dias sem nos falar direito. Depois disso, ela que acabou vendo o que não devia...
-Anda Reid! Acorda! –Ela me chacoalhava. –Eu vou arrancar suas cobertas! –Essa não! Eu costumo dormir apenas de cueca!
Tarde demais, quando viu que eu usava apenas uma cueca boxe, ela cobriu os olhos, e corou muito, estava uma graça! É claro que eu vesti uma calça, e ela deve ter pedido desculpa em umas cinco línguas diferentes...
-Tudo bem, estamos quites. –Eu coloquei uma camisa e um colete por cima, sem esquecer a minha gravata.
-Mesmo assim, desculpa... –Ela vestia uma calça jeans, uma camisa do Nightwish, uma jaqueta de couro gasto, e uma bota preta. –Que foi? –Ela reparou que eu a olhava de um modo estranho.

Capítulo 4 – Airplanes By. Reid


-Não tinha uma roupa mais... Normal não?
-Não enche vai... Você também não se veste de um modo ‘normal’ não!
Ao chegarmos, Hotch nos disse que teríamos um caso em Louisiana, arrumamos nossas malas e fomo de avião. Notei que Sophia estava um pouco inquieta, sentei-me ao seu lado.
-Não gosta de altura?
-Nem um pouco! –Ela estava em posição fetal –Eu queria poder ser dopada durante a viajem... Altura e tempestades, as duas coisas que eu mais odeio na vida!
-E as duas coisas que nós mais enfrentamos no trabalho... Fique calma, daqui a pouco chegaremos, aí você poderá fazer oque quizer.
-Quero muito, mas muito mesmo, beber suco de uva!
-Cada um com suas manias... –Notei que ela estava com uma cara estranha
-Algo errado?
-Só um ejôo chato que não passa... Quanto tempo falta?
-Quinze minutos ainda...
-Nháá! –Ela pôs a cabeça entre as pernas –Por que isso tá acontecendo?!
-Calma, calma. Vai passar logo.
Quando chegamos, fomos largar nossas coisas no hotel, Sophia bebeu um litro e meio de suco de uva! À noite, fomos para o nosso quarto, deviam ser uma três da manhã, eu acordei e vi Sophia sentada à beira de cama. Trovejava muito lá fora, ah, ótimo, outra coisa que Sophia odeia: tempestades...
Sentei atrás dela, ao tocar seu ombro, ela me jogou no chão, por cima dela mesma, mas, como eu sou mais alto que ela, acabamos caindo no chão.
-Ai... –Ela disse ao levantar-se –Reid, não me assuste desse jeito!
-Desculpe, mas não precisava ter me jogado no chão! –Eu sentei na cama –De onde você tira tanta força?
-Eu lutava karatê quando adolecente... Eu cortei você? –Realmente senti uma ardência no torax quando fui arremeçado ao chão.
-Acho que sim. –Ela ligou o abajur, tinha um pequeno corte no torax, Sophia praticamente arrancou minha blusa, ela pressionou um lenço até parar de sangrar, depois passou um anti-séptico e pôs um curativo.
-Foi mal. –Eu encarava aqueles profundos olhos castanho-avermelhados, uma coisa que eu não entendia: Por que Sophia se escondia atrás de roupas largas, que não valorizavam seu corpo? Ah, pergunto isso amanhã. Agora estou cansado...

Eu postei dois capítulos porque eles são muito pequenos no início, entõõõn, como eu não queria deixá-los entediados, postei dois Uhum
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Poison!   Qua Ago 31, 2011 9:10 am

Capítulo 5 – Insony By Reid

-Não consegue dormir?
-Não.
-O que você costuma fazer quando isso acontece? –Um trovão caiu, iluminando todo o quarto, ela tremeu.
-Eu não durmo.
Por fim, ela tomou um remédio para poder dormir, Sophia não foi muito a favor, mas no fim concordou... O engraçado é que eu dormi até as dez horas, só acordei com Morgan me ligando, Sophia quem atendeu o telefone:
-Reid? Onde você está?!
-Oi Morgan, é a Sophia. O Reid está dormindo, acho que ele não pegou no sono durante a noite...
-Precisamos dele para avaliar a cena do crime.
-Vou acordá-lo e iremos para a cena imediatamente.
-Certo, avisarei ao Hotch. Até logo.
Depois disso, ela desligou o celular, se espreguiçou, pude ouvir o ruído do tecido contra o chão, logo depois fui acordado de uma forma gentil...
-Sei que está acordado –Sophia sussurou ao meu ouvido –Então... Levanta!
-Ah! Não precisava gritar! –Ela usava uma calça jeans clara, uma blusa verde com um suspensório preto, e um tênis Converse All Star preto.
-Vista-se, temos que ir...
Ao chegarmos, Morgan me olhou com reprovação, é, dormi demais mesmo...
-Hotch deixou passar desta vez... Mas ele não gostou de saber que vocês dormiram demais...
-Dra. Sophia! –Ela foi chamada pela legista –Venha aqui! Rápido!
Ela foi correndo, óbviamente fui atrás. Quando chegamos ao pátio, havia uma profunda cova, cheia de corpos, a maioria eram de crianças.
-Oh, minha... Deusa. –Sophia se aproximou mais –Quem faria algo assim com essas crianças?!
-Nosso assassino... –Hotch apareceu ao lado dela –Por que dormiram tando?
-Tempestade... Não consigo dormir nesses casos. –Ela disse, dando de ombros. –Acho que não deixer Dr. Reid dormir também...
-Entendo... Desta vez passa, mas não permita que isso acoonteça novamente, entendido?
-Sim, senhor! –Ela disse
Ela desceu vagarosamente para dentro da cova, e examinou um dos corpos mais recentes.

Capítulo 6 –Cruelity By Reid

-Hmm, parece que ele usou um método indolor para matá-las.
-Como assim? Ele teve pena das crianças? –Perguntei
-Eu não diria isso, acontece que, quando se injeta uma seringa com ar, em uma inclinação de uns vinte graus mais ou menos no pescoço de alguém, cria-se uma bolha de ar, obtruindo a passagem tanto de sangue, quando de ar para o cérebro. Resultado...
-A vítima morre em minutos. –A legista disse –Mas para se fazer isso, precisa ao menos alguma experiência médica, certo doutora?
-Na verdade não. Eu aprendi isso assistindo Law and Order...
-É, esse tipo de programa é uma escola para assassinos em série. –Disse Hotch
-Bem, temos então um assassino de sexo indefinido, de 20 a 50 anos, que assiste programas de investigação policial?
-Basicamente Reid. –Disse Morgan
-Espera! –Sophia disse –É um homem, provavelmente 20 a 35 no máximo, e gosta de garotinhas... –Ela faz uma cara de nojo ao dizer isso.
-Como sabe? –Hotch perguntou
-Bem, a garotinha estava grávida... –Ela saiu da cova, tive que ajudá-la. Digamos que a pouca estatura de Sophia atrapalha... Ela têm 1.60, já eu tenho 1,79...
-Podemos identificar as vítimas? –Morgan perguntou
-Com um pouquinho de tempo, e com a ajuda da Garcia, podemos sim. –Ela disse.
Morgan pegou seu celular e discou um número, pouco depois pode-se ouvir uma voz feminina do outro lado da linha.
-Oi querida, preciso de um favor. –Ele disse
-Claro amor, o que você quizer! –Estava no viva-voz.
-Vou passar para a Sophia, ela tem algo a lhe dizer. –Dito isso, ele alcançou o telefone para Sophia.
-Fala queridinha! –Disse Garcia
-Olá, seguinte, eu preciso que você identifique algumas crianças. Você pode checar os desaparecimentos de 2009 até o último mês?
-Claro! –Só em Lousiana sumiram doze crianças, sete meninas e 5 meninos...
-Todos loiros não? –Ela perguntou
-Sim, por quê?
-Parece que achamos eles...
-Mesmo? Onde?!
-... Em uma cova, nos fundos da casa de nosso assassino. –Pude notar a tensão, tanto de Sophia, quanto do resto do time. Sophia entregou o telefone a Morgan e me chamou.
-Onde vamos? –Eu perguntei ao entrar no carro, Sophia dirigia, digamos que eu não tenho muita sorte quando se trata de atividades de risco...

Capítulo 7 –Bastard person By Reid

-Achar esse bastardo. –Ela ligou o carro –Ponha o cinto, podemos levar uma multa!
-Mas para isso você teria que passar dos cento e cinqueeeeeeeenta!!! –Ela arrancou com o carro, pude ouvir o “cantar” dos pneus. Hotch logo me ligou:
-Spencer Reid! O que você pensa que está fazendo?! –Tive que afastar o telefone, ele estava gritando...
-Pegamos o carro emprestado, só não prometo devolvê-lo em perfeitas condições! –Sophia gritou, obviamente ele escutou, coloquei no viva-voz
-Como assim?! Você não pode simplesmente sair com o meu carro, ainda mais daquele jeito!!!
-Calma Hotch, eu vou tentar não atropelar nosso assassino! –Dito isso, ela desligou.
-Er... Sophia?
-Que foi? –Ela dirigia desviando de carros e outras coisas pelo caminho
-Por acaso você tem idéia de onde o assassino possa estar?
-Ora, mas é claro! Todas as crianças estudavam na mesma escola, então vamos para lá! –Ótimo! Estávamos a duzentos por hora, desse jeito Hotch vai me matar! Isso se eu não morrer em um acidente!
Ao chegarmos no local, haviam crianças por toda parte, muitas brincavam felizes. Nós descemos do carro (que por sinal estava em perfeitas condições) e fomos falar com a professora:
-Bom dia, somos Sophia Blood e Spencer Reid, FBI. –Sophia disse mostrando seu distintivo.
-O que posso fazer por vocês?
-As crianças que desapareceram, eram todas suas alunas não? –Eu perguntei, a mulher ficou tensa, até demais pro meu gosto
-Não sei de criança alguma! Com licença! –Sophia me olhou como quem diz “alguma coisa tem!”
-Achou tão estranho quanto eu? –Ela perguntou após pegar um lache e se sentar em um dos bancos no pátio
-Será que eles estão sendo ameaçados? –Perguntei
-Não sei, talvez sim, talvez não... É difícil responder, já que uma certa professora não vai colaborar. –Ela mordeu sua torrada –Credo! Que coisa horrível! –Ela a jogou lo lixo
-O que foi?
-Torrada nojenta! Parece qté que tem carne nisso! –Após algum tempo, Sophia pegou a torrada do lixo e pôs em um saco de evidências.
No fim do dia voltamos para o hotel, Sophia foi tomar um banho, e eu fui mecher no computador dela (com sua permissão, obviamente). Encontrei a pasta de músicas dela, a maioria eram de Heavy Metal, o que me interessou.

Poison

Your cruel device
Your blood like ice
One look could kill
My pain, your thrill

I wanna love you, but I better not touch (don't touch)
I wanna hold you, but my senses tell me to stop
I wanna kiss you, but I want it too much (too much)
I wanna taste you but your lips are venomous poison.
Your poison running through my veins,
Your poison...
I don't wanna break these chains.

Your mouth so hot
Your web, I’m caught
Your skin, so wet
Black lace, on sweat

I hear you calling and its needles and pins (and pins)
I wanna hurt you just to hear you screaming my name
Don't wanna touch you, but you're under my skin (deep in)
I wanna kiss you but your lips are venomous poison.
Your poison running through my veins,
Your poison...
I don't wanna break these chains.

One look (one look)
Could kill (could kill)
My pain, your thrill…

I wanna love you, but I better not touch (don't touch)
I wanna hold you, but my senses tell me to stop
I wanna kiss you, but I want it too much (too much)
I wanna taste you but your lips are venomous poison.
Your poison running through my veins,
Your poison...
I don't wanna break these chains.

I wanna love you, but I better not touch (don't touch)
I wanna hold you, but my senses tell me to stop
I wanna kiss you, but I want it too much (too much)
I wanna taste you but your lips are venomous poison.
Your poison running through my veins
Your poison
I don't wanna break these chains!


Capítulo 8 –End of case.

-Não sabia que você gostava de Tarja Turunen...
-Eu acabei clicando sem querer... Essa música lembra você, de alguma forma...
-Sei... O que achou sobre nosso suspeito?
-Não sei... Ele não tem o perfil de assassino.
-Ah meu caro Reid - Ela sentou-se ao meu lado - O que acha daquela professora huh?
-A reação dela foi estranha, por que ela iria querer esconder os desaparecimentos das crianças?
-Vamos investigar isso... –Ela disse digitando algo no site de buscas
-Estranho... É como se ela não existisse!
-Talvez ela não seja “ela”.
-Você acha que a professora seja a (o) assassina (o)?
-Pense melhor, por que ela usaria cachecol, mesmo em um dia não muito frio?
-Ah... Tenho que ligar para o Hotch! –Peguei meu celular e disquei o número dele, pouco depois ele atendeu:
-Reid? Sabe que horas são?
-5h 43min, sei. Escuta, temos um (a) possível suspeito (a) das mortes!
-Quem?
-Professora Martha Norrington, da escola municipal. Ela disse que não se lembrava de criança nenhuma, além de estar usando um cachecol em um dia considerável quente.
-Só isso? Não posso prender alguém por usar cachecol.
-Pense bem Hotch –Disse Sophia –Uma professora não causaria medo em crianças, além do que, todas as crianças eram da turma dela...
-Está bem, vou averiguar... Mas esperem até pela manhã, vão dormir vocês dois! –Ele desligou em seguida.
Enquanto Sophia punha seu pijama, eu fui tomar banho, aquela água quente escorrendo pelo meu corpo dava uma sensação relaxante. Vesti um pijama, ao voltar para o quarto, Sophia estava vestindo uma roupa casual: legging preta, uma sobre legging branca com um sobretudo, e uma bota de camurça bege.
-Aonde vai? –Perguntei terminando de enxugar meus cabelos.
-Procurar nossa “Martha”. –Ela disse pegando seu distintivo e sua arma
-Mas Hotch...
-Hotch não entende! Esse maníaco vai agir o quanto antes agora que sabe que estamos na sua cola! –Ela estava exaltada
-Sophia, o que aconteceu para deixá-la assim?
-Coisas do meu passado, e eu não vou te contar. –Ela estava saindo, mas eu me pus em frente à porta, impedindo-a de passar.
-Reid, deixe-me passar.
-Não, você vai arranjar encrenca e vai acabar ferida, ou perdendo o emprego!
-Eu vou deixá-lo inconsciente se não me deixares passar! –Ela falava sério, então, tive que pechinchar.
-Eu vou junto então. –Falei com firmeza
-Certo, troque de roupa.
-Na sua frente?!
-Aff, deixe de ser fresco, não há nada aí que eu já não tenha visto.
-Vire de costas horas!
-Ta bom, ta bom! –Troquei de roupas o mais rápido possível, tenho certeza de que ela viu, mas foda-se também!
Ela pegou as chaves do carro que nos foi emprestado, logo chegamos à casa da “Martha”, Sophia estacionou em frente à casa, A professora saiu cedo para o trabalho, cedo até demais, Sophia a seguiu discretamente, a mulher parou em frete à uma casa, logo uma garotinha saiu de dentro e a acompanhou, quando a mulher iria desacordar a criança, Sophia agiu:
-Marta Norrington, está presa ou preso, sei lá eu, pelo assassinato de doze crianças, por pedofilia e ainda, por porte ilegal de arma, e tudo isso em flagrante! Tens o direito a um advogado, se não puderes pagar um, o estado lhe providenciará! –Sophia a levou para o carro, e quando chegamos à delegacia, Hotch estava a nossa espera.
-Eu deveria xingá-la pela desobediência, mas, como vocês a prenderam, devo dizer: bom trabalho!
-Levem-na. –Sophia a (o) entregou aos policiais, para porem-na (no) em uma cela.
No outro dia, voltamos à Vancouver, assim que chegamos a meu apartamento, Sophia notou uma carta endereçada a ela, assim que a abriu, começou a lê-la em voz alta:
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Poison!   Dom Maio 20, 2012 8:08 pm

Vivaaaaa, eu não morri! o/ Criei vergonha na cara e resolvi posta um capítulo dessa fic que quase ninguém leu cry
Capítulo 8 –End of case.


-Não sabia que você gostava de Tarja Turunen... (eu tenho a versão dela .-.)
-Eu acabei clicando sem querer... Essa música lembra você, de alguma forma...
-Sei... O que achou sobre nosso suspeito?
-Não sei... Ele não tem o perfil de assassino.
-Ah meu caro Reid - Ela sentou-se ao meu lado - O que acha daquela professora huh?
-A reação dela foi estranha, por que ela iria querer esconder os desaparecimentos das crianças?
-Vamos investigar isso... –Ela disse digitando algo no site de buscas
-Estranho... É como se ela não existisse!
-Talvez ela não seja “ela”.
-Você acha que a professora seja a (o) assassina (o)?
-Pense melhor, por que ela usaria cachecol, mesmo em um dia não muito frio?
-Ah... Tenho que ligar para o Hotch! –Peguei meu celular e disquei o número dele, pouco depois ele atendeu:
-Reid? Sabe que horas são?
-5h 43min, sei. Escuta, temos um (a) possível suspeito (a) das mortes!
-Quem?
-Professora Martha Norrington, da escola municipal. Ela disse que não se lembrava de criança nenhuma, além de estar usando um cachecol em um dia considerável quente.
-Só isso? Não posso prender alguém por usar cachecol.
-Pense bem Hotch –Disse Sophia –Uma professora não causaria medo em crianças, além do que, todas as crianças eram da turma dela...
-Está bem, vou averiguar... Mas esperem até pela manhã, vão dormir vocês dois! –Ele desligou em seguida.
Enquanto Sophia punha seu pijama, eu fui tomar banho, aquela água quente escorrendo pelo meu corpo dava uma sensação relaxante. Vesti um pijama, ao voltar para o quarto, Sophia estava vestindo uma roupa casual: legging preta, uma sobre legging branca com um sobretudo, e uma bota de camurça bege.
-Aonde vai? –Perguntei terminando de enxugar meus cabelos.
-Procurar nossa “Martha”. –Ela disse pegando seu distintivo e sua arma
-Mas Hotch...
-Hotch não entende! Esse maníaco vai agir o quanto antes agora que sabe que estamos na sua cola! –Ela estava exaltada
-Sophia, o que aconteceu para deixá-la assim?
-Coisas do meu passado, e eu não vou te contar. –Ela estava saindo, mas eu me pus em frente à porta, impedindo-a de passar.
-Reid, deixe-me passar.
-Não, você vai arranjar encrenca e vai acabar ferida, ou perdendo o emprego!
-Eu vou deixá-lo inconsciente se não me deixares passar! –Ela falava sério, então, tive que pechinchar.
-Eu vou junto então. –Falei com firmeza
-Certo, troque de roupa.
-Na sua frente?!
-Aff, deixe de ser fresco, não há nada aí que eu já não tenha visto.
-Vire de costas horas!
-Ta bom, ta bom! –Troquei de roupas o mais rápido possível, tenho certeza de que ela viu, mas foda-se também!
Ela pegou as chaves do carro que nos foi emprestado, logo chegamos à casa da “Martha”, Sophia estacionou em frente à casa, A professora saiu cedo para o trabalho, cedo até demais, Sophia a seguiu discretamente, a mulher parou em frete à uma casa, logo uma garotinha saiu de dentro e a acompanhou, quando a mulher iria desacordar a criança, Sophia agiu:
-Marta Norrington, está presa ou preso, sei lá eu, pelo assassinato de doze crianças, por pedofilia e ainda, por porte ilegal de arma, e tudo isso em flagrante! Tens o direito a um advogado, se não puderes pagar um, o estado lhe providenciará! –Sophia a levou para o carro, e quando chegamos à delegacia, Hotch estava a nossa espera.
-Eu deveria xingá-la pela desobediência, mas, como vocês a prenderam, devo dizer: bom trabalho!
-Levem-na. –Sophia a (o) entregou aos policiais, para porem-na (no) em uma cela.
No outro dia, voltamos à Vancouver, assim que chegamos a meu apartamento, Sophia notou uma carta endereçada a ela, assim que a abriu, começou a lê-la em voz alta:

Capítulo 9 – A New Friend, Or a New Problem?


Tramandaí, 2011-07-25

Yo, chibi doida! Sou eu, a Lívia!
Envio esta carta para avisá-la de que estou indo para os EUA terminar meus estudos, eu soube que está trabalhando para o FBI, que chique! Anyway, fique bem, chego em dois dias!
Ja ne, e até logo!!!

-Quem é esta Lívia?
-Minha melhor amiga, ela mora no Brasil
-Mesmo? Que interessante!
-Só um detalhe, que dia é hoje?
-Vinte e sete, por quê?
-Aaaaaaaaahhh! Ela chega hoje! Que droga! –Sophia saiu correndo porta afora, nem tive tempo de dizer que seu pentagrama caiu no chão.
Eu estava preparando o jantar: macarrão com queijo, daqueles prontos mesmo, digamos que eu sou um desastre em quase tudo o que faço. Quando Sophia chegou, estava com uma expressão apreensiva:
-Eu não a encontrei no aeroporto... – Eu a alcancei seu pentagrama.
-Calma, ela deve saber onde você mora. –Pouco depois a campainha tocou, quando Sophia abriu foi surpreendida:
-Sophia-chaaaaaaaaaaaaaan!!!!!!!! –Ela foi derrubara ao chão por uma garota de cabelos castanhos, meio crespos, pele clara, um pouco mais baixa que Sophia, vestia uma calça Jeans clara, uma blusa do Tokio Hotel e um tênis All Star preto
-O-Oi Lívia... Poderia sair de cima de mim?
-Ah, claro! –Disse a garota ajudando Sophia a levantar, quando me viu, deixou-a cair novamente
-Ai! O que está fazendo?!
-Você não me disse que tinha um namorado!
-O quê?! –Ambos dissemos ao mesmo tempo
-É, o cara ali na cozinha! –Ela disse apontando pra mim
-Lívia... –Sophia deu um tapa em sua testa – Ele não é meu namorado, é um colega de trabalho! Eu aluguei um quarto vago no apartamento dele, embora eu tenha ficado sabendo que era dele depois... – Disse ela pensativa
-Ah ta, tu não me explica direito as coisas! Foi mal pelo mal entendido! Meu nome é Lívia Lovering, prazem em conhecê-lo!
-Meu nome é Spencer Reid, prazer. Sophia, o almoço está pronto.
-Certo, vou ajudar a Lívia a se instalar no meu quarto, e depois nós viremos almoçar.
-Querem ajuda?
-Não precisa, ela não trouxe tanta... Bagagem?
Ao todo deviam ser umas dez malas, todas grandes, eu e Sophia ficamos olhando para aquilo e imaginando como ela conseguiu carregar tudo para cá.
-Ô Lívy, não era pra trazer o guarda-roupa inteiro viu?
-Malz, tentei reduzir o máximo possível...
-Imagino se não tentasse... –Eu disse encostando-me no batente da porta - Tem certeza de que não quer ajuda?
-Abesoluta! –Sophia pegou umas quatro malas e as levou ao quarto sem dificuldades. Depois voltou, e com a ajuda de Lívia levou o restante.
Fiz mais uma embalagem de massa, logo nos sentamos e almoçamos, aproveitei para conhecer Lívia um pouco melhor: Uma estudante de Direito por uma faculdade local, tem 21 anos também, é de escorpião e curte diversos tipos de músicas, a chamada eclética.
Depois disso, eu e Sophia tivemos que sair, Hotch nos ligou, informando de um caso, em Vancouver mesmo...
Embora não fosse nada muito importante, eu e Sophia fomos mandados para a casa onde uma criança fora assassinada pelo irmão mais velho. Ao chegarmos, os pais ainda estavam em choque, Sophia foi atrás do garoto, que estava escondido em um armário, de acordo com ela, a criança sofria de sociopatia (ausência de culpa), o corpo do irmão menor estava no porão, ele havia caído da escada, a princípio, um acidente, para qualquer um que visse, mas Sophia foi mais além: ela tentou recriar a cena, então tivemos a seguinte conclusão: o garotinho acabou quebrando o aeromodelo do irmão mais velho, que se irritou a ponto de fazê-lo engolir peças do brinquedo, que acabaram sufocando-o, o que fez o garoto perder o equilíbrio e cair da escada, quebrando o pescoço.
-Pobre criança... –Sophia examinava o corpo de perto
No fim do dia, voltamos para casa, Lívia já havia se instalado no quarto de Sophia, e devia estar tomando um banho, pelo barulho do chuveiro. Pouco depois, o síndico veio falar comigo:
-Seu aluguel vai aumentar Reid...
-O que? Por quê?!
-Ora, o acordo eram no máximo duas pessoas por apartamento, ou ira pagar o dobro!
-Mas nossos salários não pagam isso tudo! –Eu disse checando o valor absurdo!
-Então se mudem! –Ele voltou para seu apartamento, Sophia ouviu a conversa em silêncio, e não tocou no assunto. Ao menos até Lívia dormir, ela veio até meu quarto.
-Amanhã vou procurar um apartamento vago para mim e Lívia... –Ela disse
-Não precisa. –Eu disse encarando-a – Eu prefiro ter companhia a morar sozinho novamente...
-O que faremos então? Lívia mal tem dinheiro para pagar a faculdade de direito, imagine se ela pagasse parte do aluguel?
-Amanhã, como é nosso dia de folga, sairemos atrás de um bom apartamento! Cansei desse velho chato na minha cola o tempo inteiro...
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Nekiba
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Poison!   Seg Maio 28, 2012 10:18 pm

Citação :

-Harvard, primeira de turma, nunca faltou uma aula... Tem PhD em medicina e música, por Oxford e Harvard. Doutora em cirurgia, toxicologia e traumatologia. Pós PhD em Harvard, em antropologia...

*cof cof* neeeeeerd!
kkkkkkkk sabe que é zuera né? ♥
voce num fez uma página pra comentários? '-' ou é pra comentar aqui mesmo?
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Poison!   Seg Maio 28, 2012 10:42 pm

Nekiba escreveu:
Citação :

-Harvard, primeira de turma, nunca faltou uma aula... Tem PhD em medicina e música, por Oxford e Harvard. Doutora em cirurgia, toxicologia e traumatologia. Pós PhD em Harvard, em antropologia...

*cof cof* neeeeeerd!
kkkkkkkk sabe que é zuera né? ♥
voce num fez uma página pra comentários? '-' ou é pra comentar aqui mesmo?

Hey! Algon contra nerds? Eu era uma! :@ hehe
Acho q éaqui mesmo neko-chan 0_0
Neee to na fic weeeeeee *~dança~*
Neee tu vai botar a imagem q tem ela com a casemita-linda-do-Tokio? Vai? Diz q vai?
Nee tu sabe q nem digo mas nada tu é uma escritora fodona q tá me devendo uma hentai fic hehe :* te amo chibi doida XD
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Sophia Blood

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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Poison!   Ter Maio 29, 2012 10:59 am

Isah Becker escreveu:
Nekiba escreveu:
Citação :

-Harvard, primeira de turma, nunca faltou uma aula... Tem PhD em medicina e música, por Oxford e Harvard. Doutora em cirurgia, toxicologia e traumatologia. Pós PhD em Harvard, em antropologia...

*cof cof* neeeeeerd!
kkkkkkkk sabe que é zuera né? ♥
voce num fez uma página pra comentários? '-' ou é pra comentar aqui mesmo?

Hey! Algon contra nerds? Eu era uma! :@ hehe
Acho q éaqui mesmo neko-chan 0_0
Neee to na fic weeeeeee *~dança~*
Neee tu vai botar a imagem q tem ela com a casemita-linda-do-Tokio? Vai? Diz q vai?
Nee tu sabe q nem digo mas nada tu é uma escritora fodona q tá me devendo uma hentai fic hehe :* te amo chibi doida XD
Eu não fiz uma página de comentários? O_O''
Uma nerd com três notas vermelhas cry Química, português e geografia...
*dança junto* yaaaay õ/
.-. vou desenhar uma, ta bom?
eu lembro xD Também te love chibi-baka ^.~
E Neki-san: ♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥~
---
Poha, comecei a tossir feito cachorro à beira de morte hoje na aula...
~Flashback~
Vih:*sentada com os materias e com cara uhn *
Viado qualquer (lê-se Lorenso ù-u): *lega o ventilador*
Vih: Desliga essa merda! *professora muda de lugar, me mandando pro OUTRO LADO da sala.* Poker Face
João:*vira o ventilador na minha direção* Troll Face
Vih: *começa com tosse fraca*
~no terceiro período:matemática~
Vih:*tossindo tanto que parecia que iria cuspir os pulmões e quase sem voz* Sooor, deixa eu falar com a Márcia, não to bem.
Sor: tudo bem.
Eu liguei pra cá, mas pra variar o pai não podia me buscar... então voltei pra sala.. Okay
Vih:*continua tossindo e quase cai da cadeira* Neutral *celular toca*
Saio da sala e o pai pede pra eu ir de taxi pra casa (eu tava chorando e xingando os viado tudo), pego minhas coisas e quando to saindo meu professor pergunta o que houve,e eu digo que os filhos da puta, desgraçados de uma égua NÃO SABEM RESPEITAR, que eu to doente há mais de uma semana e minha alergia começou a atacar...
Sor: O.O'' (te juro que ele FEZ essa cara xD)
Daí peguei o taxi, fui pra casa, compramos o antialérgico e agora to tossindo, mas to bem ^^
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Poison!   Qua Maio 30, 2012 3:35 pm

Nee, Poison sendo repostada! o/ *oooh,nomdiga?¬¬"*

Citação :
Resumindo: meus colegas são filhos da puta e eu vou quebrar eles a pau rage
Colegas sempre são problemáticos, mas no fim quando a turma se separa eles fazem falta *alguns não* =/ Os meus, por exemplo, são um bando de *retardados,comigoincluída* loucos, já te falei .-.
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Poison!   Qua Maio 30, 2012 4:15 pm

Sam escreveu:
Nee, Poison sendo repostada! o/ *oooh,nomdiga?¬¬"*

Citação :
Resumindo: meus colegas são filhos da puta e eu vou quebrar eles a pau rage
Colegas sempre são problemáticos, mas no fim quando a turma se separa eles fazem falta *alguns não* =/ Os meus, por exemplo, são um bando de *retardados,comigoincluída* loucos, já te falei .-.

Vivaaaa o/ ninguém te perguntou

'-' não vou sentir falta de meus colegas, mas de meus amigos sim ^^'
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Poison!   Qua Maio 30, 2012 5:45 pm

Sophia Blood escreveu:
Sam escreveu:
Nee, Poison sendo repostada! o/ *oooh,nomdiga?¬¬"*

Citação :
Resumindo: meus colegas são filhos da puta e eu vou quebrar eles a pau rage
Colegas sempre são problemáticos, mas no fim quando a turma se separa eles fazem falta *alguns não* =/ Os meus, por exemplo, são um bando de *retardados,comigoincluída* loucos, já te falei .-.

Vivaaaa o/ ninguém te perguntou

'-' não vou sentir falta de meus colegas, mas de meus amigos sim ^^'

Bom eu sim vou sentir falta dos loucos principalmente da Helo, do Chiri, da Aua, da Rafa, da Lolo , da Bruna da Natália e tals Very Happy e do pessoal das outras turmas : hm o Higor, a Karina, a Marina, a Lia Mar o Léo a Flávia que é a namorada do Chiri ela é muito tri.
mas sinto muuuita da falta á de ti chibi na aula tu me entende esse povo as vezes non entende minhas loucuras eles ficam tipo ~~> õ.o e eu ~~> Ç.Ç e depois começo as rir sozinha ou fico tipo Okay mesmo :S
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Poison!   Qui Maio 31, 2012 1:08 pm

Isah Becker escreveu:
Sophia Blood escreveu:
Sam escreveu:
Nee, Poison sendo repostada! o/ *oooh,nomdiga?¬¬"*

Citação :
Resumindo: meus colegas são filhos da puta e eu vou quebrar eles a pau rage
Colegas sempre são problemáticos, mas no fim quando a turma se separa eles fazem falta *alguns não* =/ Os meus, por exemplo, são um bando de *retardados,comigoincluída* loucos, já te falei .-.

Vivaaaa o/ ninguém te perguntou

'-' não vou sentir falta de meus colegas, mas de meus amigos sim ^^'

Bom eu sim vou sentir falta dos loucos principalmente da Helo, do Chiri, da Aua, da Rafa, da Lolo , da Bruna da Natália e tals Very Happy e do pessoal das outras turmas : hm o Higor, a Karina, a Marina, a Lia Mar o Léo a Flávia que é a namorada do Chiri ela é muito tri.
mas sinto muuuita da falta á de ti chibi na aula tu me entende esse povo as vezes non entende minhas loucuras eles ficam tipo ~~> õ.o e eu ~~> Ç.Ç e depois começo as rir sozinha ou fico tipo Okay mesmo :S

Pois é, mas eu tenho muitos amigos de outras turmas ^^ A Samanta, a Guid, e Maiara a Raquel, o Clayton, o Jean, o Quejinho, o Lucas, A Kisnya (acho que é assim), a Larissa, a Gabi, a Carol... Nossa, muita gente °-°'
Mas amigo, amigo mesmo é tu né chibi ^^'
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Poison!   Qui Maio 31, 2012 1:35 pm

Capítulo 10 – A New Sweet Home? Why?!


-Certo, então eu verei o mais próximo o possível da faculdade, assim ela pode ir a pé...
-Ok, boa noite Sophia...
Pela manhã eu fiz o que faço de costume: levantei, arrumei a cama, tomei um banho e fui tomar café. Quando cheguei à cozinha, Sophia usava uma regata rosa-claro, com uma saia jeans bordada como estampa, um short bege e uma sandália preta. Nem acreditei que vi Sophia assim, ela nunca usou rosa antes!
-Bom dia Reid... –E pelo tom de voz ela não estava gostando nem um pouco de usar aquela roupa
-Bom dia, por que está vestindo isso?
-Por que... Esses síndicos filhos duma p*** não aceitam alugar imóveis para góticos ou punks! Isso é injustiça!
-Mas você não é nenhuma dessas coisas é?
-Não! Aí que está! Só porque me visto de preto não significa que eu seja emo, gótica ou outra desambiguação do assunto!
É, ela realmente estava nervosa... Melhor eu ir com ela alugar o apartamento.
-Que tal fazermos assim: eu vou com você, e então acho que não haverá problema nenhum com o aluguel. O que acha?
-Pode ser... –Ela terminou de beber algo que eu não sabia dizer o que era. E foi até a sala, pondo uma calça jeans e um blusão azul-claro dentro da bolsa.
-Sabia que você tinha um plano B.
-Sempre é bom ter um... –Ela pegou a bolsa e nós saímos.
À tarde, ainda não havíamos conseguido nenhum apartamento vago, então, seguimos a pista de um apartamento nos fundos da faculdade onde Lívia estudaria: Sweet Dreams Residence. Ao conversarmos com a síndica, ela nos disse que ainda havia um apartamento vago, com dois quartos, um banheiro e sala com cozinha integrada. Nós aceitamos imediatamente!
Quando nos mudamos, no dia seguinte, é que vimos o problema: um dos quartos tinha cama de casal! E o outro era apenas uma cama de solteiro, a sala não possuía cortinas, e nossos adorados vizinhos da frente nunca apagavam a luz, o que iluminava a sala totalmente.
-O ow, e agora? –Perguntei, largando minhas malas no chão
-Posso dormir com a Lívia no quarto de casal... Se não se importar.
-Pode ser, não há problema nenhum... –Disse
No dia seguinte, fui até o quarto de Sophia acordá-la, mas me surpreendi quando a vi dormindo no chão. De acordo com ela, Lívia a chutou tanto que ela caiu da cama, e acabou ficando por lá mesmo...
-Minhas costas estão me matando! –Sophia reclamava quando entramos no prédio da BAU.
-Por quê? Reid te fez ficar em uma posição ruim? –Perguntava Garcia
-Quê?! N-Não!! –Ela estava vermelha novamente – Eu e ele não temos nada! –Ela se encaminhou para sua mesa, e não falou comigo o resto do dia.
Quando voltamos para o apartamento, Lívia estava na aula, então ficamos a sós. Sophia fez um café para mim, ela tomou uma xícara de leite com achocolatado, e comeu uma torrada com vegetais. Eu não a entendo, como ela pode comer tão pouca carne, até parece que ela é vegetariana...
-Reid... –Ela me chamou, puxando a manga da minha blusa
-Sim?
-Trate de comprar cortinas! Eu não quero ser chutada pra fora da cama novamente! –Ela falava em um tom choroso – Tens ideia do quanto um chute nas costas pode doer?
-Se forem da Lívia, acho que dói um pouco...
-Um pouco? Um pouco?! Tente dormir com ela, para veres o quanto dói um chute dela! Ela me fez cair da cama! Eu não recebo para isso! –Ela pegou o jornal para ler
-Acho que precisamos de um tipo de distração...
Capítulo 11 – A Great Show In A Cold Winter!


-Oh... My... Godess! –Ela me olhou, seus olhos brilhavam intensamente – Vai ter um show do Nightwish na próxima semana! Acho que tenho economias para comprar um ingresso! –Era a primeira vez que vi Sophia sorrir de forma tão radiante.
-Talvez eu deva ir junto... –Ela me olhou com cara de deboche.
-Você, em um show do Nightwish? Vão querer te linchar Reid!
-Por quê?
-Simplesmente porque você não faz o tipo que escuta Heavy Metal!
-Posso fazer, se me ensinares...
-Ta certo... Se você acha que consegue. Primeiro precisaremos de algumas roupas novas... –Ela me olhou de cima a baixo. –O cabelo ta bom, mas acho que uma jaqueta de couro, e até um tênis cairia bem...
-Por que todos têm algo contra meu estilo?
-Você é certinho demais Reid! Tente ser um pouco mais... Metaleiro! –Ela riu um pouco.
-Sei... Quando começamos?
-Amanhã pela manhã! Agora tome um banho e vá dormir, sei que está cansado.
-E você?
-Vou tentar me ajeitar no sofá... Ou então eu boto a Lívia pra dormir no chão!
-Hahaha, boa sorte então! –Disse entrando no banheiro.
Depois de uma ducha, enrolei a toalha na cintura e fui para o meu quarto. Mas tive que parar no meio do caminho ao ver Sophia usando uma camisola, em pleno inverno!
-Você é louca ou o que?! –Ela me olhou e fez uma cara de interrogação.
-Como assim, não posso usar pijama?
-Sophia... Você está de camisola! Em pleno inverno! Vai ficar resfriada desse jeito!
-E você está só de toalha, é melhor vestir algo antes que ela caia... – Ela sorriu de modo malicioso.
-Depois não diga que não avisei! –Entrei no meu quarto e me vesti. Logo depois fui dormir.
No outro dia, me levantei cedo, tinha que fazer alguns relatórios. Mas, eu quase tive um infarto quando alguém tocou meu ombro, cheguei a cair da cadeira! Mas no fim era só a Sophia.
-Ei, calma ai! Não quero te levar para o hospital! –Ela disse me ajudando a levantar. – Ta tudo bem?
-Aham... – Assim que me levantei, reparei como ela estava vestida: Calça jeans xadrez cinza, uma blusa longa do Guns n’ Roses, uma bota de couro e um sobretudo preto.
-Que foi? –Ela estava usando até maquiagem! Uma sombra preta, junto com um lápis de olho, dando um efeito oriental nos olhos e um batom rosa - claro.
-Realmente... Quando penso que você não pode parecer mais gótica... Engano-me redondamente...
-Aff... Anda, temos que comprar roupas pra você!
-Ah... Tinha me esquecido! – Fui puxado porta a fora, Sophia trancou o apartamento e fomos até uma loja de roupas de bandas.
-Ola mocinha e... Rapaz? –O lojista me olhou estranhamente
-Precisamos dar um jeito nele... – Sophia disse como se eu me vestisse de forma estanha!
Spoiler:
 
-Certo, certo... Alguma banda preferida?
-Nightwish, AC/DC, Guns n’ Roses, Angra, Led Zeppelin, Pink Floyd e algumas outras… Ah! E Tarja Turunen também! – Ela disse.
-Nem parece... –Disse o lojista
-É porque ela me obrigou a ir num show do Nightwish com ela... –Eu disse
-Ei! Você que se ofereceu! – Ela disse emburrada
-Ta explicado... E ela acha que eles vão te surrar né?
-É...
-Sei. Por aqui garoto. –Ele me guiou pela loja até uma seção de roupas especiais
No fim, eu apenas comprei uma jaqueta de couro e uma camisa do Nightwish.
Spoiler:
 
Sophia fez com que eu comprasse um coturno também, o que torrou metade do meu salário...
Enfim o dia do show chegou, Sophia vestia uma camisa do Nightwish, uma calça de couro preta, um coturno e um sobretudo jeans meio rasgado, ela usava uma maquiagem pesada, e tinha até pintado suas unhas de preto.
Eu apenas usava uma camisa do Nightwish, uma calça jeans escura, o coturno infeliz que ela me fez comprar e uma jaqueta preta de couro.
No Show, conseguimos ficar bem a frente do palco, sorte para a Sophia, que cantava as músicas junto com a Tarja
(eu prefiro ela, se preferirem a Anette, tranqüilo).
(só assista se quiser *sorrizin*)
Spoiler:
 
(Comprei o DVD *--*)
Quando chegamos em casa, Sophia tomou um banho e desmaiou no sofá. Eu também estava exausto, um show de mais de cinco horas com um bando de metaleiros a volta não é fácil. Mas as músicas até são legais...
No outro dia, nós levantamos e fomos ao trabalho, mas, fomos surpreendidos por uma van, a ultima coisa que lembro, foi uma forte dor de cabeça e tudo ficando escuro...
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Poison!   Qui Maio 31, 2012 1:46 pm

Capítulo 13 – Truffles to a sweet hidden love.
-Sophia...! –Ela estava com o cabelo preso em um coque, usando um vestido branco, com um avental rosa - claro e uma sandália branca, estava preparando trufas de morango, porém seu avental, rosto e mãos estavam sujos.
-Não ria! –Ela disse assim que me viu, eu me aproximei e vi que ela estava fazendo a um bom tempo...
-Quer ajuda? – Certamente eu queria me acabar de rir, mas eu não podia fazer isso, ou talvez eu tivesse que dormir fora...
-Não. – Ela respondeu seca – Quer algo? Ou veio apenas me zoar?
-Calma! – Eu disse levantando os braços, em posição defensiva – Está fazendo-os para Claire não?
-Estou... –Disse por fim, ela largou a colher de madeira dentro da bacia com o chocolate e sentou-se em cima do balcão. – Sei que não devia, mas...
-Nunca disse isso. –Me aproximei dela com um lenço de papel, e limpei um pouco do chocolate em suas mãos
-Por que faz isso?
-O que? – Nossa, ela sujou até o rosto! Parece uma criança!
-Não me julga. Apóia minhas decisões?
-Porque acho que no fundo você sabe que isso lhe fará bem. E também porque no fundo Claire apenas queria protegê-la. E você sabe bem disso – disse lambuzando seu nariz com um pouco de chocolate
-Ei! – Ela limpou o chocolate, e após isso sujou meu rosto
-Para! Eu estou limpo! – Me afastei, mas acabei caindo sentado em uma cadeira, o que a fez rir.
-Você realmente é azarado hein? –Ela desceu do balcão e veio até mim – Deixe-me limpar isso... –Ela umedeceu um lenço e limpou meu rosto, eu senti a respiração dela. Era tão irregular, parece que ela tem problemas respiratórios...
-Vá tomar um banho, deixe que eu termine as trufas. –Ela sorriu e me deu um beijo no rosto, em seguida tirou o avental e foi para o banho.
-Reid! –Ah não! Eu me esqueci que havia acabado o sabonete! Eu fui até a dispensa e peguei outro, quando entrei no banheiro para alcançar para Sophia ela estava só de toalha, os cabelos molhados caiam pelo rosto pálido, o que a deixava um tanto... Sensual?
-A-A-Aqui esta o-o sabon-n-nete... –Eu alcancei a ela, ela pegou o sabonete de minhas mãos trêmulas e começou a rir de minha gagueira.
-Certo, obrigado! –Ela me empurrou para fora do banheiro e trancou a porta.
Embora eu tenha sujado um pouco a cozinha, consegui terminar de fazer as trufas, eu as embalei e deixei na geladeira. Quando Sophia saiu, estava usando uma blusa xadrez azul-marinho, uma calça jeans escura e um tênis All Star preto. Eu terminei de limpar a cozinha e fui para a sala. Sophia estava sentada no sofá lendo um livro, só o abajur que fica na mesinha de canto estava aceso.
-Que livro é esse? –Perguntei sentando ao seu lado
-Volta ao mundo em 80 Dias. De Julio Verne. –Ela respondeu sem tirar os olhos do livro.
-Ah, eu já li este! Lembro da primeira frase...
-A casa número sete da Ladeira Saville, jardim Burlington – onde morreu Sheridan no ano 1816 -, era habitada, em 1872, por Fíleas Fogg, membro dos mais singulares e dignos do Clube Reformador de Londres, embora procurasse evitar tudo o que pudesse de algum modo chamar a atenção sobre sua pessoa. –Dissemos ao mesmo tempo.
-Você realmente tem uma boa memória fotográfica! –Ela disse, me levantei e fui até o quarto, peguei um cobertor e levei para Sophia.
Ficamos vendo tevê até umas quatro da manhã. Estava passando um filme sobre a Segunda Guerra Mundial. Cartas de Iwo Jima, vimos os dois filmes: Um pela perspectiva Japonesa, e a outra pela Americana. Embora ele seja meio sangrento, foi um filme interessante, demonstrou as táticas de guerra usadas pelo general, que consiste basicamente em vários túneis subterrâneos, com pontos estratégicos para ataque, e até mesmo, armadilhas... No fim, Infelizmente o Japão perde, e os americanos enfrentam mais um problema: achar os verdadeiros homens que ergueram a bandeira...
Depois ainda assistimos a um filme de “terror”: A colheita maldita. Tanto Sophia quanto eu detestamos o filme. Apesar de citar acontecimentos bíblicos, o enredo e o desenvolvimento do filme são horríveis, fora que de terror não tem nada!
Capítulo 14 - Revelations during a torture session!
Eu e Reid estávamos andando para o trabalho, graças a nossa nova localização, temos que pegar dois ônibus para o trabalho, o bom é que eles pagam o transporte, e o almoço nós rachamos, então sai bem barato.
Hotch nos disse que havia um caso de um torturador nas matas perto dos limites da cidade, ao que parece, ele droga as vítimas e as tortura para seus propósitos malignos, mwahahahah! Ok ignorem, mas sério, o cara é perigoso. Já matou três agentes do FBI, e olha que eles eram bons! Ao chegarmos ao local, Hotch me alcançou uma arma:
Spoiler:
 
-É linda! – Eu disse – Apesar de meio arranhada o designe é maravilhoso! E é pesadinha, o que me força a usar mais força, o que mantém a arma estabilizada! Eu amei Hotch! – Meus olhos brilhavam, e Reid me olhava com medo. Só porque eu gosto de armas!
-Use com cuidado! – Ele me avisou – Essa coisa não é brinquedo, e causa grande estrago!
-Ta bom papai! Eu não sou tão retardada a ponto de atirar em um colega! – Eu disse guardando minha arma por baixo do sobretudo. Já comentei que invernos aqui são frios? Pois é, são muito frios! Eu pareço um cadáver de tão gelada!
Ao entrarmos, estava escurecendo, Reid e eu fomos para um local isolado, no meio de algumas matas, eu me separei de Reid por um instante e de repente ele não estava mais lá!
-Reid? – O chamei
-Aaaaaaaaaaaaaaaaahhh! – Corri na direção do grito, um homem não muito mais alto que eu tinha um machado e iria matar o Reid se eu não impedisse. Mas, quando eu ia atirar, sofri uma pancada na cabeça e desmaiei...
-Parece que temos uma valente aqui! – Ouvi uma voz distante, abri os olhos e o reconheci imediatamente: Tobias Hankel, um Serial Killer de múltiplas personalidades, o tal que droga e tortura suas vítimas... – Acorde! – Ele atirou em minha perna.
-P**a que pariu po*a do cara**o! – Eu gritei. Reid estava a minha esquerda, ele me olhou. Ah não! Bateram nele! – O que você quer hein? – Eu disse Tobias mirou na minha outra perna e atirou.
Hotch realmente é esperto, Sophia nunca errou um tiro durante o treino, então ele pôs apenas uma bala na arma, sorte para as pernas dela! Já eu, ele roubou minha arma, mas só tem uma bala também, eu costumo passar minha arma para Sophia, já que minha mira é péssima! Tobias não vai parar, e eu imagino como Lívia deve estar agora... Ah droga, por que eu me afastei da Sophia?! Ela devia estar longe, não devia ter interferido!
-Reid? – Ela encostou-se à parede, ficando ao meu lado. – Sabe qual narcótico ele usa?
-Hidromorfina.
-Droga... – Ela disse
-O que foi? – Ela abriu um sorriso e me disse
-É extremamente viciante! Você lembra a sensação da morfina?
-Você não autorizou morfina quando retirou a bala.
-Ah é, era Vicodin. Uma mistura de paracetamol e hidrocodona. É usado para dores agudas, crônicas e pós-operatórias... Estamos ferrados!
-Por quê? É tão ruim assim? – Ela me olhou seriamente
-Se tivéssemos como ligar para Garcia... Eu podia rastreá-lo pela receita. Droga, eu estou apagando. – Ela tombou, sua perna tinha um curativo mal-feito. Então tive que refazê-lo.
Muito bem, gaze, ataduras, pomada e água oxigenada. Põe-se a água onde sangra e espera a espuma branca sumir, põe-se a gaze e a enrola com a atadura, prendendo-a com esparadrapo. Eu ainda usei um lenço com água oxigenada para limpar o sangue da pele de Sophia, e cobri o curativo com a calça dela, para manter aquecido. Acho que não haverá problemas...
Lembro-me como passei no último teste de tiro, Sophia teve que me ajudar, pois eu não conseguia passar. Hotch me disse que a Swat segue três categorias de tiro: Mira, pressão no gatilho e continuidade. Minha mira é ruim e eu não consigo manter a continuidade, logo, não consigo passar no teste. Mas tudo isso mudou quando Sophia se propôs a me ajudar...
(Flashback On)

-Vamos Reid, relaxe... – Eu não conseguiria relaxar nem se eu quisesse! Sophia segurava minhas mãos, mantendo-as mirando no alvo. Ela teve que subir em um banquinho para ficar na minha altura, sua cabeça estava apoiada em meu ombro esquerdo e eu sentia sua respiração irregular.
-Eu não conseguiria nem se quisesse. – Eu mirei e atirei, acabei errando, de novo...
-Feche os olhos, respire fundo umas três vezes, depois mire e atire, mas mantenha a arma mirando no alvo.
-T-Ta. – Eu fechei os olhos e me concentrei na respiração da Sophia, respirei fundo quatro vezes, quando abri os olhos, mirei e atirei, mantendo a arma suspensa.
-Isso! – Eu tinha acertado em cheio.
-Só resta saber se vou passar no teste...
-Vai sim, basta você se concentrar. – Ela sorria. – Pronto?
-Sim.
No outro dia, eu estava em frente a um alvo, minha arma estava carregada e eu estava nervoso! Eu fui chamado, fechei os olhos e respirei bem fundo, quando abri os olhos, toda a sensação de angústia tinha ido. Eu me concentrei e descarreguei a arma em direção ao alvo.
Por um momento eu pensei que eu não havia passado no teste, como da outra vez, mas ao ver o sorriso da Sophia, vi que havia acertado todos os tiros, e o instrutor estava de certa forma, surpreso.
-Muito bem Dr. Reid, você ganhou sua arma de volta! – Ele disse me entregando minha Colt, Padrão para os agentes do BAU.
-É isso aí! – Sophia me soqueou no ombro de leve. – Muito bem Reid!
-Valeu.
Embora eu nunca tenha precisado usar a arma, achei melhor deixar apenas uma bala, para medidas extremas. Mas enfim.
(Flashback Off)
-Reid... – Sophia havia acordado e estava me cutucando – Reid?
-Ah, sim Sophia, o que dizia? – Ela estava muito pálida (bem mais do que já é, se fosse possível) mas seu ferimento estava bem, ao menos não inflamou.
-Ainda está com sua arma? – Ele tinha pego, mas acho que eu conseguiria pegá-la de volta.
-Não, mas acho que... – Nesse instante a porta se abriu e ele jogou a arma para dentro
-Um de vocês morre, o outro é solto. Recomendo matar aquele que mal pode andar. – Ele deu uma gargalhada e fechou a porta.
-O que faremos? – Eu disse, Sophia tinha pego a arma, por um momento pensei que fosse morrer.
-O que você acha? – Ela tirou uma bala do bolso – Situações extremas lembra? – Ela sorriu e pôs a bala no clipe. – Dois tiros, um na parede. – Ela disparou, pouco depois a porta se abriu, Tobias entrou na sala e levou um tiro no tórax. – Outro no criminoso.
Enquanto ele agonizava, consegui levantar Sophia, e fomos para fora, tinham se passado aproximadamente cinco dias, e eu estava começando a me sentir dependente do Vicodin. Bem que Sophia avisou.
Quando vi, eu e ela estávamos no chão, de repente, Morgan surge da floresta e ele grita algo que eu não entendi. Por algum motivo, minhas costas doíam e eu me sentia tonto... Quando perdi a consciência, só lembro do Morgan me sacudindo.
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Poison!   Qui Maio 31, 2012 2:24 pm

Citação :
-Bom dia, por que está vestindo isso?
-Por que... Esses síndicos filhos duma p*** não aceitam alugar imóveis para góticos ou punks! Isso é injustiça!
-Mas você não é nenhuma dessas coisas é?
-Não! Aí que está! Só porque me visto de preto não significa que eu seja emo, gótica ou outra desambiguação do assunto!
FATO '-' Só porque alguém veste preto todo mundo pensa isso, afinal todos adoram dar rótulos aos outros '-'


Citação :
-Quê?! N-Não!! –Ela estava vermelha novamente – Eu e ele não temos nada! –Ela se encaminhou para sua mesa, e não falou comigo o resto do dia.
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Poison!   Qui Maio 31, 2012 2:38 pm

Sam escreveu:
Citação :
-Bom dia, por que está vestindo isso?
-Por que... Esses síndicos filhos duma p*** não aceitam alugar imóveis para góticos ou punks! Isso é injustiça!
-Mas você não é nenhuma dessas coisas é?
-Não! Aí que está! Só porque me visto de preto não significa que eu seja emo, gótica ou outra desambiguação do assunto!
FATO '-' Só porque alguém veste preto todo mundo pensa isso, afinal todos adoram dar rótulos aos outros '-'


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-Quê?! N-Não!! –Ela estava vermelha novamente – Eu e ele não temos nada! –Ela se encaminhou para sua mesa, e não falou comigo o resto do dia.
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Poison!   Qui Maio 31, 2012 2:43 pm

Sophia Blood escreveu:
Sam escreveu:
Citação :
-Bom dia, por que está vestindo isso?
-Por que... Esses síndicos filhos duma p*** não aceitam alugar imóveis para góticos ou punks! Isso é injustiça!
-Mas você não é nenhuma dessas coisas é?
-Não! Aí que está! Só porque me visto de preto não significa que eu seja emo, gótica ou outra desambiguação do assunto!
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Citação :
-Quê?! N-Não!! –Ela estava vermelha novamente – Eu e ele não temos nada! –Ela se encaminhou para sua mesa, e não falou comigo o resto do dia.
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Poison!   Qui Maio 31, 2012 2:49 pm

Sam escreveu:
Sophia Blood escreveu:
Sam escreveu:
Citação :
-Bom dia, por que está vestindo isso?
-Por que... Esses síndicos filhos duma p*** não aceitam alugar imóveis para góticos ou punks! Isso é injustiça!
-Mas você não é nenhuma dessas coisas é?
-Não! Aí que está! Só porque me visto de preto não significa que eu seja emo, gótica ou outra desambiguação do assunto!
FATO '-' Só porque alguém veste preto todo mundo pensa isso, afinal todos adoram dar rótulos aos outros '-'


Citação :
-Quê?! N-Não!! –Ela estava vermelha novamente – Eu e ele não temos nada! –Ela se encaminhou para sua mesa, e não falou comigo o resto do dia.
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Poison!   Ter Jun 12, 2012 7:33 pm

Antes de mais nada, eis o link da página de comentários (sabia que tinha feito òwo)
http://fanfuck.forumeiro.net/t99-comentarios-poison

Capítulo 15 – Back to the Hospital. – By. Sophia


Quando acordei, logo senti a dor na perna e o cansaço. Olhei para o lado e Reid estava dormindo, com o tórax enfaixado, certamente ele caiu enquanto me carregava e se machucou, ele pode ser um gênio, mas em certos momentos ele é tão burro!
-Sophia!!! – A Lívia entrou no quarto desesperada, pelo horário, ela devia estar na aula, mas como eu sei, ela preferiu vir me ver. – Sua retardada, demente, burra do caceta! – E, ela estava irritada... – Como você ousa sumir desse jeito?! Eu quase tive um infarto quando Hotch me disse que vocês tinham sido seqüestrados por um Serial Killer!
-Livia... – Ela continuava a falar... Então tive que aumentar “um pouquinho” meu tom de voz. – Porra Lívia cala essa boca! – Senti a dor na perna, então gemi. – Cacete, vai pra casa vai, daqui a algumas horas seremos liberados, ou dias. Mas estamos bem, não precisa se preocupar tanto.
-Ta... Desculpa o incomodo. – Eu joguei um bichinho de pelúcia que estava na minha cabeceira nela. – Ei!
-Deixa de ser criança vai. É que você se preocupa demais comigo, esse trabalho é assim mesmo. – Eu dei um sorriso amarelo pra ela. – Agora vai estudar vai. Chibi! – Ela certamente não gostou do apelido carinhoso que eu dei a ela durante a sétima série, quando eu comecei a aprender japonês. Digamos que eu sou meio otaku (completamente viciada em animes e mangás).
-Ta bom! Já entendi, Baka! – E obviamente que ela também aprendeu algumas ofensas...
Depois de algumas semanas, nós fomos dispensados, certamente eu teria que andar com alguma coisa para imobilizar a perna, então optei pela coisa que Reid usou, melhor que gesso pelo menos.
Spoiler:
 
-Acho que agora nós invertemos. – Reid disse enquanto levava minhas coisas, já que eu estava bem ocupada com as muletas.
-É, e bem que eles podiam arrumar esse asfalto! – Tanto meus braços quanto minha perda doía, e esse asfalto mal-feito não ajudava!
-Quer ir a pé ou prefere ir de ônibus?
-A pé. Ônibus, além de apertado tem aquelas pessoas que perguntam “Ai, o que houve com você? Quebrou a perna? Coitadinha!” E isso me tira do sério!
-Certo, e eu nem sei por que pegamos ônibus, são só mais 3 quilômetros, nem é tanto assim!
-Também não exagera Reid. Tudo bem que você faz caminhada de 15 quilômetros uma vez por semana, mas eu não sou muito disso, ainda mais de salto alto.
-Por que não colocou um tênis?
-Dói muito! – Eu falava em tom choroso – Seu tiro não foi como o meu que quase destroçou a perna! Ainda bem que não era uma Colt daquelas antigas, ou eu nem teria mais perna! – Certamente se fosse uma daquelas Colts antigas, que se recarregava manualmente, teria provocado um estrago muito maior. Aquelas coisas são capazes de estourar uma cabeça facinho!
Tudo bem que chegamos mais tarde, mas nem demoramos muito. Hotch até estranhou termos vindo a pé, já que minha perna não estava totalmente recuperada, mas, após eu explicar a situação que aconteceria no ônibus, ele concordou que era melhor assim.
-Detesto quando ficam perguntando o que aconteceu... Isso irrita cara, será que a pessoa não percebe que eu não quero falar sobre o assunto? – Eu me sentei na cadeira com certa dificuldade, demoraria um bom tempo até eu me recuperar.
-Iiiih, alguém está de mau-humor! – Morgan disse pegando um pouco de café.
-Há, há. Você é um ótimo piadista Morgan. – Eu disse.
-Sophia... Tente ao menos sorrir um pouco, você é muito séria! – Reid disse sentando em cima da minha mesa, bagunçando minhas canetas.
-Ta bem. Vou tentar ser mais alegre daqui para frente. – Disse por fim, ele sorriu e se levantou e eu arrumei as canetas de volta no lugar.
Era óbvio que a imprensa queria informações sobre o caso, e estavam praticamente invadindo nosso prédio, J.J tentou controlá-los, mas era praticamente impossível! Quando estivemos em Los Angeles, Ficamos encarregados de um caso onde uma maníaca queria matar uma atriz, e a atriz acabou derrubando Reid dentro da piscina... Fora que a atriz o beijou! Mas enfim, no fim, Reid dominou a maníaca sem disparar um tiro, e ele virou matéria de uma revista de fofocas!
-Sophia, Reid! – Hotch nos chamou, haviam-se passado cerca de três meses desde o rapto, Reid teve que ser tratado para o vício em narcóticos.
-Que foi Hotch? – Eu disse jogando meus RPGs online.
-Vocês trabalharão como modelos em uma investigação secreta. E nem me olhe com essa cara Sophia!
-Mas... – Ele saiu da sala sem dizer mais nada. – Eu não to acreditando!
-Sophia? Como modelo? – Morgan começou a rir – Desculpe, mas você com certeza não leva jeito pra coisa!
-Ah é? – Detesto quando me desafiam. Muito bem Derek Morgan, vejamos quem não leva jeito para modelo! – Pois espere e verá! – Me levantei e saí, Reid me seguiu correndo.
-Tem certeza? Não que você não seja bonita, porque eu te acho muito! – Ele corou quando disse isso
-Reid, eu agradeço a preocupação, mas Hotch teve motivos para me escolher: Eu já fui modelo de roupas góticas... Não que eu me orgulhe disso...
-Por que eu nunca soube disso? – Ele é mesmo curioso hein!
-Porque as revistas foram vendidas apenas para o público alvo, e também porque a maioria de minhas aparições eram em desfiles.
-Ah... Bem, então você vai ter que me ajudar!
-É só não rir. Pelo menos você não vai precisar usar salto... De um número que nem é seu! – Eu entrei na sala do Hotch
-Não adianta reclamar. – Ele mexia em seu computador
-Quando começamos? – Perguntei, ele olhou para mim e sorriu
-Agora mesmo. Só tome cuidado Sophia, o assassino costuma matar modelos como você.
-Baixinhas e invocadas? – Reid perguntou, eu dei uma cotovelada nele – Ai, viu o que eu disse?
-Não Reid... Modelos com passados como o de Sophia, que já perderam o emprego por causa de um escândalo.
-Aaah... – Eu disse – Tranqüilo. Sei 15 maneiras de se matar uma pessoa sem uma arma! – Eu disse sorrindo, Reid deve ter suado frio agora
-Pois bem, que comecem os desfiles! – Disse Hotch

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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Poison!   Ter Jun 12, 2012 7:37 pm

Capítulo 16 – A new Stile, Completely Different!


O passado de Sophia a atormentava cada vez mais, os motivos para que Sophia havia desaparecido das mídias era claro: ela tivera um relacionamento com um dos modelos, Paha Julma era seu nome, um homem finlandês no qual conseguia desvendar os pensamentos mais profundos de Sophia. Tudo o que ela acreditou que ele era, tudo isso foi apenas ilusão, e ela pagou um grande preço por isso: ela quase fora morta por ele, por causa disso, Sophia aprendeu a esconder completamente seus sentimentos, seu coração fora trancafiado e jamais seria aberto novamente.
Mas por alguma razão, Reid conseguia fazê-la pensar diferente por um instante, de certa forma, Sophia sabia o que era sentir medo de si próprio, Paha havia sumido da vida de Sophia, mas ela sabia que ele continuava a matar pessoas, ela reconhecia o ‘modus operantis’ que ele possuía. Nenhum dos integrantes sabe de seu passado, e ela espera continuar sendo assim.
-Sophia? – Reid a chamava pela quinta vez, por algum motivo, ela parecia apreensiva.
-Sim? Desculpa, eu estava distraída! – Ela exibia um falso sorriso, algo a preocupava. Reid havia aprendido a desvendar aos poucos os pensamentos de Sophia, mas neste momento, ele não sabia o que a jovem amiga pensava.
-Seu celular estava tocando, aqui... – Ele alcançou o aparelho, que começou a tocar no instante em que a jovem o pegou
-Alô? – Ela dizia
-Olá Sophia. – Um forte sotaque falava pelo outro lado
-Como me achou?! – Ela olhou para Reid, que permanecia confuso. Ela se afastou um pouco até que o rapaz não pudesse ouvir sua voz. – O que você quer?!
-O que você me deve rakkaus¹
-Eu não lhe devo nada! Como me encontrou Paha?
-Foi difícil, meu rakkaus sabe se esconder muito bem! Mas quando soube que iria fotografar de novo, descobri seu telefone! Estou com saudades!
-Paha, eu vou lhe avisar uma só vez: Se tentar me matar de novo, não vou permitir que continue vivendo, nem que eu tenha que morrer também!
-Veremos... – Em seguida o telefonema foi encerrado, mal sabia Sophia que Reid havia ouvido toda a conversa!
-“Alguém está ameaçando-a, preciso ligar para Garcia!” – Reid discou o número da amiga, que logo atendeu. – Garcia, pesquise um tal de Paha, provavelmente modelo. – Ele cuidava para que Sophia não ouvisse sua voz, ele havia se afastado rapidamente da amiga.
-Ta aqui Paha Julma, modelo finlandês de 22 anos, estou enviando a foto!
Spoiler:
 
-Ele teve passagem por... Desacato? Parece que ele discutiu com um policial porque ele teve que cortar uma árvore!
-Obrigada Garcia. – Reid desligou, certamente seria ele.
-Reid! –O rapaz ouviu Sophia chamando para a primeira foto.
Spoiler:
 
-Isso foi desconfortável! – Sophia disse.
-Tenho que concordar com você, não chute meu ombro daquele jeito! Ei Sophia! – Ela estava desatenta, fui chamado para a próxima.
Spoiler:
 
-Sophia, agora uma só sua! – A fotógrafa disse
Spoiler:
 
-Quero algo mais próximo! – Ao ouvirmos o que a fotógrafa queria Sophia disse
-Sem chance.
-É isso ou nada. – Ambas eram teimosas, por fim Sophia foi forçada a aceitar a foto, mas algumas coisas foram modificadas.
Spoiler:
 
Spoiler:
 
-Perfeito Sophia! Perfeito! Quero mais ousadia!
Spoiler:
 
-Reid, mostre-me o que você pode fazer!
Spoiler:
 
-Quero uma extraordinária Sophia!
Spoiler:
 
Spoiler:
 
Spoiler:
 
-E uma última!
Spoiler:
 
-Perfeito! Vocês levam jeito hein? – A fotógrafa saiu do estúdio nos deixando a sós
-Incrível, isso foi impressionante Sophia!
-Não exagere, você também foi ótimo! – Ela disse sorrindo
-Diga-me, quem te ligou? Por que ficou daquele jeito?
-Reid, eu gosto de você, então não faça isso. É algo que nem mesmo eu posso resolver.
-Não pode resolver sozinha. Deixe-me ajudá-la! É um tal de Paha Julma não é?
-Como ficou... Garcia. – Ela estava chateada – Reid, deixe isso comigo, sei o que estou fazendo
-Vai acabar morrendo, em vão... – Eu disse saindo, não queria magoá-la, mas Sophia precisa entender que ela nunca vai chegar a lugar algum sozinha. Sei que ela quer me proteger, mas eu já me envolvi demais para deixá-la se machucar.
(Sophia’s POV)
Reid saiu chateado, não o culpo, afinal ele só quer o meu bem. Eu vesti uma roupa mais “normal” e fui para casa a pé. Precisava pensar um pouco.
Paha com certeza era o autor dos assassinatos das modelos, e certamente eu seria o foco de agora em diante, então terei de me precaver. Quando cheguei em casa, Lívia estava mergulhada em seus livros de advocacia, certamente fazendo um relatório.
-Tem algo que queira me contar? – Reid falou com ela né? Ótimo! Agora vou ter dois chatos no meu pé.
-Nada. – Eu disse indo para a cozinha, ela fechou o livro.
-Sophia. Para de tentar me proteger, to cansada de te ver machucada! Já parou para pensar como é doloroso para mim? Para o Reid? – Ela estava séria, ajeitou os óculos e continuou a falar. – Como você acha que eu vou ficar se um dia Reid chegar aqui dizendo “Sophia está morta, foi assassinada e eu não pude fazer nada”? Como acha que eu vou me sentir?
-Eu vou te dizer agora, e espero não ter que repetir. – Me apoiei no balcão, forçando-a a me encarar. – Eu não pretendo deixar que nada aconteça a você ou Reid. Já comigo a história é outra, não sou perfeita, e nem pretendo ser. Agora, se eu tiver que matar meio mundo porque algum deles sequer arranhou um de vocês. Eu faço! – Ela arregalou os olhos, certamente não esperava por isso – Portanto, eu tenho assuntos a resolver e não quero que se metam! – Peguei uma maçã e saí.

Capítulo 17 – Last confession of a killer.


Estava ventando lá fora, eu me apoiei em um dos postes de luz da rua, comendo a maçã. Eles têm todo o direito de ficarem preocupados, mas eu não suporto essa super proteção deles! Eu nunca tive isso, e nem pretendo ter, certo que Claire deve estar frustrada por causa de Paha, mas eu não vou deixá-lo ir mais longe do que isso. – Joguei a maça no lixo e estava decidido: Desta noite ele não passa!
Quando fui para a sala, Lívia estudava, embora eu pudesse ver que ela tinha chorado.
-Onde está Sophia? – Eu não tinha um bom pressentimento
-Saiu. –Essa não! Saí correndo porta afora, ela iria atrás de Paha, e eu tinha que impedi-la!
-Sophia! – Droga, onde ela se meteu? – Sophia! Apareça! – Eu não a encontrava, ouvi um barulho de vidro se quebrando, e Sophia havia sido jogada pela janela. E lá estava Paha, com um sorriso macabro.
-Sophia! – Eu gritei, ela saltou pro lado, impedindo Paha de estrangulá-la.
-Reid! O que diabos faz aqui?! – Ela havia sacado a arma e Paha continuava sorrindo.
-Quem ele é rakkaus? – Ele dizia, sua voz era tenebrosamente aveludada.
-Não me chame assim. – Ela disse rispidamente. – Ele é um amigo, um amigo muito metido! – Ela disse, em seguida se aproximou de mim e cochichou – Dê o fora daqui antes que ele te mate. Eu a segurei pelo braço esquerdo e disse firmemente.
-Não vou a lugar algum. Como acha que vou encarar Lívia? Pretendo voltar com você viva e inteira. – Por um momento, pude ver que Sophia queria sorrir, mas ela manteve a postura séria.
-Vá embora Paha. Não sou mais a mesma ingênua da qual você se aproveitou há três anos. – Ela era ríspida, mas havia tristeza.
-Rakastan sinua – eu falo russo, mas em matéria de finlandês eu sou um zero à esquerda.
-Cala a boca! Você sempre mentiu pra mim quando dizia isso, acha mesmo que eu não sabia o que você realmente queria?! Eu não sou idiota como suas outras vítimas! – Ela se soltou do meu braço, e pela primeira vez, vi Sophia fora de si. – Eu não to nem aí se você me ama! Cansei de você, e não vou permitir que machuque mais alguém Paha, ou você some, ou eu sumirei com você. – Ela falava seriamente, não estava blefando.
-É mesmo? Eu pago pra ver! – Ela correu na direção de Sophia e os dois lutavam de igual para igual.
Quando vi, Sophia havia caído e Paha a estrangulava, imediatamente saquei minha arma, tinha duas balas eu atirei a primeira vez e errei, na segunda pude ver o medo nos olhos de Sophia, e a insanidade em Paha. A arma tremia em minhas mãos, se eu errasse, Sophia estaria morta, e se eu acertasse, ele morreria. Eu simplesmente não conseguia me concentrar!
“Feche os olhos, respire fundo umas três vezes, depois mire e atire, mas mantenha a arma mirando no alvo. Não deixe seu alvo perceber que está nervoso!” – Essas instruções me vieram à cabeça. Eu respirei fundo e atirei.
-Reid. – Eu senti um toque no ombro, quando abri os olhos era Sophia – Você acertou o tiro, mas não o matou. – Ela falava com dificuldade.
Eu só tive tempo de abraçá-la, ela ficou imóvel por um tempo, mas logo retribuiu o abraço, não fazia muito tempo que eu me preocupava mais com Sophia, acho que desde o acontecido com Tobias, acabei me apaixonando por Sophia.
Eu levantei o resto dela, obrigando-a a me encarar, estava meio incerto do que fazer, mas os olhos dela me deixavam sem consciência de meus atos. Antes que ela pudesse falar algo, tomei seus lábios, e por incrível que pareça, ela não teve força para me afastar, e acabou cedendo...
Uma semana se passou desde a morte de Paha, Sophia nem fala comigo, e todos estranharam, mas no fim, esqueceram, mas acho que deixando Sophia pensar, ela esfria a cabeça...
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Poison!   Sex Jun 22, 2012 5:03 pm

Capítulo 18 – A new chance for them.

-Eu estive pensando. – Sophia disse quando chegamos.
-Em quê? – Lívia estava na aula, então estávamos sozinhos.
-Por que fez aquilo? – Ela me olhava incerta, com medo eu diria.
-Sophia... – Eu me sentei em um dos bancos – Existem certas coisas que não podem ser explicadas. Mas, acho que no fundo eu te beijei porque sinto algo por você. Desde nossa “seção de tortura” com Tobias, tenho... Me sentido diferente em relação a você.
-Eu... Você... – Ela certamente não queria isso, mas eu não queria vê-la sozinha. Ela sempre esteve assim, até Claire me disse que eu devia tomar conta dela, e ela me apoiou quanto a minha decisão.
-Desculpe. – Eu me levantei e fui até ela, a beijei novamente, ela tentou recuar, mas eu impedi, e acabamos caindo no sofá... Separamo-nos quando não havia mais ar... – Mas você é importante demais para mim, e eu não vou deixar que fique sozinha. Claire aprovou! – Eu a vi enrubescer quando toquei no nome da irmã.
-Ela me paga! – Disse Sophia por fim. – Saia de cima de mim vai, estou toda torta.
-Certo. – Eu disse com um sorriso. Em seguida levei um tabefe da Sophia. – Ai!
-Eu devia ter feito isso há uma semana! – Ela não estava brava, não mais pelo menos. – Nunca, eu disse nunca me agarre desse jeito, entendeu?!
-Sim Sophia. – Eu disse sério. – O que vamos jantar? – Queria mudar de assunto no momento.
-Pizza. Economizei um pouco, e acho que dá para pedir uma grande! – Os olhos dela brilhavam, certo que em meu aniversário ela me fez usar um chapéu de bolo, mas nunca pensei que ela faria algo assim. – Devo-lhe pelo chapéu de bolo! – Sabia!
Spoiler:
 
-Onde conseguiu esse CD? – Tínhamos um rádio, mas raramente colocávamos algum CD.
-É antigo, comprei quando ainda morava no Brasil. – Sophia morou até seus 13 anos no Brasil, depois veio fazer faculdade em Harvard, ela conheceu Lívia quando ainda morava lá.
-Ah. – Eu procurava um telefone de uma pizzaria decente, quando Lívia chegou.
-0! Não acredito que tirei zero! – Ela disse batendo a porta – Maldita professora! Me paga! – Sophia pegou um jornal e fez um rolo, em seguida bateu em Lívia
-Vai estudar ô chatinha, vamos pedir pizza. Depois você me conta o que aconteceu.
-Nhaaa, senhorita nerd do caceta! – Disse Lívia indo para seu quarto.
-? – Ela tinha falado em português, então não entendi.
-Me chamou de nerd do caceta. – Disse Sophia entre risos. – Achou alguma pizzaria “honesta”?
-Aham, Don Capone’s Pizza.
-Parece até nome de mafioso! – Ela disse pegando o telefone e o guia. – Oi! Queríamos pedir uma pizza grande, sim, apartamento 210. Aham, champignon, portuguesa e... – Ela olhou para mim.
-Quatro queijos.
-Quatro queijos. Aham, pode ser uma garrafa de coca-cola. Isso. Troco para 50. Atrás de Harvard, isso, na rua atrás da universidade. Tchau. – Desligando ela foi checar se a porta do quarto de Lívia estava aberta.
-Quer conversar? – Perguntei, e ela concordou
-Reid, não podemos ficar juntos... – Ela falava
-Por que não? – Eu perguntei
-Prefiro não arriscar.
-Esse é o seu problema! – Ela se assustou com o tom que minha voz tinha saído – Você não arrisca nada! Do que você tem medo? Que eu canse, ou que não dê certo?
-Não é isso... É que eu nunca consegui ter uma relação...
-Mais um motivo para tentar. – Eu pus minha mão em cima da dela, Sophia só me encarava.
-Como sua mão ta gelada! – Ela fez uma careta. Então eu comecei a rir.
-Desculpe. – Quando afastei minha mão, ela a segurou gentilmente.
-Eu gosto, o frio me faz sentir viva. – Ela sorriu. – Bem. Acho que arriscar um pouquinho não deve ser ruim afinal.
-Aí, to tentando... –Lívia parou quando me viu segurando a mão da Sophia – Estudar... Vocês... Estão juntos? – Ela parecia não acreditar
-Vamos por etapas. – Disse Sophia – Pode-se dizer que estamos estudando a possibilidade.
-Eu sabia! Eu sabia! Eu SABIA! – Ela pulava de alegria – Finalmente hein, tava muito na cara! – Ela voltou para dentro rindo.
Quando a pizza chegou, Sophia arrumou os pratos no balcão, logo Lívia apareceu encantada pelo cheiro da pizza, conversamos normalmente, mas eu sentia certo atrito entre as duas. Lívia não perdia uma oportunidade de fazer Sophia ficar com vergonha, contando de seu passado, obviamente.
-Ela até cantou uma vez! – Lívia parecia mais animada que o normal, o que deixava Sophia mais irritada que o normal. – Qual música foi mesmo?
-Iris, Goo Goo Dolls. – Ela disse devorando uma fatia de pizza.
-Eu até filmei! – Sophia arregalou os olhos.
-O quê?! – Lívia começou a rir.
-É sério! E eu ainda tenho o DVD! – Ela foi até o quarto e trouxe consigo um DVD, ela pôs no leitor e o vídeo começou a rodar, Sophia tinha o cabelo mais curto, e usava franja. Ela vestia uma calça preta, com um blusão vermelho-sangue, e um tênis preto.
Iris – Goo Goo Dolls (1998)

And I'd give up forever to touch you
'Cause I know that you feel me somehow
You're the closest to heaven that I'll ever be
And I don't want to go home right now
And all I can taste is this moment
And all I can breathe is your life
And sooner or later it's over
I just don't want to miss you tonight

And I don't want the world to see me
'Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am

And you can't fight the tears that aim’s coming
Or the moment of truth in your lies
When everything feels like the movies
Yeah you bleed just to know you're alive

And I don't want the world to see me
'Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am
And I don't want the world to see me
'Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am

And I don't want the world to see me
'Cause I don't think that they'd understand
When everything's made to be broken
I just want you to know who I am
I just want you to know who I am
I just want you to know who I am
I just want you to know who I am

Houve uma chuva de aplausos, Sophia tinha cantado perfeitamente, claro que sua voz falhou um pouco em alguns trechos, mas foi muito legal de ver, claro que ela ficou quase tão vermelha quanto o blusão que usou no dia. Mas sorriu ao ver que eu tinha gostado.
-Ainda quero ver algo assim de perto. – Eu disse terminando com minha fatia de pizza.
Capítulo 19 – Tragedy in a not-great family.

-Em seus sonhos Reid. – Eu disse. – Você não tinha um teclado?
Lembro que Reid comprou um teclado após um caso de seqüestro em uma cidade destruída pelo vazamento de petróleo em Louisiana. A testemunha foi o filho do casal, de 10 anos. Mas o garoto era autista, então foi bem difícil saber o que ele dizia, mas ele se comunicava por desenhos, e por fim, o seqüestrador estava morto, para os filhos receberem o seguro...
Quando terminamos de jantar, pus a louça no lavador (capaz que eu iria ficar lavando louça no inverno!) e fui dormir. Mas por algum motivo, a luz do quarto do Reid continuava acesa, então fui vê-lo.
-Reid? – Ao entrar, ele estava sentado sobre a escrivaninha escrevendo uma carta. – O que faz acordado há essa hora?
-Estou escrevendo uma carta para a minha mãe. – Ele escreve cartas para sua mãe Diana, que vive em Las Vegas, em um hospital. Ela possui esquizofrenia, então se trata lá.
Reid sente-se culpado por não visitá-la, então lhe envia cartas todos os dias, contando de seus casos na UAC. Quando comecei a trabalhar aqui nos E.U.A, eu fui responsável pelo caso de Diana, mas ai perdi minha licença, tive que trabalhar um tempo como modelo, até que pude voltar a exercer minhas funções como médica, então comecei a trabalhar para o FBI. No canto do quarto eu vi a caixa com o piano, sentei-me à beirada de sua cama, e vi algumas partituras em uma pasta.
-Você disse que não tocava. – Eu disse
-É. Tentei aprender, mas é complicado demais.
-Eu sei alguma coisa ou outra... – Ele terminou de escrever a carta e se virou.
-Alguma coisa? Você toca violão, piano, violino, e me diz que sabe “alguma coisa ou outra”?
-É. – Eu disse com um sorriso.
-Ta bom... Que horas são?
-03h30min da manhã... – Levantamos às cinco da manhã, então Reid não dormiria essa noite... E nem eu.
O celular do Reid vibrou, era sinal de uma mensagem. Ele o pegou, mas quando leu a mensagem, pude jurar de que ele tinha ficado tão branco quanto um cadáver, ele olhou para mim, era óbvio que estava com medo, ele me entregou o celular, então vi o que ele temia:
“Acha que vai fugir? Seu namorado não teve coragem de me matar, então irão se arrepender, não pense que sou apenas eu Sophia. Irei provar de seu sangue, enquanto ele assiste!”. P.J.
-Isso... – Eu olhei para ele – Paha!
-Não não e NÃO! – Lívia insistia em ficar, mas eu a expulsei de casa
-Vai voltar para o Brasil agora, e não venha com desculpas! – Eu a empurrei para dentro do avião, espero que ela não fique com raiva... Ta, impossível, mas enfim.
-Sophia... – Reid me chamou
-Que foi? – Ele me estendeu meu celular, era do presídio onde Claire está. – Sim? O quê?! Como assim! – Não podia ser verdade – Como aconteceu?! Eu não quero saber de suas desculpas! É culpa sua! – Reid com certeza nunca me viu tão extasiada.
-O que aconteceu?! Sophia, você está chorando! – Ele me abraçou, mesmo sendo um abraço do Reid, eu não me sentia melhor...
-C-Claire, ela... Ela... – Eu dei uma longa pausa antes de continuar – Paha matou a Claire! – Eu afundei meu rosto contra a camisa do Reid, sorte dele que não uso maquiagem, ou ficaria toda manchada.
-Como? – Sua voz demonstrava puro terror
-Ele invadiu a cela dela... Foi terrível pelo que disseram! – Eu tinha de vê-la, tinha de ir até lá. Mesmo que isso me fizesse sofrer, e vai fazer!
Quando chegamos, os guardas recusavam-se a me olhar nos olhos, certamente temiam que eu ficasse com raiva, e como eu estou com raiva! Mas meu dever aqui é para com outros, tenho que ir até a sala de necropsia, identificar o corpo de minha irmã... Pedi para que Reid esperasse do lado de fora, não queria que ele visse, ao menos não desse jeito.
Era horrível, as roupas dela estavam cobertas de sangue, o rosto estava tranqüilo, mas eu sabia que ela fora torturada, típico de Paha, mas acredito que Claire deva tê-lo irritado muito para ele fazer todo esse estrago!
-Srta. Blood, eu realmente tenho um dever para com você, sinto muito por sua irmã. – Era um jovem garoto, não devia ter mais que minha idade, mas seu tom de voz era calmo, apesar de triste.
-Você não me conhece. – Eu disse – Se alguém perguntar, diga que não vim. Para sua segurança. A propósito, como se chama?
-Chris Hiksron. É russo.
-Certamente. Mude-se do país, imediatamente. Se precisar de ajuda, ligue para mim. – Entreguei-lhe meu cartão, então ele soube no que se meteu. – Não deixe que saibam que me conhece, entendido?
-Sim, senhorita. – Ele disse.
-
Três dias se passaram desde o ocorrido, Sophia ainda está instável pela morte da irmã, mas tem reagido bem, tenho tentado animá-la, mas não tem funcionado e até mesmo Morgan não tem brincado com ela desde a morte de Claire.
-Vou sair! – Ela correu porta afora, então fui atrás, ultimamente tenho tido que ficar grudado em Sophia, para minha segurança.
-Aonde vamos?!
-Atrás de Chris. Ele me ligou e disse que é urgente! – Ela estava determinada, então não questionei.
Quando chegamos, Sophia entrou no elevador, mas a porta se fechou antes que eu conseguisse entrar. Tentei ligar para ela, mas não consegui. Algo estava errado, muito errado!
-
Trancada em um elevador que sobe sem parar, e o garoto é claustrofóbico, ótimo! Paha está agindo, sem dúvida!
-Perdoe-me, eu não tive escolha! – Ele implorava, estava encolhido em um dos cantos do elevador, chorava como um bebê.
-Exato, e agora ambos irão sofrer. Sophia, Sophia... Você se superestimou quando me enfrentou há algumas semanas. – Era Paha
-Ora, o que seriam dos tímidos sem os sociáveis? Mas diga-me Paha, como pretende me matar? Não tenho medo de elevadores! – Ouvi a gargalhada dele, então vi que Chris tinha uma arma.
-S-Sinto muito.
-Aaaah. Entendi. – Eu disse – Usando covardes para seus objetivos? Não se parece nem um pouco com o sádico que você é.
-Divirtam-se, tenho que cuidar do Dr. Reid. – Eu pude ouvir as gargalhadas psicóticas, então me preocupei.
-Isso não é bom! – Eu disse levando as mãos aos cabelos – Droga! – Eu gritei o mais alto que pude, descarregando toda a minha raiva, Chris até ficou assustado.
-
Eu preciso abrir aquele elevador, o mais rápido possível! Certamente Paha virá atrás de mim, então eu preciso tirar Sophia de lá rapidamente. Enquanto eu procurava por algo que pudesse ser usado como alavanca, tentei ligar para Hotch, mas meu celular estava sem sinal, então tive que continuar minha busca sem ajuda.
Pouco tempo depois, encontrei um pé-de-cabra, isso com certeza seria útil! Quando voltei para o hall de entrada, tive que subir até o 5º andar, quando fui abrir o elevador, fui jogado contra a parede, era Paha.
-Achei você, ratinho. – Ele estava sério – Eu não gostei do que você fez comigo sabia? – Ele apertava meu pescoço aos poucos, ele tinha a mesma altura que eu, e devia ter o mesmo peso. – Você pode achar que Sophia te ama, ou que ela “goste” de você, mas quer saber a verdade? No tempo em que passei com ela, vi o quão sádica e cruel ela pode ser, e acredite não queira tirar ela do sério...
-Por que está fazendo isso? – Eu falava com muita dificuldade, faltava ar em meus pulmões, e eu sentia minha consciência me deixando.
-Se não fosse por mim, Sophia nunca teria conseguido o emprego de modelo, e como ela me agradece?! Com um belo chute no traseiro! – Ele apertou meu pescoço com mais força. - E agora, ela vai sentir na pele como é a sensação de perder a pessoa amada! – Ele realmente estava furioso, infelizmente eu não conseguia me mexer.
-Sophia não me ama, ela não me quer. – Eu disse quase sem ar
-Ah é? – Senti a mão dele relaxar, então consegui jogá-lo para o lado, ficando por cima, mantendo as mãos dele contra o chão. (A: *-*)
-Você não aprende. Você só pensa em vingança, e se esqueceu de uma coisa: Sophia não é obrigada a ficar com você. Ela tem liberdade para escolher o que é melhor para ela. – Pela primeira em toda a minha vida, eu senti raiva, e ele pareceu entender.
-Até pode ser, mas por enquanto, a escolha é minha. – Ele tentava me derrubar, mas por sorte, ele mal conseguia se mover.
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Poison!   Sab Jun 30, 2012 11:37 pm

Citação :
-Não! Aí que está! Só porque me visto de preto não significa que eu seja emo, gótica ou outra desambiguação do assunto!

desam o que? Poker Face

Citação :
No dia seguinte, fui até o quarto de Sophia acordá-la, mas me surpreendi quando a vi dormindo no chão. De acordo com ela, Lívia a chutou tanto que ela caiu da cama, e acabou ficando por lá mesmo...

Normal, tem hora que eu to com tanto sono, quase dormindo na cama, que eu penso "nossa, preciso ir no banheiro... Ah não, faço aqui mesmo, amanhã minha mãe lava a colcha"

Citação :
Quando voltamos para o apartamento, Lívia estava na aula, então ficamos a sós. Sophia fez um café para mim, ela tomou uma xícara de leite com achocolatado, e comeu uma torrada com vegetais
Citação :
Sophia fez um café para mim, ela tomou uma xícara de leite com achocolatado, e comeu uma torrada com vegetais
Citação :
xícara de leite com achocolatado, e comeu uma torrada com vegetais
Citação :
torrada com vegetais

Torrada... com vegetais?? Poker Face Por que? Já ouviu falar de manteiga? Presunto? Requeijão? '-'
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Poison!   Dom Jul 01, 2012 1:25 pm

Nekiba escreveu:
Citação :
-Não! Aí que está! Só porque me visto de preto não significa que eu seja emo, gótica ou outra desambiguação do assunto!

desam o que? Poker Face

Citação :
No dia seguinte, fui até o quarto de Sophia acordá-la, mas me surpreendi quando a vi dormindo no chão. De acordo com ela, Lívia a chutou tanto que ela caiu da cama, e acabou ficando por lá mesmo...

Normal, tem hora que eu to com tanto sono, quase dormindo na cama, que eu penso "nossa, preciso ir no banheiro... Ah não, faço aqui mesmo, amanhã minha mãe lava a colcha"

Citação :
Quando voltamos para o apartamento, Lívia estava na aula, então ficamos a sós. Sophia fez um café para mim, ela tomou uma xícara de leite com achocolatado, e comeu uma torrada com vegetais
Citação :
Sophia fez um café para mim, ela tomou uma xícara de leite com achocolatado, e comeu uma torrada com vegetais
Citação :
xícara de leite com achocolatado, e comeu uma torrada com vegetais
Citação :
torrada com vegetais

Torrada... com vegetais?? Poker Face Por que? Já ouviu falar de manteiga? Presunto? Requeijão? '-'

Desambiguação é basicamente uma outra coisa parecida xD

Eu gosto de torrada com alface, tomate, cenoura... Good Job1 É bããão *-* Mas não quer dizer que eu não use manteiga ou requeijão ;D
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MensagemAssunto: Re: Fanfuck: Poison!   Ter Set 25, 2012 8:21 pm

Dois últimos capítulos de Poison! Começarei a postar Wayfarer assim que eu terminá-la ^^ Ou querem que eu comece a postar, mesmo incompleta? '-'


Capítulo 20 – A Amazing Escape.


Tenho que sair daqui, Eu posso ouvir estrondos do lado de fora do elevador, parece ser uma briga. Tenho medo que seja Paha tentando acabar com Reid.
E para piorar, meu mais recente “amigo” não ajuda em nada! Ele só fica no canto choramingando, eu o peguei pela camisa e joguei para o outro canto do elevador, havia um pé-de-cabra no chão, eu o peguei e abri o elevador, com certa dificuldade, claro. Ao ver os dois no chão eu quase pensei bobagem, mas minha prioridade era outra...
Reid estava com a camisa rasgada, e Paha com alguns arranhões, eu afastei Reid, e pisei bem fundo no estomago de Paha, fazendo-o cuspir sangue.
-Isso foi por ter me trancado com aquele... Aquele garoto! E isso! – Eu chutei os “amigos” dele – Foi por minha irmã! Seu veado! – Eu me virei e logo liguei para Hotch, por sorte eu tinha sinal, então ele logo chegou, prendendo Paha.
-Você está bem Sophia? – Reid perguntou quando eu me afastei
-Não. To estressada. E quero um sorvete!
-No inverno? – Ele me seguia
-É! Nunca tomou? – Reid me olhou como se eu fosse louca, apenas ignorei e fomos até a sorveteria mais próxima.
-Eu não! – Por fim, eu pedi uma casquinha, até o atendente me olhou de forma estranha, mas atendeu o meu pedido. Será que é só no Brasil que isso é comum?
Tive que passar no hospital, e Reid também, os médicos receitaram analgésicos para a dor, e nos mandaram descansar, então, Hotch nos deu duas semanas de férias. Eu tirei esse tempo para fazer algo que eu não fazia há tempos: pescar!
-Você pesca?! – Reid parecia tão surpreso quanto nunca, eu tinha alguns materiais guardados, herança de família.
-Sim, tenho diversos troféus guardados junto com os materiais. – Fomos até um depósito no nome de Claire, ela deixou pago para o resto da minha vida. Então eu guardo minhas “tralhas” lá.
-Meu Deus! – Ele exclamou quando viu a quantidade de coisas que havia naquele local: varas, molinetes, carretilhas, linhas, chumbos... Fora a quantidade de troféus que eu possuía.
-Eu sei, ta tudo desorganizado e cheio de pó! Isso é um crime! – Eu fui pegando algumas coisas – Vai pescar também?
-Aaaan, não, obrigado.
-Ta bom. – Eu voltei a fuxicar em minhas coisas, pegando os materiais necessários para o que eu pretendia fazer. Depois, fomos até uma lagoa e eu pesquei nosso jantar: um belo peixe! (ah vá!)
Depois de feito o peixe, eu abri uma garrafa de vinho, embora eu tenha tomado apenas uma taça... No dia seguinte, Hotch me deu uma notícia um tanto chata.
-Você terá que cortar seu cabelo Sophia. – Foi eu mal pisar na sala de reuniões que ele disse isso. – Pois bem, vamos começar.


Capítulo 21 – A new restart, in a new city (Final)


-Estamos passando por modificações, esta unidade não é exceção. – Hotch começou – Eu entenderei se quiserem sair, a polícia de NY requisita você Morgan.
-Eu não recebi nenhuma ligação. – Ele disse
-Mas vai... Os CSIS de Miami querem você Sophia. – Ele olhou diretamente para ela. Como se soubesse de algo.
-Eu sei. Recebi a ligação há uma semana. – Ela disse séria
-Vai aceitar? – Eu perguntei
-Eu pensei muito no assunto. – Isso era um mau sinal – E sim, vou aceitar.
-Quais as razões? – Garcia perguntou triste.
-A morte de Claire, e o reaparecimento de Paha me deixaram inquieta. Nós nos envolvemos muito com as vítimas, e principalmente com o assassino. E isso me deixa mal, penso que uma nova equipe, na qual eu não conheça ninguém será melhor para mim neste momento. – Ela se levantou, entregando a arma e a ID – Agradeço a todos, por tudo. Minhas coisas já foram levadas, e vou ficar em um hotel está noite, partirei amanhã pela manhã.
-Está certo. – Hotch não faria nada?!
-E a partir de... Agora, não sou mais uma agente do FBI. Então... Adeus. – Ela saiu da sala rapidamente.
-Hotch! Não vai impedir?! – Garcia perguntou
-Ela já havia me dito. Sophia nunca pertenceu a esta família... Ou melhor, ela nunca quis... Estão dispensados, - Ele também saiu.
-Vou pegar café... – Eu disse
-Spence... – JJ me chamou
-Sophia tem razão. Uma equipe onde ela não conheça ninguém fará bem a ela. Eu fui cego por não enxergar isso.
Quando eu voltava com o café, a vi parada olhando um porta-retrato. Lembro-me da foto que tiramos quando ela chegou. Todos ganharam uma cópia da fotografia, a minha está em casa.
Eu entrei na sala, ela pôs a foto na bolsa e se virou na minha direção, deu para ver que ela não queria conversa, quando ela passou por mim, eu a chamei.
-Sophia. – Ela se virou
-Sim?
-Ao menos me ligue ou mande cartas ok? Não aja como se você não ligasse para nós.
-Ta bem. Adeus Reid. – Ela foi beijar-me no rosto, mas eu virei, e tomei seus lábios... Sabendo que esta seria a última vez.
(Sophia’s POV)
Quando embarquei no avião, fiquei pensando em todos da UAC, especialmente em Reid. Eu não o amo, e tenho certeza de que é melhor eu ficar longe dele por algum tempo... Talvez por menos tempo do que eu desejaria... Quem sabe não aconteça algo que me faça voltar? Acho que não afinal...



FIIIIM~



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